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Entradas categorizadas em ‘comerciais’

Ma é a faculdade, ôeeee!

Agosto 25, 2008 · Deixe um comentário

Uma faculdade particular tinha um comercial, no qual estrelava Celso “The Forgotten One” Portiolli. E agora, outro comercial tem Hermano “Pai do André” Henning.

Ou a pessoa que planeja esses comerciais tem uma brilhante visão de marketing, a ponto de requisitar garotos-propaganda que ninguém pensa neles pra fazer isso, ou a faculdade faz parte do Grupo Silvio Santos

Categorias: SBT · comerciais
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Sojas, mórbida semelhança

Julho 2, 2008 · Deixe um comentário

Alguém já assistiu o novo comercial da Sakura? Infelizmente não se trata da a estudante com uniforme de marinheiro da série Street Fighter Alpha (Tem outras, mas eu vou mais com a cara dessa… dscurpaê), e sim, da tradicional marca de molho shoyu.
Rapaz, as “sojas” do comercial são A CARA do protagonista da animação Vida de Inseto, cuspidas e escarradas! Pelo visto, alguém da Pixar andou postando alguma coisa no Rapidshare ou algo assim…. Essa ganhou até mesmo dos “três porquinhos da Seara” (1998), que só foram pra frente porquê o dono da empresa nunca assistiu Tiny Toon Adventures, os três eram a cara do Presuntinho

Categorias: comerciais · opinião
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Ah, esses comerciais de empreendimentos imobiliários

Junho 13, 2008 · 1 Comentário

Primeiro, eles inundaram a imprensa – já que não dava mais para inundar os outdoors, écstintos pelo Cassabe. Depois, inundaram a TV, começando pelo canal mais suscetível a isso, a Band. E os comerciais estão cada vez mais esbanjadores: primeiro, com “recordais”, depois com “globais”, depois com atletas olímpicos, agora até com a Turma da Mônica!!
Desculpem o que eu vou dizer, mas PATCHA QUE LA PÁREA, o que eles vão inventar agora, comerciais de prédio com artistas internacionais? A Sarah Jessica Parker já fez um de shopping… já já, pelo visto, teremos o quê então, Ray Romano falando “Qualidade de vida e comodidade em 2 e 3 dormitórios, pertinho do metrô Vila Carrão”?… Ou quem sabe Matt LeBlanc:”Tenha contato com a natureza sem sair de casa em Neoclassic Park! A apenas 20 minutos da Avenida Paulista!”
Ou Damon Wayans (que passa na TV aberta): “Venha para o Plaze de las Pombines. Mais de 40 itens de lazer, clube de campo, gazebo gourmet, ofurô palace, massagist bar, drink shop, stop-and-go, spork thug e muito mais!…”  Ah, faça-me el favuêr… (Daí eles me lêem isso aqui, pesquisam a meu respeito na Internet e fazem um comercial estrelado por Timão e Pumba…)

Categorias: comerciais · opinião
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Ê, Conar…

Abril 1, 2008 · Deixe um comentário

Não sei se eu cheguei a escrever sobre isso, mas um comercial da Claro mostrava uma menina cortando cabos de computadores com uma tesoura e conectando os módulos de acesso à Internet sem fio.
Pois é. Acaba de ir ao ar uma “inversão” desse comercial na qual a menina chega, e simplesmente conecta o módulo da Claro nos computadores. Y suê.
Me veio á cabeça uma coisa. Parece incrível, mas parece que os publicitários criam, e o Conar descria.
É, vida de publicitário não é fácil. E se eu tivesse concluído a faculdade que estava fazendo há 10 anos, era para eu ter sido um.

Categorias: comerciais

Efeito Casas Bahia?…

Fevereiro 16, 2008 · Deixe um comentário

Zé Luiz não tem sido mais visto no Shop Tour. Cada vez mais ele está fazendo os comerciais das Casas Bahia, fase Young & Rubicam – que eu já disse que os caras ás vezes se equiparam em nível de maletice à fase Fabiano Augusto…
O apresentador Alejandro Muniz, o “Agente do Consumidor” agora também aparece anunciando algumas das ofertas. Bem, palmas para o Shop Tour, porquê eu tive que raciocinar alguns minutos para ter percebido essa mudança…

PS: No site das Casas Bahia, há um incômodo anúncio que diz: “Casas Bahia paga direito autoral”.
Claro, a maior rede varejista do Brasil, com seus lucros astronômicos e certos, graças à honestidade dos pagamentos das classes C e D, pode. E, ao contrário de outras grandes empresas, eles abrem mão de um pouco de sua lucratividade com atitudes “século XIX” como essas.
O ECAD certa vez já baixou em um show no qual um conhecido meu estava nos bastidores, promovido pelos próprios autores das músicas que ali eram executadas, e digamos que eles ficaram inconformados ao saber que sairiam dali com os bolsos vazios… Sinceridade, é Marabraz na cabeça, mermão. É nóis. (Leia mais a respeito da “musa inspiradora” do ECAD aqui).

Categorias: Shop Tour · comerciais

Tá com um trocadinho sobrando?

Janeiro 24, 2008 · 1 Comentário

Então remeta-o à Rua Radiantes, 13, Morumbi, São Paulo-SP!
Gente, a Bandeirantes foi quem inventou que o comercial deveria ter 60 ou 30 segundos redondo – antes, os comerciais tinham qualquer duração (embora hajam dúvidas, muitos afirmam que foi a TV Excelsior que inventou isso).
E agora, a Band subverte essa regra, e quando você acha que está vendo um comercial, pimba, vê vários. Os “comerciais” da Dell e da NET (que eu tenha visto até agora) tem praticamente 3 minutos, em vez de um. E são infomerciais descarados, um degrau abaixo da Polishop, não videoclipes que já nos encantaram, como aquele comercial de jeans, não me lembro de quem, com Rosa Marya Colin cantando California Dreamin’, com a música inteira.
O comercial da Dell, especialmente, é uma tortura chinesa, você acha três vezes que vai acabar e não acaba! Talvez ainda role alguma paródia na tela da Cover…

Categorias: Band · comerciais · merchandising

Casas Bahia informam…

Janeiro 4, 2008 · 2 Comentários

Alguém já notou que Zé Luiz está gritando bem mais do que Fabiano Augusto? Reparem só… (Para ver um comercial das Casas Bahia, pense em um número de AUX a 299, digite no televisor e aguarde 1 minuto e meio….)
A turma das Casas Bahia fase Young & Rubicam está pedindo para ser tão sacaneada pelos sites de humor por aí quanto Phabiano…

Categorias: Notícias Níws · comerciais

Santander, o banco overdrive! Uhú!

Outubro 31, 2007 · Deixe um comentário

Agora há pouco, no intervalo do Jornal Nacional, entrou um comercial do Banco Santander que o som estava rachando de tão alto – é o comercial “Festinha do Felipinho”, um filme novo.
Bem mais do que nos dias anteriores, quando o som também era muito mais alto, mas não tanto.
Assim não vale, gente. Desse jeito, vocês não vão conseguir me tornar cliente do banco, a menos que vocês, aproveitando que acabam de comprar o Banco Real, “façam mais do que o possível” e criem uma espécie de conta universitária para não-universitários… que tal?

As emissoras não gostam de abordar esse assunto, mas novamente a tática de colocar comerciais com o som mais alto, acima da média de zero dB, está voltando à moda, embora hajam televisores no mercado que já conseguem ajustar o som automaticamente, pena que não é o caso do meu Mitsubishi de 20 anos atrás (com garantia até a copa de 1990) herdado do meu pai. Aliás, ele quebraria no meio da copa seguinte…
Ainda pego o meu tape-deck quebrado (com VU analógico), ligo na TV e faço uma medição…

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Comerciais: Os campeões de longevidade

Outubro 29, 2007 · 3 Comentários

Normalmente os comerciais de TV se renovam. Sempre tem uma novidade. Ou não…
Recentemente, uma campanha do Itaú com Fábio Assunção, Carolina Dieckmann e um terceiro global cujo nome me escapa, que propagandeava seu cartão Credicard Itaú, desenterrou um jingle de 1987, feito para o mesmo cartão. Ótimo, mas viejo and caquetic. Aliás, a versão original era melhor…

Falando em Itaú: alguém notou que a campanha onde as pessoas desenham uma arroba com um “i” no meio (Itaú, feito pra você) tem quase 10 anos? E com a mesma trilha sonora! E a mesma arrogância pra cima dos clientes dos outros bancos……………
Pra você ter uma noção da idade provecta dessa campanha, em uma segunda fase desses comerciais eles usaram aquela música “Pela Internet”, do ainda cantor de MPB Gilberto Gil (que ainda não era conhecido como “o pai de Preta Gil”). E nada de Web 2.0, Orkut, YouTube ou Blogger, a música dizia “Criar meu website, fazer minha home page…”
A campanha não parece tão idosa porquê foi nessa época que a logomarca passou a ser na fonte Myriad e com “i” minúsculo na palavra Itaú.

Durante mais de 15 anos (começou em 1986, mais ou menos), os comerciais de promoções de calçados da DIC tinham a mesma cara, os mesmos efeitos eletrônicos, a mesma trilha sonora, e se bobear, as mesmas bolas de plástico que eles davam de presente… Parece que essa loja phaliu, mas não foi por causa disso. Não conphundir com a prestigiosa DiC com “i” minúsculo, de um glorioso portfólio de desenhos animados.

Outra campanha que está demorando pra dizer adeus é a campanha da margarina Qualy, da Sadia. A campanha começou nos anos 90 e está no ar até hoje, também com a mesma música-tema, inclusive o ator que fazia os primeiros filmes já é adolescente, deve estar com uns 17 anos, por aí… Mas há alguns anos, a campanha aparece apenas em “flashes” no oferecimento de programas de televisão. Ah, quando a campanha começou, Lequetreque (Quem? O mascote da Sadia, rapeize!) era desenhado, hoje é em computação gráfica.

Mas o campeão, e que recebe menção honrosa por ter sido finalmente aposentado (ou não, segundo recentes comentários) foi o comercial da Feira Escandinava (o site não está carregando), onde um “viking” surgia em uma animação stop-motion com um monte de produtos da região: bacalhaus, chocolates, arenques… deve ter sido uma animação meio cara, pelos preços que essas coisas têm… “Tome cuidado, eles são bárbaros!”, dizia o slogan. Esse comercial, se não me falha a memória, é de um longínquo 1985, e possivelmente tenha sobrevivido por tanto tempo por ter sido gravado em fita de 2 polegadas, como as melhores telenovelas da velha guarda. E me dei conta de que ele não passa mais ao ver a foto do “viking de produtos escandinavos” no jornal, não na TV…
E pensar que, quando esses comerciais estrearam, Chaves já estava lá, caçando suas “largatixas”…

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