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- Primeiro, a RedeTV! inteira, jornalismo incluído, não está falando nada a respeito do caso Zina. (Nem a Sônia Abrão, que teria asunto pra 2 anos e meio de programa! Acho que ela já começa a sonhar com a Band…)
Segundo Fabíola Reipert, eles estariam ’se segurando’ para falar do assunto apenas no próximo Pânico na TV! Será mesmo? Creio que esse assunto já está sério demais pra o programa tratá-lo sozinho. Tá dand0 uma impressão de que o Pânico pode se queimar com essa história. Talvez até haja uns abutres por aí, sonhando com os programas Transalouca e Legendários (do Marcos Mion) com mais metade de integrantes cada um…
[EDIT: Como diria a Rosana Hermann: se a vida te der um limão, faça uma limonada. O Pânico na TV teve um cágado nas mãos, mas fez o que deveria ser feito!... Veja dois posts acima.]
- E outra notícia ainda mais inacreditável é que Roberto Justus estaria querendo levar Vinícius e Carlinhos para o SBT! E nada de A Praça é Nossa (GRAAAAAAÇAS A DEUS, o humor da emissora “FELIZ” se resumir à UM programa é o fim da picada, AINDA MAIS SEM O BATORÉ.), a agência de Justus estaria querendo investir em um programa de humor dos dois na emissora mais pheliz do Brasil.
Segundo ela afirma um tanto corajosamente em um site do grupo Record, eles ainda não renovaram contrato com a hélice de primeira. Procurados, um não atendeu o celular e outro não quis falar sobre o assunto.
Rapaz, como diria Paulo Silvino, “aí tem…“
[EDIT: Roberto Justus desmente a história! Segundo ele, isso poderia ser um migué da dupla para inflacionar seu passe, uma vez que eles estão ligeiramente encostados na Record.]
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A seção de E-Mails Comentados do Charges.com.br é tão visitada quanto as próprias animações do site. E no dia de hoje ela destacou Silvio Maia.
Até então, só havia esbarrado com Silvio Maia em alguns sites apologéticos. Apolo o quê? É um lance aí do protestantismo, onde uns são diferentes dos outros. Assim como no catolicismo, onde existem as diferentes ordens sacerdotais com características distintas (vide os atritos entre franciscanos e beneditinos em “O Nome da Rosa”). E alguns são bem diferentes MESMO. Tem os que consideram a bateria um instrumento do inferno (bateria, usada em músicas hardcore como as de George Benson e Celine Dion……), e tem outros que até são tatuadores, pra vocês terem uma noção da amplitude a que isso chega. Apologética seria a análise de algumas dessas coisas, dessas possibilidades, que acabam se revelando, digamos, não muito legais… (isso pra evitar ao máximo os jargões do gêner0). Não é o caso nem de uma coisa, nem de outra que eu citei como exemplo acima.
Bem, Silvio Maia é um desses casos. Ele canta forró mas em um estilo hiper animadaço, dançando no palco com uma vontade rara de se ver, que às vezes lembra até Michael Jackson. Primeiro, não é comum cantores evangélicos das Américas sequer dançarem, quanto mais desse jeito (na África é outra história). Pois é, e dos sites e blogs evangélicos, foi parar em um site laico, o Charges.com.br… A pessoa que indicou o vídeo disse: cuidado, que ele pode disputar o próximo VMB como webhit… Quem sabe se ele produzir videoclipes, de repente… (tudo o que se vê são gravações dentro de igrejas). Por enquanto, ele tá mais pra Top Five do CQC.
Silvio Maia, em várias de suas músicas e performances, é facilmente encontrado no YouTube. É, isso mesmo que você leu, você não está bêbado. Acho que este é o primeiro post com esta palavra-chave em mais de 2 anos.
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Stefhany (com F!). phamosa cantora youtubiana acabou dando o cano no SBT, segundo informa Fabíola Reipert (e precisamos dar uma variada nas nossas fontes). Ela iria participar do programa Esquadrão da Moda, phamoso por esculachar as pessoas que se vestem bregamente antes de passá-las por uma transformação, e ela seria a primeira pessoa ‘não-anônima’ a participar do programa. Seria, no lo será más.
Sabe que eu até gostei? Embore não curta uma certa arrogância emanada por seus fãs, mas gostei que ela teve personalidade de peitar a dupla do “Esquadrão da Morte”, como já disse um comentário em seu blog ophisial (nofollow!)
Parece que o figurino dela é feito pela mãe dela, e é daquele jeito mesmo, como era o da mexicana Belinda Schulls (cujas roupas, curiosamente, também eram feitas pela mãe desta). Entendo que ela prefere ser original, “absoluta”, como diz em sua paródia. Mexer nisso seria, sei lá, como tentar mudar o visual de Lady Gaga, que é uma atração à parte em seus shows. Capisci? Ora, vai me dizer que Madonna ou Amy Winehouse se vestem na última moda?… Bom, não sou um conhecedor extremo dessess sites tipo “O Fuxico”, mas é por aí.
Não sei se com isso ela poderá se tornar tão ou mais falada do que poderia vir a ser se tivesse ganho o VMB, perdido para a banda Os Seminovos. Afinal, as celebridades das buenas sabem, com um limão, phazer uma limonada!
A Record estava querendo furar o SBT, mostrando primeiro o resultado dessa transformação que acabou não acontecendo. Será que pelo menos ela descola alguma participação no Tudo é Possível, Melhor do Brasil ou no Gugu?…
E aos phãs do Esquadrão, sugiro uma intervenção artística urgente em alguém que tá precisando: a não-tão-absoluta-assim Maísa!!
[EDIT: Ao contrário do que eu imaginava, Stefhany chegou a começar a gravar o programa, mas quando o programa começou a 'pressionar', ela não quis mais. José Armando Vanucci não tem noção do perigo e conta tudo em seu blog dele, sem meias palavras, portanto, fã-clube da Stefhany, não é aqui, é lá, belêzz?...]
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Ontem, Cris Flores postou em seu blog uma fueto de um bolo de aniversário para Mr. Vildomar Batista – o segundo diretor mais showman da TV brasileira (só perde pro Diretor Bolinha)
Adivinhe o que era? Exatamente, a fatídica passarela em S, que tantas buscas indevidas e comentários errôneos vem rendendo á este blog. Pois é, e hoje, ela mesma (aliás, não conseugiu) e o próprio diretor vão passar na própria. Vildomar Batista prometeu passar por lá caso a Pestalozzi arrecadasse mais de 3 milhões de reais.
Rapeize, acho que a audiência vai bombaire, mesmo com ele não sendo exatamente um cara tão phamosão quanto os outros que já passaram na passarela. Já o estamos vendo na phrente das câmeras. Parece um irmão mais novo do Porpettone… [EDIT: Apareceu em termos, eles deram um migué e se ele apareceu de forma visível era por falhas de enquadramento.]
Se você está com coceira nos dedos e quer comentar, sem ser coisa do Pânico, da Salt Cover ou dos meus personagens, por favor, leia o texto a seguir.

UPDATE: Como vocês devem estar percebendo pelo banner, Vildomar Batista conseguiu atravessar a passarela, com ela balançando e tudo. E o mais incrível, como vamos dizer, superando seus próprios medos, à la Chapolin Colorado (em 2012 na Record!). Ele mal conseguia falar no final da empreitada, ao contrário da maioria dos que conseguiam, que comemoravam ao final. Sei não, mas eu desconfio que esta experiência provavlemente o fará continuar com esse quadro, e agora com uma carta na manga: “Eu estive lá! Eu sei como é que é!”… E logo em seguida, VB escalou Amanda Françozo, que nunca esteve na passarela, para fazer o mesmo. Pica-Pau, te cuida, que a passarela quer puxar o seu tapete… OPA, peraê, atenção, sugestão para Charges.com.br, Animatunes e Humor Tadela: que tal Pica-Pau atravessando a passarela da Record? Fikdic!
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… que, nos vídeos exclusivos, eles são colocados do jeito que foram editados, com o “off” no canal 2 e o som da reportagem no canal 1 – para o consumidor final, canais R e L respectivamente.
É uma convenção que vem desde o tempo das fitas U-Matic, que tem um canal de áudio em cada canto da fita (em outros sistemas os canais ficam juntos), e o 2 ficava pra dentro nos gravadores portáteis das equipes de reportagem dos anos 80 (ou 70, para Recordianos – a Record usa câmeras eletrônicas em reportagens desde 1974, a Globo desde 1977 – essa vocês não sabiam, phala a verdad).
Como o mais importante era considerado o som captado pelo microfone do repórter, este ficava no canal 2, e até hoje se procede assim mesmo em outros sistemas, como Betacam SP, MiniDV, DVCAM, e outros. E assim são os vídeos exclusivos da RedeTV! que são postos no site.
Tudo isso para introduzir uma pequena bomba, écscrusiva da RedeTV!:
O lance do suposto envolvimento do repórter Roberto Cabrini com drogas seria tudo armação do meu ex-quase candidato a prefeito… É, como diria Roberto Carlos, “é difícil saber votar”.
Voltando à vaca verde-azulada da Castelo Branco, uma sutil diferença entre a Globo.com e o RedeTV!i é que as reportagens exclusivas, nesta última, são feitas com os mesmos equipamentos das reportagens que vão pro ar, e na Globo são feitas com equipamentos paralelos, menores e mais baratos, e editadas em PCs – mas mesmo assim, essas não deixam de ser também muito interessantes, vai…
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Um ano antes da primeira novela protagonizada pela “musa do CQC” (Tropicaliente, de 1994, que também lançaria o at… digo, apresentador Márcio Garcia), ia ao ar a novela Sonho Meu, que chamava ligeiramente a atenção por algumas novidades. A trama se passava na cidade de Curitiba, o co-protagonista era russo (interpretado por Elias Gleiser – muitos familiares meus curtiram pra caramba), e a protagonista mirim, Laleska, era Carolina Pavaneli, que só voltaria à mídia alguns anos depois, tendo lançado um livro. O Ego a encontrou novamente, agora aos 22 anos ela está formada em cinema, e um monte mais de coisas, ou seja, está chegando mais uma atriz séria, de primeiro escalão, no pedaço.
Me chamou a atenção uma coisa que ela disse:
Nunca fui deslumbrada porque meus pais não deixaram. Quando eu começava a me ’sentir’, eles me davam bronca e diziam: ‘Um dia você está por cima, outro por baixo e, depois, por cima de novo’. É uma lição que levo até hoje. Começar a carreira cedo me deu maturidade e compromisso. Não quero ser famosa, quero ser reconhecida.
Vejam como são as coisas. Primeiro, parabéns aos pais dela, craro.
Segundo, bem diferente de outro artista que eu conheço e que vocês conhecem! Roberto Gómez Bolaños, o “Chaves” da série homônima e autor dos roteiros, começou a interpretar o personagem aos 45 anos, depois de ter passado por várias profissões. Ele começou um tanto tarde sua carreira na TV (mas participou de um filme em 1968, ao lado de outros comediantes), e diz ele mais ou menos assim, que ele gostou de ter começado tarde, o que o ajudou a não se deslumbrar com o sucesso. E olha que em sua própria época (o Chaves que se vê no SBT vai de 1972 a 1979) ele fez MUITO sucesso, no México e diversos outros países de língua espanhola.
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Acabei de tomar um susto ao mudar de canal: no SBT, o programa Carrossel Animado tinha uma nueva apresentadora: Rebeka Angel. Que contracenava com Biscuit, um “cão cenográfico”, sei lá. Havia uma voz em off, provavelmente de Sílvia Abravanel.
Mas o que era mais estranho era o phigurino utilizado por Rebeca, que ou era uma cover, ou uma cosplayer padrão WCS de Soleil Moon Frye, também conhecida como Punky, a Levada da Breca !! Uma série que, pelo visto, o SBT ainda não se esqueceu, mesmo quando em 2008 ela foi exibida – e tirada do ar logo depois - pela Band, com uma dublagem diferente (e a poprósito, Flávio Ricco, com quase a mesma qualidade de imagem de “Dona Beija”!) Biscuit, em tese, seria um labrador, assim como o cachorro da série original.
Realmente, não sei dizer se isso é falta de criatividade do SBT, ou se é criatividade demais… Só faltava a próxima nova apresentadora desse programa se vestir de… sei lá, a Jem? Ou, um pouco mais fácil, aquela garota da série Cavalo de Fogo?…
EDIT: Antes de nós, o Blogaritmox também notou a semelhança! Mas comentários em vários blogs – inclusive neste – dão conta de que, por incrível que pareça, Rebeca está agradando. E tem experiência, segundo a Folha: aos 9 anos, está no meio artístico, por aí, desde os 4.
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Flávio Ricco é um dos colunistas de TV mais lidos e copiados do Brasil. Sua coluna “Canal 1″ está no jornal Tribuna da Imprensa, e em vários outros. Passou da meia-noite, eu sempre dou uma passada no Charges.com.br e no Tribuna da Imprensa, majoritáriamente por causa dele (às vezes também por causa do editor do jornal, Hélio Fernandes).
E ele tem o blog Canal 1, onde dá algumas notícias a mais. Mas, ultimamente, com alguns comentários que me chamaram a atenção, e por isso, escrevê-los-ei aqui. Em breve, estes assuntos, escritos por jornalistas de verdade…
- O personagem Zé Bob (Carmo Dalla Vecchia) está chamando a atenção na novela A Favorita por ser um quase super-herói (mesmo com seu visual de garoto-propaganda da Prestobarba). É um herói de novela que, se confrontado com grandes vilões da teledramaturgia (o Renato Maia, de Daniel Filho em “Rainha da Sucata” nunca me saiu da cabeça), talvez pudesse fazer alguns deles tremerem nas bases! Mãns, leitores aphirmam que ele seria marido… da pessoa que assina a autoria da novela (joga na Globo.com, bem!) e que por isso ele teria tanto destaque. Mais ou menos o caso de Helena Ranaldi e Tânia Mara, com algumas diferenças cromossômicas.
- Em dezembro, o SBT vai mudar a grade noturna para o que se segue:
- 19:10 – SBT Brasil
- 20:00 – SBT Show
- 21:15 -Pantanal
- 22:15 – Revelação
Segundo o autor dos comentários, com essas mudanças, o SBT vai disputar a audiência… com a BAND. É que o SBT Brasil daria entre 2 e 3 pontos, contra os 8 de “Eu, a Patroa e as Crianças”, que disputa o horário com Pica-Pau (10 pontos), Jornal da Band e TV Fama. Entregando a vice-liderança de volta e de grátis para a Record.
- E falando nela, tirambaço no pé da Record: vem aí “Os Mutantes”, 3a. temporada… Tem gente que não aguenta mais essa história.
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Sabe aqueles programas que passaram quinta, sexta e sábado na Band, o Minha Esperança? (O título do post é em homenagem aos cantores hispânicos que cantam a música-tema em português) Que contaram com a participação inclusive de pessoas que você conhece, como Kaká (com depoimento gravado na Itália!!), César Sampaio e Percival de Souza, entre outros?
É engraçado como são as coisas (Não, a Salt Cover não teve nada a ver com isso, inphelismente) Mas fiquei sabendo em junho que isso iria passar no Brasil, depois de ser exibido em todos os países da América Latina. Eu fiz as gravações com dois dos ‘cabeças’ dos que trouxeram isso para o Brasil, além do pessoal da Associação Evangelística Billy Graham, que foram incluídas em um DVD para pastores. Portanto, ninguém de vocês viu nada, mas não tem problema, esse é o meu trabalho, Brasil…
Também conheci pessoalmente, há 2 anos, o locutor e apresentador Fausto Rocha (ele trabalhava no SBT, nos anos 80, em plantões de notícias), que nesses programas se tornou o dublador ophisial de Billy Graham – e não perdeu o “boneco” (como se diz no meio de dublagem) nem durante o filme Compromisso Precioso, no qual Billy Graham faz uma ponta. (Eu vi, sei lá se os meus jefes iriam cobrar alguma coisa depois. É um dramalhão, mas dava uma boa Sessão de Gala.) Aparentemente o trecho foi redublado, porquê o som estava muito melhor que o som da dublagem – carioca, inclusive, contando com dubladores do nível de Orlando Drummond, Selma Lopes, e o saudoso Newton da Matta, falando terminologia evangélica e tudo o mais.
E, já que estamos no ramo, milagre: o filme (telefilme, mas tá valendo) é de 1999. A maioria dos filmes evangélicos distribuídos no Brasil são velhos pra dedéu, são no máximo do início dos anos 80. Um produtor desse segmento que cheguei a conhecer me disse que o dinheiro rareou pro pessoal naquela época, mesmo nos EUA, e a produção caiu muito. Lembrando que ninguém tinha como bajar los philmes que eles faziam em 1984, portanto acho que tem uma galera aí que está reclamando de barriga cheia (imagine o Jabba the Hutt, depois de uma sessão de Boi no Rolete. Segue, ténica, segue.)
E agora, algunas cositas que vocês não sabem sobre o Minha Esperança. Foi investido um valor muito alto para que esses programas fossem exibidos nesse horário – alguns milhões de reais, dispendidos bem antes da “crise mundial”. Esses programas, com outros depoimentos, já foram exibidos em todos os países da América Latina, e o Brahhhil era o último que faltava.
E chegaram a ser procuradas as emissoras Globo e Record. A primeira rejeitou exibir os programas (embora o preço fosse suficiente para pagá-los!!) porquê disse que já estava com a agenda fechada de programação até o final do ano, uma explicação até que razoável. Já a segunda, a minha phonte não deixou muito claro o motivo, mas parece que a IURD encarou Billy Graham, um dos maiores evangelistas do mundo, como concorrente, assumindo portanto seu caráter sectário, já que todos os demais evangélicos do Brasil (rivais da IURD e todos os outros) estavam apoiando essa campanha.
Ah, Sport Billy Graham acaba de fazer 90 anos, portanto a mensagem dele no programa deve ser dos anos 90. Em 2006 foi feito um evento no Central Park, em Nova Iorque, onde Graham se “aposentava” como pregador. Dizem que parou a cidade…
[Cometi uma gafe federal, estadual e municipal: o Grammy é na próxima quinta, en la tela da Band.]
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E o que dizer, então, do pessoal responsável por colocar Closed Caption na programação da Igreja Mundial do Poder de Deus?
Não sou contra essa programação, é que frequentemente você se depara com pessoas, durante esses programas, que falam coisas que podem não ser inteligíveis de imediato, além de VTs com baixa qualidade de áudio, que só dificultam ainda mais o trabalho de quem precisa fazer isso, fora a terminologia evangélica, que duvido que faça parte do vocabulário dos programas que fazem o closed caption.
O Closed Caption, pelo que eu deduzi, é gerado pelo Canal 21 (na sede da Band), não na igreja, o que mostra que o Canal 21 está mais ou menos como a Salt Cover, meio que em estado de coma, mas ainda sonha e tem planos para um futuro distante… Falta só eles trocarem de transmissor, como fez a Gazeta, pra imagem melhorar um pouquinho.
Por outro lado, há outro programa que, pra quem não gosta, esse sim seria muito pior de digitar Closed Caption: Chaves. Aquele, dos bordões e episódios reprisados á granel. Esse merecia aquele Closed Caption pré-gravado, como o das novelas da Globo e dos filmes.
A propósito: vocês acreditam que, no original, Chaves e Chapolin tinham Closed Caption?! Pelo menos desde 1974, quando eu tinha -2 anos.
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