Rápidas… (Tá, nem tanto)

Parece aquelas colunas de revistas de fofalhas da gentoca, mas este blog às vezes vira isso mesmo, entonce…

– Tem gente aqui e ali mostrando, por A+B que teremos que engolir Dado Dolalabalella pelos próximos meses ou anos na tela da Record. Amanda Ramalho, do Pânico, diz que Dado vende revista Caras muito mais do que Carlinhos ou Danni Carlos. Consulado do Uruguai, me espera que eu já vou aí…
– Aliás, até Carlinhos, que não é evangélico, cantou ao violão, no Geraldo Brasil, aquela música que o pessoal do Canal 21 vive cantando, aquela que começa assim: “Como Zaqueu, quero subir, o mais alto que eu puder…”. Régis Danese, o cantor original desse novo hit (parece até o Morango do Nordeste, que só o Michael não gravou…) apareceu recentemente no Raul Gil no Homenagem ao Artista – embora seja estranha uma homenagem dessas a um one-hit wonder.
– Estou trabalhando às pampas hoje, e não sei se já aconteceu, mas o fato é o seguinte. A mãe de Carlinhos, e ainda por cima, as mães de Dado Dolabella e Danni Carlos foram convidadas à passar pela… adivinha. Exatamente, a passarela da Record. Que ganhou inovações de alta tecnologia, agora as gaiolas são iluminadas por LEDs. Se elas aceitarem, vai ser um escâãããndalo, como diria aquele radialista carioca.
Xi, Marquinho. Notícia reproduzida pelo blog De Cara pra Lua mostra que uma empresa de telemarketing favoreceu “um dos candidatos” de O Impost (engole em seco) A Fazenda. Não é dito em qual votação nem qual seria o candidado, digo, candidato (cala-te, boca!). A Record está investigando o caso. Bem, o Senado dizia o mesmo, e vejam o que aconteceu…
– A Escolinha do Barulho poderá talvez ganhar alguns pontinhos entre a galera pré-adolescente. Lola Melnick, dançarina russa que foi entrevistada pelo Programa do Jô, fez teste para entrar no programa, e dizem que se saiu muito bem. Ela entraria no lugar de Adriana Bombom, segundo nos inphorma Flávio Ricco. E oláááááá, Enfelmeila!… Ou, melhor dizendo, Привет, сестричка!
– Essas frases curtas que pegam, como “Ronaldo!”, nestes meses agora tem a companhia de outra que permaneceu na boca do povo: “Toca Raul”, que acho que só o pessoal de gospel e música erudita nunca ouviu em shows. Aliás, Gospel é o nome de uma música de Raul Seixas, ressuscitada faz umas duas semanas com sua letra original, que foi censurada, pelo Fantástico.
– E na Folha impressa de hoje. A Record comprou os direitos do documentário do Channel Four britânico Brazil: Beyond the Citizen Kane, famoso por criticar a Rede Globo. Só que ela só vai exibir o material original captado pela equipe do programa, não as imagens da Globo que ilustram o original – embora estas tenham aparecido à granel faz tempo, já, em programas como aquele histórico 25a. hora de 1995. Na verdade, tem até vinhetas que os nossos manos do YouTube ainda não conheciam, mas é tudo da fase CGI antes da fase cromada, não sei se interessa muito… E uma curiosidade que surgiu agora: não havia nenhuma proibição da exibição de Beyond no Brasil! Essa eu não entendi.

O que eu não sabia é que em 2002, um canal católico francês fez um documentário à respeito (ou à desrespeito, como eles dirão) da IURD: L’Universelle: Une menace àu pays dus croyants. Além de pegar pesado à moda global, o documentário diz que 1000 pastores fizeram vasectomia por ordem de Mr. Maced. Então. Dizem – a Folha quase diz, mas não diz – que a Globo estaria interessada nesse documentário… Será?
[EDIT: Não – a Rede Globo tem uma cópia desse documentário, assim, por esporte, uma cópia amadora, mas não tem interesse em sua compra, segundo informa a Folha Online. Mas a Globo tentou comprar Beyond e foi aí que descobriu que os direitos haviam sido vendidos à Record.]

Aliás, foi bem esquisito ver Celso Freitas falando mal da Globo, e no YouTube, uma comparação  mostrava ele narrando a chamada de um Globo Repórter de 1990 falando sobre a IURD… e Marcos Hummel, no Repórter Record falando que a Globo escondia o movimento Diretas Já, quando ele mesmo apresentou a notícia da “festa de 450 anos de São Paulo” no Jornal Nacional (reprisada pelo próprio JN algumas vezes, inclusive para eles afirmarem o contrário).

– A propósito: o Jornal Nacional estreou em 1º de setembro de 1969. Daqui a duas semanas, ele fará 40 anos, e para a ocasião, o cenário vai mudar. A mudança está sendo mantida à sete Chaves (embora estes não trabalhem na Globo), para, principalmente, a emissora não ser copiada antes do tempo pela Record.
Vazou uma imagem, que parece ser uma computação gráfica – MAS ela pode vir a ser real, se esta imagem corresponder a um cenário virtual, recurso que já vem sendo usado ‘ao contrário’ no JN, com objetos virtuais que mostram os indicadores econômicos e parecem estar ao lado dos apresentadores.
Atrás dessa imagem, um conceito engavetado que estava em estudos para o Fantástico de 1994, que seria uma curvatura do planeta Terra que mudaria de cor conforme fosse dia ou noite (essa não está na Internet, eu vi no caderno de TV do Estadão na época), eles tentaram fazer isso de verdade e não conseguiram, mas pelo visto seria assim o novo cenário do JN. Vamos ver, se bem que “não ver” o Jornal Nacional neste país é um tanto difícil…

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