CQC, realmente um Pânico ao contrário

Ontem, ao gravar o programa CQC, eu me surpreendi com um detalhe: o programa teve mais de 1 hora de duração! Teve apenas dois intervalos comerciais perfeitamente toleráveis (bem diferente da época do Boa Noite Brasil ) e apenas um filme da Skol com o Marcelo Tas, Marco Luque e Rafinha, um filme que chamar aquilo de merchandising é pecado, era um comercial de primeira!
[EDIT: O programa de número 11, uma semana depois, teve mais um intervalo. MÃNS, igual aos outros em duração – embora já tenha sido invadido pelo UOL e por um Shop Tour Cover que vende carros. Ainda assim, o pessoal do programa inventou uma maneira infalível do pessoal assistir os intervalos, no meio dos comerciais entra o pessoal do programa falando como se estivesse fora do ar. Claro que deve ser tudo combinado, mas é tão engraçado quanto o próprio programa.]
E o Pânico? Aposto que teve três vezes mais comerciais do que matérias, e nestas, overdose de César Polvilho e Sabrina… sei lá (não venho podendo gravar mais o programa aos domingos, e às sextas eu perco religiosamente a reprise… isso quando não me mandam assistir o Gordo Repórter, para o Chapelêm dizer que eu estou globo demais. Algo assim.

Entre outras coisas, Christina Kirchner descobriu que no Brasil tem CQC. Mas tudo bem, dona Christina, isso é fichinha, no Brasil tem também as Chiquititas!…

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