Como sofre a TV brasileira…

O programa de R. R. Soares (não confundir com J. R. Ewing e J. K. Rowling) passou a ser transmitido ao vivo na RedeTV ao invés de ser exibido via videotape. A transmissão é em conjunto com o canal RIT, que inclusive coloca o logo na tela. Só que a estrutura de transmissão via satélite da emissora RIT não é muito grande e a imagem agora tem qualidade muito inferior por causa da compressão MPEG do satélite, muito maior no caso da RIT do que, por exemplo, um canal HBO da vida. Um potencial de audiência, no mínimo, negativo, para a RedeTV. A menos que o pessoal dobre suas contribuições para a RIT poder comprar uma banda de satélite maior. (Pra tentar entender isso, é só comparar como foi assistir a copa de 1998 com 3, 4 emissoras – a imagem nas outras era sempre um tanto pior, com destaque para o sinal pirata da Record na época, e como foi assistir a de 2002, só na Globo – a de 2002 a imagem parecia produzida no Projac, de tão boa, embora viesse do outro lado do mundo.)

E por outro lado, sinto saudades do “Falando Francamente”. Sônia Abrão podia garantir a audiência falando de Chaves e Chapolin – inclusive exibindo episódios engavetadíssimos de Chaves, que o SBT nunca pôs no ar. Agora, no Sônia e Você (“Sônia e você, tudo a ver!”) ela não tem assunto: ou é a novela da Record (antes tinha as da Globo, agora nem isso) ou assuntos extremamente… sei lá, apelativos, deprês, etc. Como o caso de um pai que chutou o filho escada abaixo. Algo que, conphesso, já me prendeu a atenção há 9 anos atrás, no Ratinho Livre, mas que hoje eu mudo de canal. O pior, Sônia está um tanto diferente, desde que saiu do SBT…. e o “S&V” de hoje foi encerrado pelo bispo e ex-quase-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella, que já marcou presença no meio do programa Cidade Alerta.

Eu falei sobre o símbolo invertido da Record. Mas há mais inversões no cenário do Jornal da Record: o pessoal do Zoando os Malas da TV notou que existem espelhos no fundo “daquela” redação onde ficava Bóris Casoy, dando a impressão de que o lugar é ainda maior que o estúdio do Jornal Nacional. E assim prossegue a novela dos telejornais, mesmo porquê ambos são sediados em estúdios que já produziram telenovelas. Enquanto tá essa seca desgraçada de humor (Praça + Zorra = -1). Se eu não estivesse sem câmeras e com o HD lotado, juro que eu largava trocentos quadros de humor em WMV nos Megauploads da vida!!

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Uma resposta para “Como sofre a TV brasileira…

  1. Se bem que se estivesse hoje, nessa fase atual do SBT, a Sônia Abrão, caso não tivesse mais assuntos de Chaves, só iria falar de Calypso ou de Rebelde (o que, nesses três casos, seria bem melhor do que qualquer caso que ela apresenta hoje!)
    Fico imaginando, quando Roberto Bolaños lançar seu livro por aqui no final do ano, se confirmada sua visita pelo Brasil… se o SBT vai resumir a grande chance da sua vida a apenas 3 entrevistas em: SBT Brasil, Domingo Legal e Charme!

    P.S.: Legal seus últimos dessenhos, principalmente a incorporação da Carol-Pigwen! Ficou uma graça mesmo, como imaginava! Até mais!

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