Estúdio de vidro do SPTV já está no ar

Só que com alguns efeitos colaterais: o televisor pelo qual entram repórteres e links parece fraco demais comparado com o ambiente ao redor. E só quero ver como o SPTV segunda edição vai ficar com aquelas famosas chuvas que fazem a alegria dos prefeitos de São Paulo há uns 10 anos…

UMA BREVE HISTÓRIA DO “CHANNEL FIVE”

A Rede Globo São Paulo já foi um “patinho feio” da emissora, mesmo sendo a primeira filial a ser inaugurada (em 1966) e mesmo partindo de lá programas importantes, como Globo Rural e Balão Mágico (o endereço para mandar as cartas era de São Paulo!) na apertadíssima sede da TV Paulista, na Praça Marechal Deodoro. [EDIT: O TV Mulher, programa diário, bem assistido, de boa qualidade e que deixou saudades, também era feito em São Paulo.]
O imóvel seria usado por mais três empresas, depois, que eu saiba: uma produtora independente do Ratinho (a sacanagem é que eles só conseguiram gravar dois programas), o canal evangélico TV Palavra e a TV da Gente, de Netinho di Paula. Atualmente, sei lá como é que anda o negócio… só sei que nas raras vezes que a gente passava por cima do Elevado Costa e Silva e chegava na altura da praça Marechal Deodoro eu me perguntava: “Caramba, mas a Rede Globo fica , nesse sobrado caindo aos pedaços?…” A redação de jornalismo da emissora ficava em uma sala do tamanho de… hã… um cenário de programa sem auditório da Band! Sentiu o drama?
Mas o patinho feio começou a virar cisne quando o Jornal da Globo, com Lilian Witte Fibe, foi transferido para o Channel Five, em 1993, com tudo o que tinha direito, inclusive um “estúdio” só pra ele, que era em um ex-teatro próximo.
Em 1999 a emissora foi para o local atual, na Avenida Dr. Chucri Zaidan, esquina com a hoje Avenida Roberto Marinho, e hoje em dia a situação é muito diferente: 53% do faturamento da Rede Globo inteira vem de São Paulo, no qual pagam os maiores anunciantes, e o que tem até um efeito colateral, o de fazer, de quando em vez, as novelas da emissora serem passadas na cidade. E atualmente, além do Globo Rural, o Brasil inteiro assiste aos programas Altas Horas, Ação, Programa do Jô, desde 2001 o Jornal Hoje, e às vezes, o Domingão do Faustão.
Muitos dizem que Roberto Marinho falsificou os documentos para a compra da emissora (segundo estes, todos os documentos parecem partir de uma só máquina de escrever, e as partes envolvidas tinham CPFs, que na época em que foi feito o negócio, ainda não existiam no Brasil), e que, se isso fosse comprovado pela Justiça, a emissora voltaria para os descendentes dos proprietários antigos! Será que isso acontece?…

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