Frase da lavra de Mumu da Mangueira. Rapeize, levei um baque no CQC ao ver, no CQTeste, Mariana Kupfer levar um baile do teste e superar o recorde negativo de Neguinho da Beija-Flor. Puts, mas logo ela, que na Casa dos Artistas II jusamente me chamou a atenção pelas conversas de altíssimo nível?… Inclusive mostrando seu conhecimento de inglês bem acima da média (só perdia pro Phil Miller, locutor desse programa, que faz locução em inglês.) Acho que ela não entendeu muito bem o mecanismo desse ‘teste’…
E sua presença no CQC é emblemática: MK já fez parte do programa Pânico, da Jovem Pan FM (quando eles nem sonhavam em estar na TV), mas saiu brigada com o grupo. Muito antes de Carolina Dieckmann e Preta Gil, o Pânico na TV não podia mencionar o nome dela!…
E um abraço para o repórter-stand-up-coragem Rafinha Bastos, que fez a primeira matéria do CQC at the National Congress! Rapaz, o cara teve a coragem de phazer para um determinado político “aotêntico” as mesmas perguntas que o Danilo Gentilli já tinha feito da outra vez, quando levou cartão vermelho, digo, verde-oliva! E recebeu as mesmas respostas, em gemidos inexprimíveis…
Era bom o pessoal de Brasília se inteirar sobre a história do CQC antes de ficar chutando eles como se fossem a escória do país: na Argentina, o presidente Fernando de la Rúa detestava o CQC, e só pra sacanear, o adversário político Néstor Kirchner, quando assumiu a presidência, convidou o pessoal do CQC argentino para sua posse. Como diziam alguns apresentadores em horários políticos passados, “pensem nisso”!