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Sem querer, Mythbusters caçaram mais um mito

No programa do Discovery Channel exibido domingo passado, Jamie Hyneman e Adam Savage testaram uma história exibida na série Seinfeld, de que mergulhar novamente um taco já mordido no molho contaminaria o resto deste.
Já fui duas vezes em um restaurante tex-mex aqui em São Paulo, e me recordo que, curiosamente, mesmo nunca tendo visto aquela cena de Seinfeld até então, segui isso à risca. Mesmo tendo um molho só pra mim, e não coletivo.
O fato é que eu já estava esperando a cena ser mostrada através de desenhos, ou legendada. E só não caí da cadeira porquê estava sentado no chão: a cena, protagonizada por Jason Alexander, foi exibida dublada.

Há uma aura que cerca essa série, de que a dublagem desta seria “impossível”. Tanto é que Seinfeld já esteve na TV aberta: na Record, e legendado. Só que em um horário extremamente ingrato, cercado de programas da IURD (na época eles não ficavam concentrados na madrugada da Record).
Mas, fico aqui pensando o que aconteceria se, algum dia, Seinfeld fosse exibido pelo SBT… que já exibiu dublada a série The New Adventures of the Old Christine, com Julia Louis-Dreyfus, que foi uma das principais coadjuvantes de Seinfeld.

Há uns 5 anos, quando a redublagem estava em alta na Internet, um dos meus projetos era dublar alguma coisa dessa série, sem compromisso e à engraçado. Mas, se hoje em dia, eu não tenho tempo para as minhas produções originais, quanto mais para uma potencial bomba dessas.

Eu ainda queria ver essa série dublada [pretexto pra derrubar os servidores da WP de tantos comentários detected]. Afinal de contas, já foi dublado – e faz tempo – um outro desenho animado que eu achava que sua tradução seria impossível: Earthworm Jim, personagem vindo dos videogames, que, pra vocês terem uma noção, tenta resgatar a  princesa What’s-Her-Name, e luta contra a rainha Pulsating, Bloated, Festering, Sweaty, Pus-filled, Malformed, Slug-for-a-Butt ?…  Não sei como ficou em português, mas que traduziram isso, traduziram!
(Não sei por quê, mas tenho a impressão que o Google vai trazer vinte vezes mais pessoas aqui, e comentando em inglês…)

A propósito: Gravou o quadro da Marília GabriHerpes da semana passada? Então, faça como a MofoTV e guarde bem guardadinho. Assim como os que guardaram exemplares de Status Plus em 1982. Fikdik.

Nunca mais eu vou dizer que essa vida me aborrece… Rebeca!!

Acabei de tomar um susto ao mudar de canal: no SBT, o programa Carrossel Animado tinha uma nueva apresentadora: Rebeka Angel. Que contracenava com Biscuit, um “cão cenográfico”, sei lá. Havia uma voz em off, provavelmente de Sílvia Abravanel.
Mas o que era mais estranho era o phigurino utilizado por Rebeca, que ou era uma cover, ou uma cosplayer padrão WCS de Soleil Moon Frye, também conhecida como Punky, a Levada da Breca !!  Uma série que, pelo visto, o SBT ainda não se esqueceu, mesmo quando em 2008 ela foi exibida – e tirada do ar logo depois –  pela Band, com uma dublagem diferente (e a poprósito, Flávio Ricco, com quase a mesma qualidade de imagem de “Dona Beija”!) Biscuit, em tese, seria um golden retriever, assim como o cachorro da série original.

Realmente, não sei dizer se isso é falta de criatividade do SBT, ou se é criatividade demais… Só faltava a próxima nova apresentadora desse programa se vestir de… sei lá, a Jem? Ou, um pouco mais fácil, aquela garota da série Cavalo de Fogo?…

EDIT: Antes de nós, o Blogaritmox também notou a semelhança! Mas comentários em vários blogs – inclusive neste – dão conta de que, por incrível que pareça, Rebeca está agradando. E tem experiência, segundo a Folha: aos 9 anos, está no meio artístico, por aí, desde os 4.

Diga-me onde moras e eu te direi quem és…

Há algum tempo, como curiosidade, pesquisando aonde seria exatamente o Teatro Silvio Santos, o local onde o SBT fazia seus programas de auditório até a construção do Projeto Anhanguera, eu recorri ao Google Maps. Agora há pouco, enquanto escrevia sobre a fonte Rede Rounded, procurei pelo endereço da Rede Globo do Rio de Janeiro, antes de existir o Projac, e que hoje é a Central Globo de Jornalismo (além de o escritório do Hans Donner ser lá, até hoje. Vai que alguém lá tem um Letraset sobrando e… ram-ram, contenha-se, rapaz, vamos ao texto Falabella!). Fui no Google Maps, e, badabim, badaboom, bada-Beakman, tava lá.
[EDIT: Os links phornecidos não funcionam!! Entre com os nomes das ruas e cidades manualmente em http://maps.google.com.br. Desculpem a nossa Minnie Mouse!]

O curioso é saber quem são os grandes vizinhos de cada um deles.

O Teatro Silvio Santos (programas de Sílvio Santos, Gugu, Hebe, A Praça é Nossa) fica na Rua Azir Antônio Salton, na Vila Guilherme [mais precisamente na Av. General Ataliba Leonel, ponto final das paradas do Dia das Crianças.]
No Google Maps, vá em direção sudoeste, e mais ou menos a uns 500 metros está a Penitenciária do Carandiru! Hoje ela não existe mais, mas na época em que o Teatro Silvio Santos funcionou, ela estava lá, tocando o terror…
Os estúdios do SBT (telejornais, Programa Livre, programas sem auditório aparente) que viviam alagando, por outro lado, são quase vizinhos do Shopping Center Norte, ficam duas quadras atrás do Lar Center. Caramba, estou decepcionado, já estive tantas vezes lá perto… poderia ter visitado o Patrão, o Salcy Fufu ou o dublador do Chaves, que trabalhava lá. E não era por acaso, também, que eu me lembro do Bozo já ter ancorado uma das edições de seu programa a partir desse shopping. [EDIT: São 6 estúdios, totalizando 11 mil metros quadrados. Segundo Elmo Francfort, durante 23 anos, foram os maiores do Brasil, quando eram da TV Excelsior de São Paulo. Muito embora, parece que o Programa Livre era gravado em um local que não parecia ser um estúdio, eu me lembro de ver um corredor com muitas pessoas andando, por trás dos cenários do programa…]

Já a Central Globo de Jornalismo, onde antigamente eram gravadas também as novelas e todo o resto, fica na Rua Von Martius. Eu pensava que era no “bairro do Jardim Botânico”, mas não, fica na fuça do próprio! Não é a toa que tantos programas, cenas de novelas e videoclipes eram gravados lá, se bobear, aquele famoso corredor de palmeiras imperiais não fica nem a 200 metros da emissora. Um pouco menos e era só estender um cabo e ligar o cable comp* da CCU no máximo. [Aliás,  esse corredor acabou de aparecer no Casseta & Planeta.]
E nem precisa do número: a rua é curtinha, o que dá a impressão da empresa ocupar todo o quarteirão (ruas Quintas, Lopes Quintas e Visconde de Carandaí). De repente essas ruas também foram cenário de novelas, Trapalhões, e o caramba a [canal] quatro. A uns 500 metros de lá está a Lagoa Rodrigo de Freitas, de saudosa memória para o programa do Faustão. Imagino que cariocas caçadores de autógrafos conheçam esse lugar de cor e salteado…
Estou tentando localizar o Projac, mas era mais fácil no Google Earth do que no Maps. Não parece ser muito longe dali.

E se você é hipocondríaco, a TV Bandeirantes (Rua Radiantes, 13 – só pode ser particular, isso) é pertim, pertim do Hospital Albert Einstein, o melhor e mais avançado hospital do Brasil. Ah, se Mussum trabalhasse na Band… (tenho implicância com o Beneficência Portuguesa, meu pai, Mussum, Jorge Lafond e mais uns 2 artistas que entraram lá não saíram vivos… Mas uma curiosidade que me disseram é que eventualmente, pacientes poderiam ser abordados por um senhor perguntando se eles estavam sendo bem atendidos, e que este seria Antônio Ermírio de Moraes, presidente da R.B.S. Portuguesa de Beneficência.)

* Cable Comp. é abreviação de Cable Compensation, comando que fica na CCU, uma unidade que controla as câmeras do tipo EFP, isto é, aquelas que não gravam sozinhas, como as das novelas, programas de estúdio em geral, futebol, etc. Dependendo do comprimento do cabo, a qualidade da imagem pode ficar prejudicada, e esse comando aumenta a intensidade do sinal para cabos de 100 a 200 metros, dependendo do fabricante da câmera. Esse inconveniente não existe mais nas câmeras modernas, que tem cabos digitais de fibra óptica.

Eu escolho você, ex-câmera do João Kleber!

É, os tempos mudaram, o mundo gira, e, quem diria, Pokèmon (ou Pokemön, sei lá qual é a pronúncia), que há 10 anos era comprado a peso de ouro pela Record, depois foi pra Globo, além de ter zoado o Cartoon Network, agora estará na… hhrrRedeTV!, a rede de TV que menos passa desenhos animados no Brasil – a emissora só exibiu o primeiro deles, Capitain Tsubasa, em 2006, quando já contava 7 anos no ar.

O mais curioso é que ele entrará no lugar de um programa que vinha sendo considerado até como um sucesso: Encontro Marcado, apresentado por Luiz Gasparetto, e que ultimamente vinha apresentando um tom mais intimista.

Pra quem não entendeu o título do post, João Kleber (que, aliás, quem diria, pode voltar à emissora… ) vivia chamando esse tal de Pikachú nos bastidores, a ponto de o personagem até aparecer em animações onde o programa de Juscelino Kubischek, digo… era representado.

E veja um post DUCA no Curiosidades na Net: uma homenagem aos dubladores que marcaram as nossas vidas (bom, pra mim faltam mais uns 15 dubladores paulistas – Sílvio Navas atualmente trabalha em São Paulo) e os personagens que eles dublaram. Inphelizmente alguns dos retratados estão phora do ar, como Olney e Older Cazarré, Newton da Matta, André Filho e Garcia Neto, se outros há, eu não sei. Ficou triste? Então, se você entrou no curso de ator só pra interpretar Shakespeare e Nelson Rodrigues ou pra fazer a novela das oito, VAI PRA DUBLAGEM, rapaz, o Brasil precisa de você! (Bem, há exceções, como o também excelente cartunista Guilherme Briggs.)
Fica a nossa homenagem ao talento desses profissionais. Eu tenho talento apenas para um papel que alguns deles fizeram: o do cara que diz “Versão brasileira, Herbert Richers”!

Moto da OCC homenageando Brasilia ja estah pronta!

A moto foi projetada em 7 dias e executada em cerca de 3 meses (então os caras editam pra caramba o programa…)
Segundo a Folha Online, a moto construída por Paul Teutul Jr. e Jason Pohl (especialista em CAD da empresa) é baseada, não podia deixar de ser, nas formas criadas por Oscar Niemeyer, para a “cidade sem esquinas”. O arquiteto e colega de classe de Dercy Gonçalves já soube da novidade e se disse “muito agradecido” – dia 15 de dezembro, Niemeyer phará 100 anos.

Essa moto vai ser legal pra mostrar para milhões de pessoas – a começar pelos nossos queridos phuncionários da Orange County Choppers e Orange County Ironworks – que A CAPITAL DE NOSSO PAÍS NÃO É BUENOS AIRES !!! UHÚ! (Embora boa parte dos nossos programas de TV seja efetivamente gravada lá, mas aí já é outra história.)

Virá ao Brasil o núcleo central do programa, Paul Teutul Sr, Paul Teutul Jr. e Mike Teutul. Eles vão entrar com a moto em um palco, abrindo o show do Steppenwolf. Não sei por quê, mas acho que apesar de estar no Brasil, eles vai se sentir em casa… Só quero ver quando esse episódio chegar, dublado, no People+Arts (pronuncia-se People & Arts)… Talvez demore um pouco, porquê o programa parece ter muita lenha pra queimar nas exibições brasileiras, quando o programa começou no Brasil ele já tinha uns 3 anos.

Então, Brasília, já sabe, dia 7 de setembro, todo mundo gritando “OU-Cí-Cí!”- menos na hora do Hino Nacional, claro… porquê desta vez é o NOSSO! “They heard from Ypiranga’s placid margins…”

Çervisso>> http://www1.folha.uol.com.br/folha/classificados/veiculos/ult1670u325054.shtml (não sei por quê, o painel de formatação do Blogger some no Macintosh, desculpem aê…)
http://www.orangecountychoppers.com (o site está mais profiça do que nunca, afinal eles merecem – veja na seção SHOP os artigos mais inimagináveis com a marca da OCC e as imagens de seus executivos…)

Ê, essas dublagens…

Duas dublagens atualmente estão chamando a atenção de forma negativa. Sendo que apenas uma delas está em andamento!
A primeira é a do desenho animado de Chaves. Como você já deve ter ouvido falar, acaba de ser produzida uma série de desenho animado com os personagens criados por Roberto Bolaños que você vê na TV desde o período cenozóico. O que os fãs não contavam, desta vez, não era com a astúcia do herói de Chaves, Chapolin Colorado, e sim com os rumos que a dublagem tomou. Pela primeira vez, Chaves e sua turma serão dublados pela… Herbert Richers!
Apenas duas vozes conhecidas estarão atuando: Carlos Seidl, o Seu Madruga – que, aliás, foi um dos raros dubladores a mudarem de cidade, começou em São Paulo e foi pro Rio – e Osmiro Campos (Prof. GIrafales) , que parece que viajará aos estúdios da HR só para esse trabalho.
O resto, tem gente torcendo o nariz… ao que tudo indica, Chaves será dublado por Hamilton Ricardo (Paulo Paulada, pai do Jaime em Carrossel). Caramba, consigo imaginar qualquer voz que eu conheça falando o que eu quiser, mas não consigo imaginá-lo como a voz de Chaves…
Sei lá. Na minha opinião, eu acho que ainda assim, pode sair uma boa dublagem. Assim como aconteceu com séries como “Eu, a Patroa e as Crianças” e “Um maluco no pedaço”, que me fazem rir em português (tá legal, bem mais do que na versão original, no meu caso) eu acho que o pessoal del RJ (ou GB, para os mais puristas) também podem fazer um bom trabalho, sei lá.

E a outra dublagem… sobre essa eu conheço muito menos. É a dublagem da nona (Cáspita! Ma che?! Per San Gennaro!) temporada de Pokèmon! Não sou especialista na série (na verdade só sei que tem um funcionário da RedeTV! que faz ponta lá, um tal de Picachú), então nessa eu passo a [poke]bola ao Pokèplus! (caramba, eu sou do tempo em que POKE era um comando de Basic com o qual se alterava uma posição da memória do computador e com isso se fazia ‘cheat’ nos jogos da época…) Nomes de golpes foram trocados, vozes idem, enfim, uma situação que só perde para o Nyuma/Lyuma/Ryuma Ogawa, de Winspector… (É, Clarice Winspector! SodTV também é literatura!…)

Mas uma coisa é certa… é que eu estou totalmente sem tempo, senão vocês já estariam ouvindo em mp3 os primeiros episódios de Porkemón, a paródia feita por um completo outsider do assunto.

O quê, os vídeos do YouTube? Veja a coluna lateral! Em breve, se Deus quiser, se baixar alguma inspiração e principalmente se alguém subir os vídeos necessários, mais uma matéria sobre o assunto.

Apelação, dubladores, desenhos… ê post eclético [2006]

Eu tava doido pra escrever isso aqui, mas só deu agora que já foi.
Usufruindo de seu novo contrato com a Disney, a Globo coloca a série de desenho animado A Pequena Sereia no TV Xuxa, um programa que, vadjame Diôs, se todo mundo queria que o Tarde Quente saísse do ar, esse mais ainda. E no entanto esse continua aí, é a triste sina dos programas de humor na TV brasileira. Mais um pouco e eu vou tuxar o meu novo site de vídeos humorísticos, porquê essa seca de humor eu não aguento mais! Mas vamos ao reino encantado de Maria de las Gracias Mennegell.

Digamos que agora eles apelaram. Essa série pode ser considerada… eu, aliás, a considero o desenho animado mais sexy de todos os tempos. Tá legal, Betty Boop e Jessica Rabbit (só conheço um pouco melhor a JR) emparelham, mas o traço perfeito dos animadores japoneses que produziram a série entre 1990 e 1994 faz a sereia Ariel parecer simplesmente “a mulher perfeita”, embora não se veja bem suas pernas… E depois falam de los animès, minha gente (não, não sou otakoo, muito pelo contrário).

Infelizmente não se encontra quase nada dessa série na Internet em matéria de imagens. Quem quiser entender o que eu estou falando vai ter de… ârgh… assistir a baghassa. Mas se você tiver peoplemeter do Ibope em casa, eu sugiro ligar no SBT!

Ariel foi baseada em uma pessoa de verdade, a atriz Sherri Stoner (não confundir com Sharon Stone, esta aqui é ruiva), que além de seus apenas 3 filmes, é um nome muito mais conhecido por ter escrito episódios dos desenhos animados Tiny Toon e Vida de Cachorro (neste ela devia ter uns 8 anos), produzidos por Steven Spielberg.
(Sherri também foi modelo para a Bela, será por isso que gosto tanto das duas?…)

Outro atrativo da série é que ela tem uma dublagem mais parecida com a do longa-metragem visto no cinema, onde Ariel tem a voz de Marisa Leal (Baby Sauro, Brenda Walsh, Pamela Anderson e a primeira versão da Xuxinha). Uma voz que, pelo amor dos meus philhinhos, cai como uma luva na personagem e a deixa ainda mais atraente! (Ainda aposto em Marisa Leal pra ser a voz da Rosalyn…) A dublagem que o longa-metragem ganhou no DVD ficou muito abaixo da versão do cinema, para desesphero dos fãs e alegria de quem conhece alguma empresa de telecinagem paraguaia ou algo assim.

O curioso é que a série já foi exibida pelo SBT em 1997 e não fez tanto sucesso quanto sua qualidade merecia. E olha que estamos falando do SBT pós-1994, com qualidade de imagem muito melhor. Eu não sei por quê a Disney resolveu dar marcha-a-ré em seu processo produtivo nos anos seguintes, principalmente depois de 1995, para fazer desenhos mais aparentados do Cartoon Network (com um traço mais rebuscado, trash, sei lá) e tremendamente mais inferiores aos próprios e aos do CN.

Ah sim: se a Globo quiser ter mais audiência ainda, eu sugiro que exibam TODOS os quatro anos da série, aposto que o SBT não deva ter chegado sequer a dois.

Mas Marisa Leal tem uma séria rival no mesmo programa… a dubladora da Robô Adolescente (que também foi a Queridinha da série 101 Dálmatas e uma das Meninas Superpoderosas, infelizmente até hoje eu não sei quem é quem) um desenho que os telespectadores do Nickelodeon já conhecem há muito mais tempo. Digo com todas as letras: esse foi o único desenho com traço “modernoso” (Shin Chan não vale, é animè) que conseguiu me conquistar! Enquanto cartunista, eu persigo muito mais o estilo caxias de A Pq. Sereia. Mas gostei dessa série.
Não sei quem é a dona dessa voz, mas ela tem uma atividade curiosa no currículo: em 2002 ela já dublou algumas charges do Charges.com.br, ao lado de Maurício Ricardo, e depois saiu. Infelizmente as charges não estão mais disponíveis, porquê o site guarda até 2 anos de produção. Uma das charges inclusive, remetia a um de seus personagens, era “As Propinas Supervergonhosas”, onde ela dublava uma versão ultra-estilizada de Rosinha Matheus. Mais uma na fila pra ser a Rosalyn!
[EDIT nov/2009: Nessa eu caí do cavalo, e olha que eu sou bom de ouvido. As vozes em Charges.com.br são sempre de Maurício Ricardo, às vezes alteradas via software, e muito raramente, de alguns de seus outros colaboradores (Fernando Duarte, Fred e Da Hora – tá vendo? Eu sou nerd!). Maurício, sem querer, acabou fazendo uma bela imitação da voz de Christiane Ribeiro naquela charge. As charges podem ser todas revistas agora.]

E o programa conta ainda com um reforço de peso: Timão e Pumba, uma das séries de desenho animado que eu mais acompanhei no SBT, dublada por Pedro Lopes (o Melquisedeque da dublagem brasileira) e pelo “casseta” honorário Márcio Ribeiro.
Os personagens são ótimos (sou phanzaço sobretudo do Timon, alguém já notou como é a cara da Rosalyn?…), a série nem tanto, mas ainda assim, é daquelas que você fica com raiva que os animadores não dão UMA tremidinha em suas canetas!… Deve ser vetorial a baghassa. [EDIT: Lamento lhe informar, Igor C. Barros, mas nesse caso é muito grande a chance de não ser. Chora coração, lelelê lalaiá, passarinho na gaiola feito gente na prisão.]

E agora? Será que com todos esses desenhos a coisa agora vai, e MGM [não confundir com o estúdio de cinema que em 2009 está vendendo o almoço pra descolar a janta] deixará de sobreviver por aparelhos na TV brasileira? Será que finalmente os videntes vão deixar de dizer que Marlene Mattos é o lado esquerdo do cérebro de MGM, que as duas precisam se unir feito os poderes do Capitão Planeta? Será que uma MGM sozinha, à lá Shirley MacLaine poderá conquistar as crianças do século XXI e dos anos 10? Não perdam os próximos capítulos!