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RedeTV! inaugura nova sede, mas sem a gentalha (Sim, babãe! Gen-ta-lha! Gen-tal-lha! Prrrtt!!)

Neste momento, a emissora que parece que só eu assisto neste país, está para completar 10 anos (porquê a RedeTV! como conhecemos hoje surgiu em 15 de novembro de 1999, antes era a misteriosa TV!, uma versão deformada da Manchete) e está inaugurando sua nova, novíssima, novérrima sede em Osasco, perto da Panini. Que está em atividade desde janeiro deste ano. A sede atual é só 6 vezes maior que a antiga, aquela que você ficou conhecendo gracças á João Kleber e suas correrias pra fora do estúdio A veião de guerra – aliás, como está esse lugar (Rua Bahia, 406) hoje em dia, hein?…

Ah, o porquê do título? È que a inauguração está se dando SEM OS FUNCIONÁRIOS, que desde a 1h da tarde de hoje estão em casa. Sei lá então quem está pondo a emissora no ar, possivelmente uma pequena fração deles. A menos que isso seja intriga da oposição (que nem o lance dos bebedouros com água racionada no RecNov e o até agora não explicado pilar no meio de  um dos estúdios novos da RedeTV!).

Rita Lisauskas e Augusto Xavier apresentam um meio que plantão da inauguração, na nova redação do JN, digo, do RedeTV! News, com uma bancada giratória… Só quero ver como eles vão fazer com os teleprompters.
E nessa redação do jornalismo dá pra se ouvir PERFEITAMENTE os helicópteros chegando….. E, craro, gaphes à granal, assim como nas coberturas de Carnavel. Afinal, esse é o padrão RedeTV! de calidad! (Bom, pelo menos desde que estreou o logo atual, em 2000).

Uma reportagem fala, orgulhosamente, que as pessoas podem assistir o sinal da RedeTV! em todo o país via parabólica. Faltou avisar que ninguém vai ver os desenhos japoneses, e sim uma tal de iogurteira ou coisa que o valha…

A cerimônia de inauguração será no Estúdio G, com 1500 m², que curiosamente passa a ser o maior em atividade no Brasil – nem a Globo teve essas idéias na construção de novos estúdios do Projac, nem a Record com o RecNov. Quem era adepta de estúdios grandes, todos nós sabemos, era a Rede Manchete, para as novelas.
E a  emissora conterrânea do SBT (que também fica em Osasco) não esconde a pretensão de fazer teledramaturgia nesse estúdio. Um plano antigo da emissora, já ouvia falar de uma certa sitcom da Luciana Gimenez desde quando eles estaam na Rua Bahia, mas a única coisa que eles fizeram até agora foi a malphadada Vila Maluca, com um pouco mais de orçamento que Hermes & Renato.
(Aliás, já imaginaram uma novela RedeTVística? A novela teria apresentador dando o resumo, GC pedindo pra ligar pra número de celular e merchãs nos intervalos. A MENOS que eles estejam pensando em fazer diferente uma vez na vida!) E assim como eles, já já tem mais dessa nova fase da RedeTV! (Será que o Pânico na TV vai destacar as inúmeras gafes da cerimônia, assim como fez com as coberturas de carnaval da própria casa?… Acho que sim, já que eles andam sem muitos assuntos sobrando…)

A propósito: Faça como o Pânico na TV! E não fale mais o nome da S****! Prontonãofalei!

Amigo-lhes, por essa nóis não esperava

Tem gente que gosta, tem gente que não gosta. Mas, no rádio FM brasileiro, um empresário de comunicações nascido em berço de ouro (bota berço de ouro nisso, ele faz muita piada em cima, mas é verdade), foi além disso e tornou-se a estrela maior de sua própria rádio. Antõnio Augusto Amaral Machado de Carvalho Filho (arf), o Tutinha Amaral, filho do dono da Jovem Pan AM e neto de Paulo Machado de Carvalho (nome de um estádio de futebol que possivelmente vocês conheçam), é o patrono da Jovem Pan FM desde o seu início. Aliás, mais uma coisa, que assim como eu, nasce em 1976, a Jovem Pan FM (ou Jovem Pan 2, como já foi conhecida), conhecida por ser o berço de Emílio Surita e do Pânico.

Muitos dizem que ele seria um “Sílvio Santos” de sua própria rádio. Elevado ao cubo, sei lá. O fato é que uma criação dele fez muito sucesso, o DJ Djalma Jorge, com sua voz anasalada e sua fala extremamente peculiar.
Um gênio genioso, capaz de coisas que só ele mesmo poderia fazer, como detonar a própria emissora e fazer ela ficar em silêncio por alguns minutos. Ou transmitir uma música no canal L e outra no R. E por aí vai…
Além de São Paulo, o programa cheogu a ser vendido, gravado, para outras rádios. No Orkut, dizem que em 1987, Belo Horizonte parava pra ouvir o Djalma! Em 1995, o programa começou a ser transmitido em rede, via satélite, tecnologia já existente na época.

O personagem, com outro nome, teria surgido em 1979. E o programa Djalma Jorge Show começou em 1986 e terminaria em 1991, voltando um tanto diferente entre 1993 e 1996. A diferença entre as fases dos pograma-lhes, digo, do programa, é que na primeira, havia a presença dos humoristas Skowa (do Perdidos na Noite) e Oscar Pardini, e na segunda fase, Emílio Surita também ajudava nos textos, além de Rosana Hermann (ela mesma, hoje no programa Atualíssima), e Skowa fez alguns programas, poucos, mas memoráveis, entre 1994 e 1995. O Pânico, aliás, nasceu paralelamente à essa volta do Djalma Jorge Show. Além de um misterioso ajudante, chamado de Chefe Bródi, que até hoje ninguém sabe dizer quem o interpretava – eu acho que era alguém que só fazia esse personagem, não sendo nenhum outro locutor da rádio, já que sua voz nunca mudava.
Em 1993 a rádio em si era outra. Em 1992, a Jovem Pan tocava até axé music, que só voltaria à emissora por volta de 1997. Nessa época, Tutinha brigou com as gravadoras, pois queria ganhar mais, e acabou fechando com uma única gravadora, a Paradoxx Music (cujo centro de distribuição hoje é um supermercado no qual eu bato cartão…) e a JP passou a só tocar dance music o dia inteiro, com exceção da tradicional hora de flashback da emissora. Músicas nacionais que não tocavam na Jovem Pan eram parodiadas sem dó nem piedade, como “Parabólica”, dos Engenheiros do Hawaii, que virou “Paranóica”. Apesar de desagradar a alguns, agradou à outros, como o pessoal que ia nas danceterias da rua Franz Schubert – que em pleno 1998 já estavam todas abandonadas, hoje nada daquilo existe mais.

Djalma Jorge é um personagem razoavelmente imitado – por mim, inclusive. Mas o único imitador que assumiu o personagem, segundo dito no Orkut, seria um certo Delphis – desconfio do único locutor com esse nome que eu conheço, Delphis da Fonseca, apresentador e locutor do Shop Tour, e dos bão. Na década de 90, despontou um locutor “normal” cujo nome era realmente Djalma Jorge, batizado-lhes em homenagem aos locutor de 1 metro e 90 de sécho.

E porquê eu estou falando este tratado radiofônico em um blog que trata sobre TV? É que eu phui surpreendido com a inauguração destes brog, nos portal Vírgula, que é outra criação de Tutinha Amaral.
Parece que é oficialm mesmo, até o “Pequeno Tímotem” dá as caras, sei lá. Mas o Ministério Salt Cover Prêise & Worship adverte, o humor desse blog é muito mais pesado que o do Pânico (estou até um pouco vermelho depois de ler alguns posts), é praticamente o peso deste que vos escreve-lhes convertido em euros, ok?… (imagine se Hermes & Renato tivessem um blog, é por aí).
Quem sabe Tutinha não esteja ensaiando uma volta do personagem? Há quem gostaria até mesmo que Djalma Jorge fizesse parte do Pânico na TV. Nesse tom, acho que só depois da meia-noite…

SBT, na nossa frente só você

– Alguém aí notou que o SBT trocou os cubos dos microfones? Agora eles tem quatro faces de formato redondo com elementos tridimensionais. A última vez que isso aconteceu foi em 1992, quando os cubos, então brancos, viraram azul-claro. O chato é que estes eram IDÊNTICOS ao da emissora da qual o SBT sempre chupou o logotipo, a ABC, por isso eu queria saber como estão os microfones da ABC hoje em dia…
E outra coisa: os microfones da TV Cultura também eram assim no ano passado, mas parece que descascaram e caíram todos os logos em 3-D da emissora e agora eles estão usando versões normais, sem nada em relevo. É que é uma dura rotina a dos equipamentos de reportagem das emissoras de televisão, já vi uma equipe de reportagem do Fantástico na rua (só pode ser, o microfone era da Globo e um adesivo na câmera dizia “FANT-1”), e a câmera estava toda arranhada nas laterais, nenhuma câmera que eu já usei até hoje chegou a ficar assim.

– Falando em Fantástico, o SBT Brasil tem uma super-hiper-mega correspondente no Pará: Úrsula Vidal, que já foi locutora desse programa em 1996, uma época em que o programa era realmente fantástico. Úrsula é dona de uma voz que “salta” aos ouvidos – aliás, curiosamente uma das primeiras matérias que ela narrou falava sobre o novo fenômeno da época, Tiririca, quando este ainda frequentava programas da Globo.
Mas se em 1996 ela chamou a atenção, hoje nem tanto: Olga Bongiovanni (que surgiu em rede nacional a partir de 2001) e Luciana Camargo da Band News (além de algumas esperas telefônicas) conseguem ser páreo forte para Úrsula, que, vejam vocês, segundo uma reportagem do Video Show, era pra ser arqueóloga… É demais, né? Pelo jeito é a confirmação de uma teoria que eu tenho na minha cabeça, que diz que as pessoas mais bonitas são aquelas que não se acham assim…

– Falando nas esperas telefônicas… A empresa Radiofone do Brasil é responsável por algumas das melhores esperas telefônicas do mercado e é anunciante do Shop Tour, mostrando que as vezes uma espera telefônica pode tirar uma simples dúvida que o cliente iria perguntar para algum funcionário da empresa, e fazendo desta um verdadeiro “spot” radiofônico, ou melhor, telefônico. Muito bem. Recentemente precisei ligar para o Shop Tour por causa de um assunto muito legal, mas o negócio é que… vocês me acreditam que eles mesmos não usam esse serviço?… A espera telefônica que eu ouvi era justamente a criticada música ambiente de rádio FM. Que cosas, no?…

– E pra não dizer que não falei das flores, digo, do Pânico, vamos falar do programa de rádio deles… O programa de hoje, segundo o Blog dos Ouvintes do Pãnico, terminou com Estopa (um comediante que, assim como Rodrigo Scarpa e Nestor Neto, também apareceu no programa Sobcontrole da Band) cantando a música de Dragon Ball Z.
Estopa é um cara considerado “chato” – digamos assim, um Reporter Vesgo multiplicado por 5 – que estava meio deixado de lado pela turma do Pânico no rádio e na TV, desde que foi simbolicamente “demitido” por Roberto Justus.
Mmmãns todos os comentários foram unânimes em dizer que,.atualmente, ele conseguiu ser muito mais engraçado que o atual xodó do programa, Senna, um rapaz que fica gaguejando por ouvir o seu retorno com eco – igual a nutricionista Ruth Lemos.
A especialidade de Estopa, no entanto, era algo bem mais antigo que DBZ – bom, da mesma época, vai, a série começou em 1985 – ele ficava cantando o tema de “Ghostbusters” imitando o Geléia… E isso bem antes da onda “anos 80”! E pra não dizer que eu não falei de novo do homem, eu pergunto, porquê Djalma Jorge não phaz parte dessa onda?… É, estou começando a ficar repetitivo, preciso arranjar novos assuntos… Té+, pessoal…

Pay-per-view-lhes parte II…

Novidades sobre as misteriosas intenções de “Antônio Silveira Lopes Jorge Show” e seus comandados sobre o misterioso novo site do Pânico. Aparentemente o endereço visa apenas a transmissão via Internet de imagens do programa do rádio, que já estava ficando prejudicada por causa do grande número de pessoas. Mais ou menos o caso das emissoras da Colômbia, Peru e Venezuela que exibem episódios de Chaves inéditos no Brasil.
Se não me engano, as imagens são feitas pelo Vírgula e a transmissão é feita pelo Terra.

“Os pobrema, ténica” é que um número muito pequeno dessas pessoas estaria plenamente disposta a pagar pra ver Senna gaguejar e Amanda detonar os convidados. É aquele número de pessoas que paga um “número 1” do McDonald’s pros seus 7 amigos no meio da semana, sem que seja aniversário de ninguém… sentiu o drama? Pois é, rapeize. Que nem eu há 10 anos atrás, quando ia comprar salgados no intervalo do cursinho. A coxinha custava 1 real, mas o que eu via de gente com nota de 10 e de 50 reais na fila pra comprar a mesma coisa não estava no gibi. E olha que naquela época eu estava bem de $, já hoje estou latindo pra economizar cachorro.

O curioso são as perguntas que o blog oficial do programa está fazendo. As perguntas sugeririam mudanças radicais no programa, entre elas se o Pânico da Jovem Pan 2 tivesse apenas Emílio Surita e Marcos Chiesa, e se este último passasse a ser um bom menino. Embora as coisas do jeito que estão já não eram do gosto pleno dos telespectadores – tudo idéia do Tutinha, seguidor de Howard Stern, que nos EUA também xingava as pessoas que ligavam pra rádio e nem por isso deixou de ser um sucesso – e se mudar agora? Será que vai dar certo ou não?
Parece que eles já tentam… No dia em que Sílvio Santos estava na Jovem Pan negociando o contrato da turma com o SBT, o programa ganhou um novo apresentador por alguns minutos, enquanto Emílio e Tutinha conversavam com Abravanel: o Repórter Vesgo, que apresentando o Pânico do rádio foi um desastre, segundo o “Blog dos Ouvintes do Pânico”…

Enfim, gente, os Pânicos são como a vida, as vezes eles mudam e a gente tem que “se acostumar-se-lhes”, e se não gostamos, buscamos os nossos próprios caminhos. Desculpem imitar o Djalma Jorge neste blog tantas vezes, mas ele é um dos meus imitados preferidos, e eu gostava pra caramba desse programa, e ainda gosto, mesmo depois de descobrir quem estava por trás do personagem, um cara que pode ser, digamos assim, uma versão mal-humorada do Chespirito.

E por falar em empresários de meios de comunicação…

A revista Trip acaba de fazer uma entrevista com Antônio A. A. Machado de Carvalho Filho, o Tutinha, dono da Jovem Pan 2 e um dos cérebros por trás do Pânico da rádio e da TV. Uma entrevista interessante: AAA fez parte de toda uma geração que ajudou a construir a TV brasileira, e no caso dele, o rádio FM. Além de talvez ter inventado o “rádio com imagem” através do portal Vírgula (não mencionado na entrevista, mas eu sei.)
O curioso é que, caramba: eu estou acabadaço, eu tenho 28 anos e me pareço com ele, que tem 49… inclusive o meu cabelo está quase igual ao dele, nas fotos, sou meio careca…

Mas eu ouço a emissora dirigida por ele desde que me entendo por gente – ou melhor, desde que descobri que girando aquele botão escrito “TUNING” você podia ouvir outras emissoras de rádio… O motorista da van do colégio onde eu estudava vivia escutando a Jovem Pan 2, sempre com os hits daquela época, como Kid Abelha, Blitz, Magazine, Rádio Táxi e Herva Doce (pellamordeDeus, eu sou welho demais…)
Anos depois, quando eu ganhei o meu primeiro walkman, a primeira coisa que eu fiz foi sintonizar no 100,9. Aí foi uma festa: o sucesso da época era o “Caqui Amora”. E Djalma Jorge, que eu já havia conhecido nos anos 80, de relance, “cantava” Knockin’ on Heaven’s Door, do Guns’n’Roses, como “Não, não põe tudo que assim dói”…
O Djalma Jorge Show voltou a ser um programa fixo em 1993, e eu acho que eu consegui ouvir todos até janeiro de 1996, quando o programa terminou de vez. O engraçado é que em 1993 nascia também o Pânico, e em 1995 o Djalma enfrentava a concorrência dos Sobrinhos do Ataíde, o grande sucesso da época, que eu deveria ter ouvido muito mais (mas é que eu não ia com a cara da 89 FM, nem sabia que rádio tinha cara, mas vamos nessa).
E nesse período eu ouvi frases totalmente inesquecíveis (e que perdem muito da graça quando são somente escritas) como…
“Por quê as telefonistas comem Dan Top?…” – Djalma, em uma das chamadas que anunciaram a volta do programa
“Digalhes, papailhes!” – “O Pequeno Timotem” brinca com o fato de seu intérprete também ser Tutinha Amaral
“IU IU? [Piu-piu] Perdeu, professor. Iu Iu é um quadro infantil, não vale..” – Professor Odilon brinca de “stop” ou adedonha
“Eu vim pra cá ouvindo a Antena 1, é muito melhor…” – Chefe Bródi, falando uma frase impensável para qualquer locutor da Jovem Pan

“(cantando) Frére jacques, frére jacques, dormez vous, dormez vous? Tímotem!! Somos nós, Tímotem!”
Chefe Bródi e o Pequeno Tímotem cantam um para o outro, como uma espécie de senha, quando se encontram no Jurassic Park

– “E agora nós vai falar com ele aqui, que é o empresário que trouxe Michael Jambers pro Brasil, Ciscão! Tudo bem, Ciscão?”
“Ok, nós tá aqui, nós é Ciscão, e a promoção… a promoção é sua, Djalma! É sua, da 89 [fala o nome de quase todos os concorrentes], da Brasil 2000, da Cultura, da Eldorado, da Gazeta… e da GOSPEL, Djalma! A promoção é sua!”
– (quase gritando)“Obrigado, Ciscãooooo!…” – Emílio Surita faz todas as vozes do diálogo

Enfim, um humor feito quase que no improviso total, mas que eu adorei – pra mim, conseguiu empatar com as tiradas de Marcelo Gastaldi e Nelson Machado, nas dublagens da “Maga” (veja mais no site Tinha que ser o Chaves).
E o mais curioso é que em 1991 começaram as transmissões da TV Jovem Pan (16 UHF), pertencente ao mesmo grupo. Aparentemente, Milton Neves apareceu na TV pela primeira vez nessa emissora, que foi a mais moderna daquela época, e eu também assistia muito (não sei por quê, a programação poderia ser considerada muito chata para os padrões atuais, cheia de reprises de documentários franceses e japoneses. A sede da Jovem Pan hoje em dia é a sede da TV Record). E eu pensando: será que algum dia eu veria o Djalma fazendo graça na televisão?
Bem, o Djalma não, mas os seus mais dedicados funcionários, cerca de 13 anos depois, sim…

Mas, no entanto, há um mistério no ar. Porquê cargas d’água eu acho a voz do Doutor Pimpolho, de Felipe Xavier, tão parecida com a voz do Djalma?… Será que Xavier estaria dando alguma indireta com seu personagem?

Bem, por enquanto eu e Tutinha Amaral somos parecidos apenas no visual. Mas algum dia, espero que a minha Salt Cover deixe de ser uma brincadeira e torne-se alguma coisa – uma rádio, uma produtora, um site, um bufê de festas infantis, sei lá – de verdade. E aí, as onça vai beber águalhes, ténica.