SodTV!!

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Sacanagem: desenhos animados em baixa na TV a cabo

Fevereiro 2, 2009 · Deixe um comentário

Deu na Pholha: Em 2008 o Disney Channel passou a ser o canal da TV a cabo de maior audiência, posição antes ocupada pelo Cartoon Network, desde 2001.

E por quê? O Disney Channel passa cada vez menos desenhos animados – principal produto pelo qual a empresa se tornou conhecida nesses últimos anos, aí… Ele vem se especializando em seriados. Detalhe: uns bem chinfrins para o padrão norte-americano, feitos em vídeo (em vez de película ou HDTV, como os que passam na Sony ou na Warner – mal comparando, é como uma novela). Mas parece que o público é noveleiro ou simplesmente não liga para essas coisas, ôee (mesmo por quê, os cenários e todo o resto são muito bem feitos, como os da Globo).

Será que já já as multidões irão aos cinemas para assistir coisas que se parecem com séries e… opa, já aconteceu: High School Musical, não é animação, mas é da Disney, e faz um sucesso absurdo, descabido, incompreensível, anticostitucionalissimatável, pneumouitramicroscópicossilicovulcanoconiível (cês devem notar que eu nunca assisti HSM na vida // Pretexto para Aumento de Comentários detected)

O que me preocupa é essa substitução dos desenhos animados por um espaço em branco. E pra mim, só há um culpado: os próprios criadores dos desenhos atuais. Tá, há Bob Esponja, mas será impressão minha ou outras pessoas além de mim o estão boicotando desde que seus vídeos foram retirados do YT?…

Em breve, pesquisa a respeito através do PollDaddy, aqui, na tela da Word.

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Fator X nem cumpriu suas promessas e já fez escola!

Novembro 10, 2007 · Deixe um comentário

O Programa Comando Maluco está realmente fazendo jus ao nome. Segundo informações supostamente vindas do Orkut, o programa de hoje teria como convidados especiais os atores Carlos Villagrán e Maria Antonieta de las Nieves. (Só pra garantir, eu dei uma passada pelas POUCAS comunidades, a maioria contra o programa, e, depois de muito cavar, vi isto, apenas. A pessoa que postou esse texto tem zero amigos e não tem informações pessoais. Curioso, não?…)

Pra quem não entendeu a gravidade da situação, são os atores mexicanos que interpretavam Quico e Chiquinha no seriado Chaves. Villagrán já esteve no Brasil em 1996, com seu circo (nessa ocasião Jô Soares o entrevistou) , e Maria Antonieta já esteve de passagem, à paisana, nos anos 90 (tendo muito mais destaque dando uma entrevista em VT para o programa da Sônia Abrão). Ambos, segundo as informações, seriam inclusive dublados pelos respectivos dubladores originais, ainda em plena atividade, Nelson Machado e Cecília Lemes! É mole?!

Como já disse a própria Chiquinha, certa vez: “Ah sim, outro dia os Beatles vieram na minha casa…”
Só sei que gravei o programa! E senti que já posso entrar para o Otary Club… Arghhhhh!!!!
(Enquanto isso nos comentários, já vou avisando que eu nunca joguei em loterias italianas e, para o presidente de Burkina Faso, que eu não aceito cheques pré-datados!)

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RedeTV…. Ô, RedeTV!… [2]

Novembro 9, 2007 · Deixe um comentário

Fabíola Reipert (que já colaborou com esse programa): Pessoas “traídas” do Superpop são atores contratados. A notícia parece até ser de uns 3 anos atrás, mas é de 2007 mesmo.
Caramba, esses caras não aprendem?! Era melhor que voltassem com as pegadinhas, então…

DRU-DRÚ!
E phaleceu, em 9 de novembro, por volta das 18 horas, a dubladora Helena Samara (nome artístico de Lia Kalme). Uma veterana da dublagem, dos tempos da AIC São Paulo, esteve em atividade até os 45 do segundo tempo. Seu personagem mais conhecido, com certeza foi a Bruxa do 71 da série Chaves. No começo de sua carreira, ela chegou a dublar Wilma Flintstone – acredite, se quiser. O nome artístico era devido a sua carreira no rádio e foi escolhido após ela passar por uma loja de tecidos.
Nossas condolências à família, amigos, e ao mar de fãs de seu trabalho, afinal a Bruxa do 71, curiosamente, foi uma personagem que nunca mudou de voz nas dublagens diferentes que já foram feitas onde aparecia a personagem (“Chaves”, “Chapolin”, “Clube do Chaves” e “Chaves Desenho Animado”, além dos DVDs da Amazonas Filmes.)

A dublagem de “Chaves Desenho Animado” estava em andamento – a série continua em produção e exibição, e o mais provável é que a personagem seja assumida por Beatriz Loureiro, dubladora cogitada inicialmente para a personagem. Helena Samara não iria dublar o desenho animado, mas aceitou por causa do incentivo dos fãs.

CASO FATOR X: POR ENQUANTO, TUDO NA MESMA
Como eu já disse, o programa não foi exibido para São Paulo. E no RJ, segundo conta o JBOX.com.br, o programa… foi ao ar, mas ainda não exibiu os tokusatsus! Eles continuaram a computar votos para saber qual dos dois iria ao ar. Enquanto isso, os dois apresentadores chamavam videoclipes (eita, tanto lá quanto cá…) e também anunciavam a possível exibição da novela Rebelde Way. A novela, feita pelo Canal 9 da Argentina em 2002, foi o original do qual a Televisa fez a novela “Rebelde” que vocês ouviram falar…
O fato é que tudo ainda é muito estranho e nebuloso. Algo parecido, só o clima quando a MSI chegou ao Brasil para assinar o contrato com o Corinthians! O site JBOX tentou entrar em contato com os responsáveis pela Television Brasil, mas não conseguiu informações conclusivas. Uma viagem de Toshihiko Egashira (detentor dos direitos dessas séries, ex-dono da Everest e Tikara Filmes) deixou tudo ainda mais confuso, deixando no ar que possivelmente os direitos realmente haviam sido negociados. Outros acham que é pirataria das braba, à la Ulbra TV (canal de Porto Alegre que exibe DVDs pra tapar buraco en la programación…) uma espécie de Megavídeo, só que na TV.
Muita gente está na expectativa, outros já desiludidos, dizem que é melhor esquentar os modems (equivalente a ‘esquentar os tamborins’) e ir baixando as baghassas pra ver no computador, porquê na TV, desse jeito, sei não…

E outra coisa, esta observação é de próprio punho: DUAS SEMANAS de votação com ligações de celular? Assim, à nível de Criança Esperança, mas em benefício próprio? O cara, pra mim, está querendo é encher a burra de dinheiro e se mandar à custa dos personagens da Toei Company!…
E outra coisa, é Machineman! Repita comigo: Ma-chi-ne-man!! O “Machidman” deve ser da televisão da Arábia Saudita…

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Santander, o banco overdrive! Uhú!

Outubro 31, 2007 · Deixe um comentário

Agora há pouco, no intervalo do Jornal Nacional, entrou um comercial do Banco Santander que o som estava rachando de tão alto – é o comercial “Festinha do Felipinho”, um filme novo.
Bem mais do que nos dias anteriores, quando o som também era muito mais alto, mas não tanto.
Assim não vale, gente. Desse jeito, vocês não vão conseguir me tornar cliente do banco, a menos que vocês, aproveitando que acabam de comprar o Banco Real, “façam mais do que o possível” e criem uma espécie de conta universitária para não-universitários… que tal?

As emissoras não gostam de abordar esse assunto, mas novamente a tática de colocar comerciais com o som mais alto, acima da média de zero dB, está voltando à moda, embora hajam televisores no mercado que já conseguem ajustar o som automaticamente, pena que não é o caso do meu Mitsubishi de 20 anos atrás (com garantia até a copa de 1990) herdado do meu pai. Aliás, ele quebraria no meio da copa seguinte…
Ainda pego o meu tape-deck quebrado (com VU analógico), ligo na TV e faço uma medição…

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Mix TV mostra as garras e Shop Tour reage!

Julho 11, 2005 · Deixe um comentário

Uma briga continua se desenrolando no UHF, ou naqueles canais de números baixos nas TVs por assinatura. O programa MixTV, o maior “Shop Clone” de todos, voltou ao ar depois de ficar fora do ar por 3 semanas. Agora sem os apresentadores Cris Mello, Jane e Oswaldão, o programa tenta se distanciar um pouco do Shop Tour e assumir, entim, que não é o Shop Tour.
Esse distanciamento inclui boletins de notícias apresentados pela antiga equipe da então CBI, que fazia o minúsculo telejornal da emissora, dicas culturais feitas por repórteres (que provavelmente devem ser da UNIP), videoclipes patrocinados pela rádio Mix FM, e até mesmo reportagens de Max Fivelinha feitas na SP Fashion Week!
Na verdade, o CBI deixou de existir e toda a emissora agora se chama MixTV.

E no horário nobre, algo que virou notícia em todo o país: reprises de antigas edições do G4 Brasil, produzido por uma produtora que um dos sócios é filho do presidente Lula, e que recebeu uma megainjeção de dinheiro da Brasil Telecom. O G4 Brasil parece que saiu do ar na MixTV e só continua normalmente alguns canais abaixo, no VHF 13 da Band, com edições inéditas. [EDIT: na verdade eles assumiriam depois o Canal 21, que passaria a se chamar PlayTV e se tornaria mais um concorrente da MTV junto com o canal 16.]

Mas o mais ousado é algo que estreou sábado passado, o Link Mix – comerciais feitos ao vivo. Era uma sugestão que eu ia dar pro Luiz Galebe (que inclusive leu este blog!) mas que por argum motivo, não me lembrei de escrever. Não sei se o “ao vivo” fere um pouco a proposta original do Shop Tour, mas transmitir ao vivo é prerrogativa de uma emissora de televisão, como agora o Shop Tour é, mesmo eles só tendo (eu acho, nunca estive lá) um pequeno estúdio de chroma key onde se gravam alguns anúncios. [EDIT: O Shop Tour fez algumas entradas ao vivo em 2007, em um evento organizado pela própria emissora.]

Shop Tour reage, mostrando suas vantagens em relação ao concorrente.
Infelizmente os anunciantes não se importaram em anunciar em ambos os programas. Mas o Shop Tour, sempre com sua criatividade a toda prova, criou uma promoção onde pessoas flagradas com um adesivo no carro escrito “Shop Tour 46 UHF” ganham prêmios – e dos grandes, dados pelos anunciantes. A promoção está fazendo sucesso, claro, os prêmios são muito bons.

E hoje mesmo eu vi um novo anúncio, onde Luiz Galebe, dono do Shop Tour, mostra uma faceta desconhecida do canal: eles tem um departamento de atendimento ao consumidor.
Antigamente, se as empresas “mancavam” e não cumpriam o que prometiam nos anúncios, Galebe ia com a cara e a coragem e “desfazia” os anúncios, no quadro Shop Tour Denúncia.

Mas hoje a situação é diferente: o canal negocia a solução dos problemas diretamente com os anunciantes. Se os anunciantes não resolverem os problemas e forem alvo de muitas reclamações, o Shop Tour tira do ar os anúncios temporariamente. Se ainda assim a situação não se resolver, o canal faz a chamada “propaganda de defesa do consumidor”, descendente do S.T. Denúncia.

E é impressionante como isso está funcionando! Há 10 anos atrás, no Shop Tour Denúncia, eu me lembro que mais ou menos a cada 3 meses, umas 4 ou 5 empresas eram denunciadas – inclusive um “peixe grande”, a B&H Photo. Galebe foi mal atendido por essa loja em 1996, mas com a repercussão do caso no meio dos produtores independentes, hoje em dia a B&H tem atendimento e até mesmo catálogos em lingua portuguesa.
[EDIT: Não foi nada disso. A B&H Photo é controlada por judeus ortodoxos, que pelo visto acabaram meio que batendo de frente com Galebe, de ascendência árabe. A loja chega a fechar vários dias seguidos por conta dos feriados religiosos judaicos - pra outras lojas isso seria tomar um prejuízo do caramba! E o atendimento em português é talvez consciência de sua própria história, porquê os primeiros judeus a chegarem aos EUA vieram de Pernambuco, Brasil, e hoje, nos EUA eles - ortodoxos e não-ortodoxos - fazem e acontecem nos meios de comunicação além dos estúdios de cinema. Para quem não consegue ir com a cara deles, eu sugiro o nosso fornecedor alternativo, a Markertek.]
No ano passado, segundo dados do próprio canal, mais de 99% dos casos foram resolvidos e só 1 resultou em propaganda de defesa do consumidor (que eu nem vi). Neste ano, 100% dos entreveros entre consumidores e anunciantes do Shop Tour foram resolvidos por intermediação do canal. E o pessoal começa a se tocar de que, é como eu sempre digo, “quem não se competece, não tem estabelência!…”
É nesse ponto que o Shop Tour ainda dá uma surra na Mix. Vocês notaram que não tem link pra Mix TV, é que enquanto o Shop Tour tem site na Internet desde 1996, a Mix TV está fazendo um site que começou a ser feito (segundo o Google) na última sexta-feira e que ainda não está no ar… E a batalha continua!
Leia no post abaixo sobre o programa mais falado da TV brasileira, o “Pânico na TV”. E em ICBIT’s: Horror! Conheça os Loonatics, o desenho que está desagradando público e crítica.

Categorias: 171 · Shop Tour · polêmica

Momentos obscuros da TV Brasileira, parte… já perdi a conta

Junho 29, 2005 · Deixe um comentário

- O Programa do Ratinho tem algumas injustiças em sua história. Uma delas já foi corrigida: recentemente Eduardo Mascarenhas voltou a ser o Xaropinho, um personagem que, pelo que pareceu, foi meio que “arrancado” dele em 2000, como já dissemos neste blog [Atenção, segundo o próprio, não é bem isso]. Mas uma outra injustiça permanece até os dias de hoje.
O negócio é o seguinte. No final de 1998 o cantor Neo Pinel se apresentou no programa com seu “one hit wonder” Arruma a Mala Aí. Um forró com uma idéia sensacional, a letra era cantada com um sotaque nordestino exagerado e parecia que era em árabe! E você acredita que todo o júri presente não gostou?…
Mas de “Dako é bom” (com a marca de fogão em oxítona), e outras letras menos votadas, como “Eu só quero se for [vitamina] D” as opiniões são bem mais generosas… Apesar da negativa do programa, a música aparentemente fez algum sucesso e pode ser encontrada até hoje nos softwares P2P. Neo, se você estiver lendo: da sua música eu gostei, rapaz.
[A música, na verdade, é do conjunto Bando de Conga, auto-intitulada "a pior banda do mundo".]

- Agora que o programa mudou de perfil eu posso falar… Em 2004, o Santos (não o Alvinegro Praiano, o do Programa do Ratinho) fez um trote telefônico com uma senhora que não suportava ser chamada de “mimosa”, algo assim. Apesar da pessoa que respondia o telefone estar com um mosaic, eu notei na hora que era tudo uma armation!! A interlocutora de Santos era Gel (nem sei se escreve assim), uma atriz que já fez pegadinhas no Topa Tudo por Dinheiro e no Canal Aberto/Eu Vi na TV, em 2003. Reconheci a voz dela na hora, devido ao trabalho que eu me dei, de, em carater privado, fazer uma fita editada com várias pegadinhas do João Kleber, pra aprender a usar o Adobe Premiere. Calma, JK, eu já aprendi. A usar o Premiere, of course.
(Embora seja pouco provável que eles me contratem, me parece que na RedeTV! eles usam o Final Cut, um software desenvolvido para deixar doidos os editores que vêm dos PCs.) [Desde 2006 uso o Final Cut no meu emprego, esse programa é muito bom, chega de BSoD quando você vai "colocar a cereja em cima do bolo"!]

- Mas nada se compara quando – detalhe, no SBT, não na Record – Ratinho fez uma pesquisa telefônica perguntando se as pessoas queriam ver um suicídio. O resultado da pesquisa foi mais de 90% de SIM, o que fez o apresentador tremer nas bases e se recusar a mostrar as cenas. Tudo bem, nesse dia, Ratinho foi sucesso de crítica, só que tem um negócio: uma edição feita pelo programa, falando sobre o tema, matou a curiosidade mórbida de todo mundo e mostrou os momentos finais de um outro suicídio, de uma mulher que se jogou de um prédio. Ou seja, o tema que eles não queriam mostrar, sem querer eles mostraram!!

- Enquanto isso, na Record… No programa Leão Livre, feito naquele inesquecível 1998, onde Gilberto Barros era o “Wagner Montes” da hora (Gilberto apresentava 3 programas diários na emissora, enquanto Wagner apresenta hoje em dia dois programas diários em duas emissoras diferentes, no Rio de Janeiro) uma mulher se queixava de que tinha características masculinas, ela tinha veias que saltavam nos braços. Que nem a minha personagem Jennifer, a empregada da Rosalyn – mas deixa pra lá, essa vocês não conhecem. [Já é o artista!]
E sabem qual a solução que Gilbarros Berto propôs ao problema? RPG!!! Reeducação Postural Global, que não tem nada a ver com isso!! E depôisio reclâmiam do Seu Creysson! (Mas que na Record tem uns equipamentos aparentados da Perla, isso tiene.)

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Vamos puxar um dedo de prosa… Aaai!

Junho 19, 2005 · Deixe um comentário

Eu tinha falado sobre esse assunto na época, mas resolvi apagar o tópico. Mas agora eu resolvi voltar ao caso Cicarelli… e não é sobre o casamento do castelo de Chantilly. É sobre o suposto lance de certas coisas nela serem repetidas, além da letra L em seu nome…

Eu tomei um susto dos brabos quando eu assisti ao programa onde ela calçava as Sandálias da Humildade, onde ela aparece com 6 dedos no pé direito – e isso bem antes que o locutor chamasse a atenção para o fato! Quase que não durmo (por trabalhar quase o dia inteiro aos domingos, eu assisto a gravação que eu faço no vídeocassete, lá pelas 11 horas da noite.) E graças ao Pânico na Tv eu fiquei contando os dedos de todo mundo que eu via por um bom tempo.
Já tinha visto algo semelhante no programa “Hora da Verdade” – mas esse era de verdade.
O que não é o caso de Daniella Cicarelli! O Pânico fez uma montagem de um fragmento da mesma imagem parada, e o programa de composição de imagens (praticamente qualquer um, hoje em dia) pode fazer essa imagem se movimentar junto com o resto (assim como eles faziam para censurar os rostos das vítimas do quadro “A Hora da Morte” com caras do Clodovil e do “Homem Grito”, por exemplo.) Como diz o Rezende, “raciocina comigo. A partir daí…”
Pense bem. Vesgo e Sílvio recepcionaram a modelo, no dia, em um estranho set de filmagem montado na rua, perto da MTV, onde havia um fundo azul. Por quê será, hein?… Para facilitar eventuais composições, quem sabe? Além do mais, seria infinitamente mais difícil criar um sexto dedo nas MÂOS dela, que se movimentam muito mais e podem ser vistas de muito mais ângulos, se a pessoa está de pé.
Foi um trabalho de mestre, deve ter demorado alguns dias pra colocar os keyframes e renderizar, mas foi uma montagem.
Sem falar que Cicarelli muito dificilmente seria a grande modelo que é se ela tivesse restrições ao seu trabalho impostas por sua própria aparência física. E outra coisa: seus ex-namorados famosos provavelmente já teriam espalhado isso antes. Seria uma maldade das grossas, mas poderia vender bastante revista.
E mais um detalhe: a montagem do Pãnico fez a modelo ter um pé mais LARGO que o outro – mas quando ela é mostrada naquele evento em que ela desfila de biquini e salto alto, sob os olhares de Ronaldo Nazário na platéia, em nenhum momento parece que ela estaria “espremendo” um dos pés nos sapatos que usa na ocasião.

E se tudo o que eu disse não te convenceu, leia a coluna social (nunca me lembro o nome da pessoa que escreve) da Folha de São Paulo de hoje. Lá tem foto e tudo, que mostra que isso foi mais uma armação, de deixar Tarde Quente e Canal Aberto (fase séria de ambos os programas) no chinelo! Ou melhor, nas sandálias…
(O pior de tudo é que o Gugu caiu nessa feito um patinho, ou melhor, feito um Igor C. Barros, e trouxe ao palco do Domingo Legal um cara que… bem, hoje se sabe, “nada tem em comum” com a Cicarelli a não ser o branco dos olhos.)

Ou você também acha que a Daiane dos Santos usa cabos presos na cintura, como mostrado no programa seguinte?… Eu só não sei qual programa que fez aquilo, mas hoje em dia a computação gráfica simula tecidos balançando e uma porção de coisas mais. Taí os longas animados como Madagascar, Procurando Nemo, O Espanta Tubarões, etc… (para desespero dos animadores tradicionais, mas aí já é outro tópico).

Acreditar ou não acreditar, eis a questão…
É mole ou quer mais?… É chato isso, eu vim de um lugar, a universidade, onde o “quente” era não acreditar em nada, e por isso eu saí de lá (acredito em Deus, tanto a ponto de me irritar com tudo aquilo – embora a maioria dos meus colegas de fé não ache nada de mais quando estão na faculdade. Sei lá.).
Aí, já na vida rela, eu caio do cavalo, ao duvidar do fato que o intérprete do Quico do Chaves não tem nada dentro das bochechas (é sério, Carlos Villagrán deixa as bochechas “duras”, ele só tem músculos estriados no rosto). Aí depois o pessoal me vem com uma história que acharam um esqueleto de 8 metros de altura, que na verdade seria uma montagem do site Worth1000 e eu caio do cavalo de novo. Enfim, eu nunca sei quando acreditar e quando não acreditar!!! É claro que não tem como saber mesmo, mas eu fico mó arrasado.

Um abraço a todos, muito obrigado.

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Nitroglicerina pura! Padrinhos Mágicos = Haroldo ÷ 2 ?…

Dezembro 22, 2004 · Deixe um comentário

“Boa noite! Começa aqui 100% Brasil, o seu programa semanal de entrevistas e debates…” Opa, peraí, este é o blog SodTV! do Igor C. Barros! Mas este caso é digno de um programa investigativo como esse. Se liga na parada.

Um dos maiores sucessos da televisão hoje, em matéria de desenhos animados de TV, se chama Os Padrinhos Mágicos. Na história, o garoto Timmy O’Toole é acompanhado pelo casal Cosmo e Wanda, auto-denominados fadas, que se transformam em qualquer coisa (tipo “Supergênios Ativar”) e podem realizar seus desejos mais obscuros. Aí acontece de tudo, pois o desenho é uma das raras produções dos anos 00 em estilo cartoon pra valer, sem ser um Jonny Quest ou Giaijôu da vida. [EDIT: não conhecia Bob Esponja nessa época, e olha que o Bob começou em 1999]

O caso é que, como bom leitor na minha adolescência do jornal Gazeta Merc… digo, O Estado de São Paulo (hoje em dia parece que eles tomaram jeito, penso em voltar pra eles porquê seu concorrente consegue me irritar com suas posições sobre determinados assuntos) eu lia uma das poucas coisas do jornal que me interessavam… a tira do Calvin & Haroldo (Calvin and Hobbes), sempre no Caderno 2. Tenho umas 200 coladas em 2 cadernos que eu montei em 1992 e 1993. Os cadernos estão quase desmanchando, porquê triplicaram de volume, feito as agendas das garotas da mesma época…

Calvin foi criado em 1985 pelo então universitário Bill Watterson, hoje mais ou menos na casa dos 43 anos. Era apenas uma criança que carregava um tigre de pelúcia e era um coadjuvante em outra história, sendo o irmão mais novo de um cara de uma turma de universitários. Mas a história mudou. Saíram os universitários, Calvin e seu tigre ficaram. E “Haroldo” Hobbes ganhava propriedades de realismo fantástico, se transformando em alguém capaz de se comunicar e até mesmo de trucidar Calvin, como um bom tigre que se preze.

O caso é que Bill Watterson é um dos cartunistas mais marrentos que se tem notícia. Não sei se inclusive seria um caso de sociofobia. Todo o seu contato com o mundo exterior se dava por andanças de bicicleta (adaptadas para o personagem sem nome que era pai de Calvin) e pela mediação empresarial de sua esposa, Melissa (que eu tenho dúvidas se seria Melissa Clark, criadora da série Sorriso Metálico.)
E Watterson recebia muitas propostas, das mais variadas possíveis, para merchandising e produção de desenhos animados com seus personagens. Todas rejeitadas pelo autor. Uma pena, na minha opinião, Calvin teria potencial para ser uma das melhores séries animadas de todos os tempos, poderia até emparelhar com o Snoopy. Isso também foi um dos motivos que me levaram a investir pesado nos meus próprios personagens, mas vamos em frente.

Bem, o que acontece… Aparentemente, “Padrinhos” bebe na fonte que foi Calvin, produzido de 1985 até o final de 1995. O desenho tem várias semelhanças com a série, e parece que “quer ser” o que poderia ter sido o desenho animado do Calvin. Senão, vejamos:

C&H – Calvin é um menino baixinho e de pernas curtas (só no visual, na série é consderado normal).
PAM – Timmy Turner um menino baixinho e de pernas curtas (aparência considerada normal). MÂS…
enquanto Calvin tem 6, ele tem 10 anos, e Calvin não tem sobrenome especificado.

C&H – Tem um cabelo arrepiado, meio despenteado, que lembra ligeiramente
o logotipo das olimpíadas de Sydney.

PAM – Não é loiro, usa boné, mas também tem um cabelo
da mesma forma (mas isto também é considerado normal
)

C&H – É filho único e mora em uma casa com chaminé, garagem, etc.
PAM – É filho único e mora em uma casa (com chaminé, garagem, etc.).

C&H – Ao contrário do que acontece em muitas HQs
e desenhos envolvendo crianças, seus pais falam e são mostrados por inteiro. Apesar disso, eles não têm nomes.
PAM- Ao contrário do que acontece em muitas HQs
e desenhos envolvendo crianças, seus pais falam e são mostrados por inteiro. Apesar disso, eles não têm nomes.

C&H – Seus pais não se dão muito bem com ele, há brigas, são considerados um tanto ausentes e acabam protagonizando momentos até dramáticos na HQ.
PAM – Aqui uma das poucas diferenças. Os pais do personagem são ausentes, às vezes irritam Timmy, mas de forma cômica, tipo assim, uns babacas totais!

C&H – Há um personagem com o qual só Calvin é capaz de se comunicar, quando está sozinho: Haroldo, seu tigre de pelúcia.
PAM – Há dois personagens com os quais só Timmy é capaz de se comunicar: Cosmo e Wanda, seus peixi… quer dizer, padrinhos mágicos.

C&H – Sofre nas mãos da babá adolescente Rosalyn, mas meio que consegue revidar, às vezes com a ajuda do personagem com o qual só ele consegue se comunicar..
PAM – Sofre nas mãos de uma babá adolescente, Vicky, mas meio que consegue revidar, com a ajuda dos personagens com os quais só ele é capaz de se comunicar. MÂS… Vicky seria capaz de irritar Rosalyn (a “minha” e a do Watterson) com suas maldades, que se estendem a todas as outras crianças!

C&H – Personagens adultos já estranharam o tigre de pelúcia Haroldo, achando que ele tem algo de diferente.
PAM – Personagens adultos já suspeitaram (e outros até tem plena certeza, embora sejam tomados como loucos) da existência dos Padrinhos Mágicos.

C&H – Calvin vive grandes aventuras em sua imaginação – e outras às vezes tão fantásticas quanto na realidade.
PAM – Uma das poucas diferenças, nada é imaginado por Timmy, aqui tudo é (sur)real.

C&H – Calvin apanha na escola de Moe, um bullyer profissional
(como tantos que passaram pela vida deste webmaster)

PAM – Timmy também apanha na escola de um bullyer profissional -
que inclusive também se veste de preto !!

Assim que eu me lembrar de mais coisas, eu edito este poste! Obrigado a todos, tenham um bom domingo, e até a semana que vem. Boa noite. “Uáááááá… Tac tacum, tac tacum… Tiguidiguidida tiguidiguiduda sap sap sap pa riá… Uááá uááá uááaaa…”
“Este programa é uma produção independente! Todo conteúdo é de responsabilidade de seus idealizadores…”

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Você sabia? Chaves tem episóidios cancelados!

Novembro 12, 2004 · Deixe um comentário

Esta muita gente que esta lendo este blog não conhece. Como todos sabem, o programa “Cor-de-Rosa” acabou e em seu lugar entrou Chaves. Aquele carinha mexicano, que usa boné de orelha, que apanha do Seu Madruga, etc. etc.
Pois é, mas na última quarta-feira aconteceu algo interessantíssimo. Foram exibidos três episódios (com cortes grotescos, mas enfim) nos quais Seu Madruga se torna um “ropavejero”, algo muito comum no México, um sujeito que vende de porta em porta coisas usadas, uma função que o próprio Madruga chama de “Agente especializado em compra e venda de objetos para o lar”.
A terceira parte, porém, tem algo curioso: trata-se de um episódio cancelado. Ou seja, é um episódio da série que por motivos arbitrários (hoje se sabe), mas ainda obscuros, não era exibido desde 1992.
Assim como vários outros que talvez você já tenha ouvido falar, como a história na qual Quico (aquele, de bochexas grandes, que fica brincando com um bolão) engole um radinho de pilha: quando ele abre a boca ele fica com a voz do vocalista do Earth, Wind & Fire (graças a dublagem brasileira) e a gente se micta de rir.

Desde 2003, quando alguns desses episódios finalmente foram exibidos durante uma semana apenas, por pressão do programa da Sônia Abrão, é a primeira vez que se vê um episódio desses no ar. O que enche os CH-maníacos (CH de Chaves e Chapolin) de esperança de enfim poder rever episódios como esses, que mesmo sendo muito diferentes dos outros, também são muito engraçados.

Aqui vão alguns exemplos de episódios cancelados de Chaves e Chapolin:
- Chapolin usa a “Peruca de Sansão”, fica forte pra caramba e sai quebrando tudo
- A turma do Chaves conhece o Seu Madroga, que é primo do Seu Madruga (ele não usa bigode e usa uma toquinha, mas no resto é bastante parecido com o primo).
- Chapolin luta com o karateca Shimpato Yamasaki, um cara gordão (na verdade é o ator que faz o Seu Barriga – e, engraçado, deveria então ser um lutador de sumô!)
- Chiquinha faz muita gente achar que está com sarampo quando brinca com uma canetinha hidrográfica (há uma discussão se existiria este episódio ou não).
- Chaves vende refrescos em sua famosa “Tienda del Chavo”, mas sem esse nome, ele fica no segundo pátio da vila e prepara os refrescos em um apartamento vazio. Os refrescos na verdade tem sonífero e Chaves bota todo mundo pra dormir.
- Os Insetos, primeira versão – nesta se vê claramente os caras COMENDO os bagaçaman e o final é literalmente explosivo. Ah, “versão”? É isso mesmo, no México, as melhores histórias acabavam sendo gravadas umas 4 ou até mesmo 5 vezes contando os episódios inéditos no Brasil – Chaves começou por volta de 1971 e terminou oficialmente em 1992, em um episódio que ninguem imaginava que seria o último.. [EDIT: Os fãs da série já contabilizaram que, para certos roteiros, podem haver incríveis 6 versões diferentes, desde o começo dos anos 70 até 1995.]

Veja maiores detalhes sobre o assunto e a série em “Tinha que ser o Chaves” (olha o jabá!)

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Momentos Obscuros da TV Brasileira – II

Novembro 8, 2004 · Deixe um comentário

- 1987 ou 88, não nos lembramos bem. A senhora Adriana Calcanhoto de Aquiles afirma, em um comercial, que pode comer quantos potes de sorvete diet da Kibon quisesse que não iria engordar nada. Na realidade, o sorvete seria o que se conhece hoje como light, isso é, assume que não possui 0% de calorias e gorduras, e portanto engorda. Não satisfeita, pra me sacanear, ela esconde a versão estúdio de “Grand’Hotel” e que não consigo achar de jeito nenhum no Kazaa, mas isso já é outra história…
- 1991. No programa da Rede Globo Bobeou Dançou, o primeiro programa apresentado por Xuxa dirigido aos adolescentes, o programa terminava com uma gigantesca algazarra nos estúdios, que eu não sei se seriam da Maragoa, Tycoon ou Herbert Richers, porquê a Globo não tinha estúdios daquele tamanho ainda. Mas o fato estarrecedor é o seguinte. No final do programa, enormes sacos plásticos cheios de salgadinhos eram despejados em cima da patuléia… ops, digo, platéia. Gente do céu, onde estão essas pessoas? Será que elas sobreviveram a tamanho festival de microorganismos? Porquê a galera comia mesmo aqueles salgadinhos jogados pela apresentadora e por outras pessoas da produção! Claro, em 91 apenas o humor estava em alta, o bolso dos brasileiros estava vazio graças ao Hernandito del Polvo. Ah, os salgadinhos eram desses de segunda categoria, equivalentes aos “Lucky” da vida hoje em dia.
- 1992, Escolinha do Professor Raimundo: Porquê todos tinham a nítida impressão de que Chico Anysio (não o personagem, o ator mesmo) tinha uma certa antipatia por um grupo de pessoas da classe (Mário Tupinambá, Castrinho, Rony Cócegas, César Macedo e Orival Pessini)? O pior é que tudo o que se imaginava na cabeça das pessoas se tornou realidade, porquê foram precisamente essas pessoas os fundadores da Escolinha do Barulho! …
Que não sei se sentem vingadas pela situação atual de Chico Anysio na Rede Globo.

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