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Marcelo Rezende, que estava fora do ar depois de um período na RedeTV!, foi contratado pela Band. Craro, para um programa jornalístico próprio, o que pode ser uma boa. Bandidos, tremei - ou sintonizai na Band, esse aí é phera. Na época do caso do “falso PCC” do Gugu, Rezende colocou no telefone um integrante da verdadeira facção criminosa, dizendo que aquela estratégia anunciada pelos “Alfa” e “Beta” seria equivocada, pois colocaria a sociedade contra eles. Aí que eu comecei a entender os bagúio, mano.
Mas a contratação que mais me surpreendeu foi a do jornalista Daniel Castro, que estava na Folha e vai sair de lá para dirigir o talk show de Gugu Liberato no canal Record News. Muitos mal acreditam, porquê DC, um dos críticos de TV mais lidos do Brasil (além de exclusivo para assinantes do UOL, e deve ter gente que assina o UOL só por causa dele), foi um dos vários jornalistas à tecer críticas à Record e a IURD, e principalmente à ambas.
Então, se cuidem, Patrícia Kogut, José Armando Vanucci e Flávio Ricco… Além da Record News, o portal R7 também anda fazendo propostas, inclusive para eventuais desafetos do grupo Record, como o dono desse blog, que recusou a proposta deles.
Salt Cover de luxo
Eu devia ter falado antes: o reality show A Patenda, produzido pelo UOL, é melhor do que o original, rerere… Taí uma amostra do que a Salt Cover poderia vir a ser se tivesse um sponsor por trás. Aliás, algumas das primeiras gravações que eu fiz em 1995 também eram com bonecos. O Fernando Muylaert, o MuyLoco – atualmente no programa da Eliana, no SBT – também já fez isso – e gracias a Dios, melhor do que eu. A Patenda pode ser assistido na TV UOL – em breve os links diretos.
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Apesar de alguns programas que não me dão a menor vontade de conpherir, como a 346a. versão de Betty, a Feia, entre outros, há dois programas que estão para estrear na Record que chamam nossa atenção: a versão brasileira e conforme manda o figurino de The Price is Right (se a Record fizer a lição de casa direito vai ser um programaço) e um programa que vem por aí em janeiro de 2010 apresentado por Marcos Mion, que será um programa de humor na linha de Pânico na TV e/ou CQC – podendo inclusive contar com alguém vindo destes programas.
Será que vem ainda mais conphusão por aí? Afinal, MM aprontou tudo e mais um pouco no programa Descontrole, produzido pela Band em 2002, e que antecipou algumas coisas do que viria a ser o Pânico na TV, inclusive tendo no elenco alguns de seus futuros integrantes. E arrumou briga com João Kleber (que, a propósito, teria sido o pioneiro na imitação cena a cena de videoclipes no Brasil), com a MTV, com Deus e o mundo, de uma maneira que talvez nem o Pânico na TV faria depois com seus desafetos! Mas, na Record a coisa é diferente, pela estrutura muito maior (a Band tem 2 estúdios, a Record tem 12 em São Paulo e 7 no Rio…) e pela emissora aparentemente parecer ser, juridicamente, mais forte do que a Band – aquela multa da Xuxa a Record pagaria logo de cara, em vale-refeição, com direito a “beijomeliga”. Quer dizer, Mionzêra tem tudo para decolar e quebrar certos tabus que perseguem os ex-MTVs. Enfim, a Record mais pra frente promete, vamos ver se não é promessa de político…
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O programa Tudo a Ver, da Record, deixou saudades, pelo menos a primeira fase dele, com Paulo Henrique Amorim, às tardes. E terminou de forma melancólica, com Patrícia Maldonado, depois do Jornal da Record, com um conteúdo meio, sei lá, parecido com aqueles quadros do Tentação ou Todos Contra Um do SBT, às vezes resvalando no tenebroso programa de televisão do Guinness Book. Bem, é desse último jeito o novo programa da Band, lá, escondido depois do R.R. Soares, o Video News. Um programa, claramente, com o objetivo de preparar a mudança de audiência para os programas que vem a seguir, como o CQC e sessões de filmes.
Mas pensa que ela esqueceu? Mais cedo, na própria Band, onde está atualmente, Patrícia Maldonado faz praticamente o seu antigo “Tudo a Ver” dentro do programa Dia Dia. Como ela diria numa hora dessas, haja material…
Ah, finalmente alguém passou o pen drive dentro da Globo, e a abertura do Casseta & Planeta já é com a fonte GloboFace (não confundir com Poker Face, expressão que anda muito mais famosa ultimamente…)
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O programa No Coração do Brasil, da Band, vem tendo um apresentador novo, mas com um ar um tanto familiar… trata-se de Joel Datena.
Mais um da “segunda geração” da Band, que nem o Felipe Andreoli e Fábio Lucas Neves (por sua vez, o repórter Luciano Júnior, não tem parentesco com Luciano do Valle).
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O canal de televendas comprou horários, ainda não divulgados, na Band e na RedeTV!. O canal foi reforçado com mais 100 posições de atendimento, para essa nova fase na TV aberta, e planeja também entrar no SBT – habitat não tão estranho pra eles, já que Ciro Bottini é um dos apresentadores do Teleton (aliás, por pouco não flagrei a estreia dele, assisto o Shoptime ininterruptamente desde 1996, só parei anos depois porquê a qualidade da imagem caiu muito e eles entraram naquela onda de ficar vendendo conjuntos de cama, quando tiver conjunto 600 fios dos Looney Tunes me acordem.)
Ao contrário do que dizem os colunistas, não é a primeira vez que o Shoptime está na TV aberta. Em 1998, durante alguns meses, aos sábados à tarde, estiveram na mesma TV Gazeta, que hoje tem como carro-chefe o programa BestShopTV.com, um programa bem feito e bem apresentado, inclusive com ex-STs como Viviane Romanelli.
Na época, o Shoptime poderia ser considerado o melhor programa da Gazeta. Mas, 11 anos depois (canal 11 VHF, que coincidência), a emissora cresceu e aumentou muito a sua qualidade, inclusive de programação (98 foi o auge do Festa do Mallandro, dscurpaê, Serjeta!). O BestShopTV salvou a Gazeta a ponto de contratos programas independentes não serem mais necessários para a saúde da emissora, e hoje vai ver o que acontece, coisas como Ronnie Von trocar de cenário a cada 3 meses, e cenários assinados pelos mais prestigiados decoradores e arquitetos do Brasil. (Só faltava passar uns animes em horários alternativos, aí ficaria perpheito…)
Desde 2005 o Shoptime não é mais da Globosat, ele é do mesmo grupo que controlava o Submarino e que adquiriu a Americanas.com, lojas que para alguns são gente fina e para outros, uma dor de cabeça. Que para você possa ser a primeira opção… Outra curiosidade é que, gradualmente, a pequena família de Ciro Bottini está migrando para a frente das câmeras.
Então, se você tem dinheiro, “compre, compre, compre!” (Pronto, já fui acusado de “comunista” porquê não tinha condições de ir no McDonald’s, agora daqui a pouco os comunas estarão aqui para me chamar de capitalista.)
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O quadro Pra quem você tira o Chapéu recebeu uma multa da Justiça Eleitoral, quando o programa era na Record. A multa refere-se à um elogio de José Messias ao então candidato Paulo Maluf – as imagens chegaram a ser usadas pelo mesmo em uma campanha (“Eu não gosto do Paulo Maluf… Mas eu gosto de São Paulo!”, dizia o jurado. Já já alguém põe isso nos YouTubes da vida.) O programa foi multado em 50.000 reais, que Raul pagou do próprio bolso – observe que a justiça decidiu ser “ishperta” só desta vez e cobrar de Raul, não da emissora. E, com isso, teremos mais calouros berrando na nossa orelha nos próximos anos. A Eletropaulo agradece, agora já pode faltar luz todo final de semana no Morumbi que ninguém vai notar. Sugiro que o quadro seja clonado e adotado pelo programa do Ratinho ou pela TV Kajuru…
Uma boa novidade na seção Blogs e Colunas do UOL Televisão é que saíram alguns blogs que não eram atualizados há anos, e entraram mais dois.
Um já estava mais que na hora de entrar nessa lista, o Parabólica, de José Armando Vanucci, e outro cuja importância é relativa, o blog Pânico na Internê, do Pânico na TV, que o próprio pessoal do programa não bota muita fé nele – neste, o forte são mais os comentários, que são sem moderação, ou com moderação ultra-liberal, em 2005 esses comentários eram o que o Orkut seria em 2006 e o Twitter está sendo agora, aquele lugar secreto com informações mais secretas ainda.
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Uma coisa que incomoda um pouco no programa Jogo Aberto é a necessidade de fazer propaganda dos narradores de futebol da casa. Os gols de jogos transmitidos pela Band são transmitidos invariavelmente com a narração original. Repare só. Para quem não é fã do “núcleo Luciano do Valle”, fica um pouco difícil.
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Apesar de residir em São Paulo, capital, eu fico imaginando o que o pessoal que mora em outros lugares deste país deve sentir quando a rede é dividida atualmente, no programa Jogo Aberto, da Band. No mínimo, devem se roer de raiva, se perguntando se não haveria algum site andergráund que transmitisse a Band-13 de São Paulo, sei lá…
Ás vezes, programas do gênero convidam pessoas que não tem muito a ver com futebol. Então ok, imagine que Ary Toledo está contando uma piada do show dele no JA, e antes do final… Punho Titânico de Pegasus! Dividida a rede! Agora dá pra sentir o drama, certo?…
Telespectadores da Band de fora de São Paulo: estou certo, é por aí?…
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Marcelo Tas informa: deputado Flávio Bezerra (PMDB – CE) pediu “providências” a respeito do programa CQC!
Eles nem voltaram ainda e já estão começando a lembrar certos antecessores de seu segmento de público na mesma emissora. Ou o mundo se esqueceu do nefasto dia em que um advogado do Grupo Abril/Naspers quase tirou a Band do ar por causa do programa Descontrole?… Mas continuamos aguardando a volta ao ar do programa argentino mais querido do Brasil, parece que no dia 2 de março, en la tela de la Buend.
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Hoje, com insônia (estou com insônia pelos motivos abordados no blog principal…), acordei as 7 e pouco da manhã, e liguei la telebisión. E tive uma grata surpresa: quem dividia a bancada com Fernando Vieira de Mello no Primeiro Jornal da Band era Marina Machado, uma jornalista muito competente cujo trabalho conheci na AllTV (quando esta fazia parte da TV a cabo), na qual rolaram as misteriosas tretas dos bastidores da emissora (ah, isso rendia outro blog…), ela se fué, e foi ser repórter do Canal 21, e não tardou a apresentar telejornais, naquela saudosa época em que eu assistia Ranma 1/2, depois o Medalhão Persa…
Bem, como vocês sabem, devido a motivos diversos, a Salt Cover, do jeito em que se encontra atualmente tem mais programação do que o Canal 21. E, finalmente os bicolores (verde e amarelo) do Morumbi se tocaram, e transferiram ela para o canal principal do grupo. Já vi tantas apresentadoras novatas darem vexames na frente das notícias, coisa e tal, e desde os tempos de AllTV, Marina Machado era exatamente o contrário. Por mim, ela já podia apresentar qualquer telejornal da Rede Globo.
Só o chato dessa história é que o Primeiro Jornal é o telejornal menos assistido dos canais abertos da TV brasileira, abaixo desse só os telejornais de canais a cabo como TV Aberta, Canal de São Paulo, TV Assembléia e outros. Quem sabe isso não começa a mudar, sei lá. Um crítico de TV, não sei se o Flávio Ricco, até sugeriu que a Band nem tivesse telejornais nessa faixa de horário.
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