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Dança das cadeiras dupla

Acho que é a primeira vez que eu vejo uma dança das cadeiras dupla na TV brasileira.
Duda Leite, ex-apresentador da RedeTV! (em um programa de flagrantes e videocassetadas, como os da TV a cabo) e da MixTV (canal de vendas mandrake), agora está na Record, apresentando o SP Record. Pelo menos o cara é bão. Aí o que acontece, quem o substitui na MixTV? Paulo Veroneze, que acabou saindo do Shop Tour (canal de vendas inspirador da Mix)! E quem substitui Paulo no Shop Tour? Dois novos apresentadores muito bons, mas que eu nem sei o nome. Ê, confusão, nesse andar da carruagem, já já o Gugu vai apresentar o Domingão do Faustão!…

Shop Tour matando a pau!!!

Uma das minhas principais tarefas nas edições que eu faço é fazer o videografismo, algo que é meio massacrado em alguns programas que tem por aí, e em outras vezes, é de cair o queixo (por exemplo: gosto mais do visual da BBC, com cores lisas, do que do visual da Fox News, com seus efeitos prismáticos e degradês andando…)
O visual da HrrRrEde Globo, que divide opiniões, como vocês já sabem, eu gosto, tanto que eu fiz a fonte Rede Rounded e boa parte da Salt Cover (até eu começar a parodiar outras emissoras, como SBT, Manchete e TVs norte-americanas…).

Atualmente estou empregado e trabalhando pra k7, mas quando eu procurava emprego, há alguns anos (alô, Galebe, que já visitou este blog!) eu sonhava em trabalhar no Shop Tour, que eu acompanhava desde que era apenas a maior produção independente do Brasil (naqueles tempos em que Cris Nicolotti ainda não era conhecida por suas músicas…)
Acho que o gerador de caracteres deles só Globo e Record (fase depois da IURD) tinham no Brasil. E o Shop Tour era algo sólido – ao contrário de alguns de seus concorrentes e uns programas de TV do vereador em que votei nestas eleições, háá!
Bem, e hoje eu estava mudando de canal, quando, à meia-noite, depois do “Hora Cheia”… o visual do canal mudou. KSETADA!!
É a coisa mais criativa e simples que eu já vi. Criativa a ponto de eu perdoar o fato de o pessoal usar a fonte Arial bold (prefiro Helvetica). O selo do programa aparece branco, de forma gigantesca e semi-transparente em um canto da tela (mas não irrita como o selo da Televisa, que já fez coisa parecida uma época), e do outro, as informações, dadas de forma simplificada e “clean” como eu não via há muitos anos na televisão, com ícones atrás para cada uma delas. E como é tudo branco, combina muito bem com os uniformes pretos estilo “Pequeno Príncipe” das apresentadoras.
PellamordeDeus, eu jamais teria uma idéia como essa, jamais!!! Ou o Galebe virou designer (não, tamanha genialidade, só pode ter vindo do brimo é bala, é dez, é campeão), ou eles contrataram algum designer metido à besta como o daquele jogo de corrida que tinha para PCs nos anos 90 que eu esqueci o nome (cada equipe nesse jogo tinha um logotipo, um melhor que o outro).

E isso porquê eu recentemente fiz uma edição pro pessoal do meu serviço onde eu imitava o visual anterior do Shop Tour, com a fonte Myriad. É verdade! Em breve as imagens, aqui, agora! O caso é que isso não vai pra Internet como outras imagens também editadas por mim, então, cáspita, como eles descobriram?…

Só uma pena que ainda não tenho nada para vender, senão, venderia na tela do Shop Tour. Passa lá, corre!…

Um telefone que toca, eu digo alô sem resposta… “Roupa nova” no Shop Tour

As apresentadoras do Shop Tour estão de uniforme novo, desta vez todo em preto, com alguns detalhes também em… preto. Se você não quiser ligar a TV, dá pra ver as apresentadoras vestindo isso na página principal do site do canal. OK, mas na verdade, eu não sei por quê, quando eu olhei pela primeira vez, me veio à cabeça o Pequeno Príncipe, daquelas ilustrações feitas pelo próprio autor do livro. Ou algum personagem que eu tenha visto no Cosplay Brasil, sei lá…
E uma curiosidade curiosíssima é que, depois de Curitiba, a mais nova capital a ter uma versão própria do Shop Tour é… Porto Velho! Pelo menos é em Rondônia, se fosse no Acre, a Desciclopédia já tinha material pra mais uns 20 artigos sobre esse… hã… Alasca brasileiro.

Enquanto isso, no universo paralelo formado por antimatéria, onde você chama o Superman e vem o Bizarro, os apresentadores da MixTV agora ganharam blogs. Inclusive Duda Milk, que ultimamente vem fazendo na MixTV o papel que seria do Galebe no Shop Tour, sendo um apresentador que negocia preços e diz aos anunciantes que vai fazer a loja encher…

E veja no post abaixo: Buemba! Suposta aparição da fonte Rede Rounded no Casseta & Planeta??

Era só o que phaltava[329]… Gazeta Shopping

Pela primeira vez, a TV Gazeta está fazendo uma versão do Shop Tour, mas chapa-branca: chama-se Gazeta Shopping, tem no casting de apresentadores uma ex-Shop Tour e tem logo da emissora na tela.  Muito embora os anunciantes sejam mais manjados que não sei o quê: Camisaria Fascynios (site em construção), Fenomenal e Têxtil Abril. Os três são figurinhas carimbadas, manjadas, marteladas na TV aberta de São Paulo, é algo entre os episódios de Chaves e a primeira temporada de Naruto de tanto que eles aparecem na TV (só perdem pra Polishop), e, sinceridade, mesmo só tendo um único terno e não sabendo amarrar gravatas, o único que eu dou uma olhadinha é o da Fascynios, graças á inventividade do empresário que faz os anúncios, o resto…
O que será que o Galebe deve estar achando disso?… Ele, inclusive, que chegou a visitar este blog quando era apenas no Blogger!

O Gazeta Shopping inverte, curiosamente, o conceito do penúltimo programa do Sérgio Mallandro (antes do “Mallandro 220 Volts”), por volta de 2005, que era nitidamente feito nos estúdios da Gazeta, mas não tinha o selo da emissora na tela. Na verdade, já vi programas do Canal Universitário mais bem produzidos (alô pessoal do CRT-Mackenzie, um abraço!). Parecia até que a emissora se envergonhava de fazer aquilo…

A propósito, o 220 Volts está fora do ar porquê ele está se candidatando a vereador na cidade de São Paulo. Pena que não fosse à senador, porquê eu tô doido pra mandar um recado pros nossos senadores, sabe?…….

SodTV!! também é WordPress

Você já conhecia o blog SodTV! (cujo título remete ao da emissora RedeTV!, que eu assistia pra caramba em 2004, quando ele começou), o nosso blog que mostra a televisão em toda a sua glória e esplendor, ou não.
Agora estamos também na WordPress. “Também” por enquanto, claro… é só a gente se enjoar de alguns períodos de manutenção (que eu nunca vi acontecer nestas bandas), e do espaço de apenas 1Gb (contra os 3GB daqui) para subir imagens, que já já…
Bem, seja bem-vindo, pegue a pipoca e vamo assistí, taca aí!

Shop Mudo

O canal Shop Tour passou uns 5 dias desta semana sem áudio, na Net Digital. Que promoção será que a TVA andou aprontando, hein?… Skavurzka!!

Aproveitando, o canal agora começa enfim a deixar de parecer o “programa” Shop Tour. Um discreto relógio dá hora e temperatura em algumas cidades do Brasil (Curitiba, Rio, São Paulo e Porto Alegre). Mais quadros começam a ser feitos por repórteres com microfone na mão, aliás, caras novas, sempre “duca” – embora parece que a ausência de Zé Luiz começa a se fazer sentir.

Neste momento vejo o comercial da Sabrico One. O meu irmão está a alguns metros dali, na produtora Tela Mágica, retirando uma câmera alugada com a qual vou passar pelo menos 16 horas longe de vocês graças a um casamento em Atibaia.
Detesto ir a casamentos de quem quer que seja, só vou curtir provavelmente os casamentos dos meus irmãos ou o meu próprio, com a Jen… se bem que ela deve ser casada, não é possível. Mas este casamento será sui generis, por isso, “ao bidê”. Voltamos depois das bodas nupciais, aguardemmmm…

Efeito Casas Bahia?…

Zé Luiz não tem sido mais visto no Shop Tour. Cada vez mais ele está fazendo os comerciais das Casas Bahia, fase Young & Rubicam – que eu já disse que os caras ás vezes se equiparam em nível de maletice à fase Fabiano Augusto…
O apresentador Alejandro Muniz, o “Agente do Consumidor” agora também aparece anunciando algumas das ofertas. Bem, palmas para o Shop Tour, porquê eu tive que raciocinar alguns minutos para ter percebido essa mudança…

PS: No site das Casas Bahia, há um incômodo anúncio que diz: “Casas Bahia paga direito autoral”.
Claro, a maior rede varejista do Brasil, com seus lucros astronômicos e certos, graças à honestidade dos pagamentos das classes C e D, pode. E, ao contrário de outras grandes empresas, eles abrem mão de um pouco de sua lucratividade com atitudes “século XIX” como essas.
O ECAD certa vez já baixou em um show no qual um conhecido meu estava nos bastidores, promovido pelos próprios autores das músicas que ali eram executadas, e digamos que eles ficaram inconformados ao saber que sairiam dali com os bolsos vazios… Sinceridade, é Marabraz na cabeça, mermão. É nóis. (Leia mais a respeito da “musa inspiradora” do ECAD aqui).