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Pânico na TV, 18/04/2010: La venganza sará malígrena!

Olá, olé, oli e oló para todos os leitores. Mais uma vez estamos com o resumo do Pãnico na TV desta semana! Ramos nessa, negada! Será que eu ligo?… Ligo, na RedeTV! A TV mais pheliz do Brasil!

Momento Pânico – Lingeries em Perigo – e dá-lhe Arthur Joly na trilha sonora (um mito desmistificado pelos Mythbusters do Universo Pânico!). Sabrina e as Panicats tem que correr atrás de galinhas, uma atividade que pra muita gente no Brasil é trabalho sério. Aqui, as galinhas honram a camisa do novo campeão carioca de 2010 e homenageiam Garrincha, dando dribles homéricos nas Panicats.

– E comééééeça o espetáculo. Após uns merchãs, Emílio diz que hoje é um dia épico. É que geralmente, o Pânico na TV tem seus artistas contratados por terceiros, e estes se vão (Vinícius, Carlinhos, Japa, Mariana Kupfer, etc…). Mãns, 7 anos depois, o Pânico enfim fez o contrário e contratou alguém de fora: Babi, uma ajudante de palco do Rodrigo Faro, da Record, virou a mais nova Panicat! Em uma vaga extra, todas as outras continuam. Afinal, o estúdio é maior, e tem espaço sobrando agora…

– Flash mobs em homenagem aos Backstreet Boys. Devido a um certo insucesso da versão paulistana, eles chamam os Backstreet Boys ao palco, à la Carlos Imperial, claro. E aparece uma trupe cantando uma paródia que… tsgrila, essa é mais velha que andar pra frente, eu baixei no Napster em 2002! Mas de repente o público alvo do programa na época estava ocupado demais assistindo ao Angel Mix e não conhecia essa. (A poprósito, escapou um “PAN!” do original da Jovem Pan)

– Lá vem ela, Marília GabriHerpes. [OPAAA, pause! Rapaz, acho que eles andaram lendo estes resumos e notaram aquela história do Christian sempre ser a primeira matéria e resolveram mudar isso… Dá o Play, Maca!] Entrevistando Charles Henrique “Desciclopédia” (porquê é uma sátira, rere), o diretor James Camarão e Lady Gaga de Ilhéus ! A partir de um certo momento, Charles Henrique Desciclopédia se encontra com Charles Henrique Conservapédia, enfim, é conhecimento demais para uma entrevista só… Parabéns, desta vez fizeram a lição de casa, ri desde o começo, como quando Charles Henrique diz como foi a primeira experiência secsual de Gabi. Pô, ATÉ ISSO ele sabe?!…

– Merchã de remédio pra hemorróidas?! Logo se vê que o pessoal tá assistindo e OUVINDO o Pânico, na Jovem Pan! Mas é Bola quem faz o comercial… Pois é, mas a vida não é um mar de rosas, também tem…

“Olá, povo que só come ovo!” – Christian Pior

Tá legal, essa apresentação foi boa, vai. Nosso herói cobre um jantar com a presença de Jaaaaaames Cameron, diretor de uns filmes que tem por aí. Opa, isto é um trabalho para Edu Sterblich, que surge como o Avatar Brasileiro, para delírio da galera. Mas ele não fala em português, só o idioma do Tévez!
Pior é da comédia, mas cumpre seu dever jornalístico, e se pergunta porquê um jantar desses para um diretor estrangeiro, porquê não homenagens parecidas à diretores brasileiros, como José Mojica Marins… Pergunta interessante, rapeize. Mas eles não conseguem abordar James na entrada e, uma frase já esperada surge:

“Papai fugiu!” – Avatar Brasileiro, sobre James Cameron

Sigourney Weaver parece que também estava lá e “obra” para o Pânico. Mas no balanço das horas, tudo pode mudar, uou-uou!! É que uma das convidadas do evento era Sabrina Sato, que acaba descolando uma pequena entrevista com o nosso querido Tiago Camarão. Caramba, o que que esse cara tá fazendo aqui no Brasil, k7?!… Ao contrário do que os teasers davam a entender, a entrevista até que foi bem legalzinha. Sabrina saves the day!

– Sabrina e a Selvagem atacam novamente enquanto você assalta a geladeira ou toma um café. (Meu, fala sério: o público-alvo do Pânico toma esse tipo de coisa? Isso tem mais cara de boteco pé-sujo, onde o pessoal come PF e toma Fogo Paulista, enquanto discute á respeito de futebol visto na TV aberta…)

– E chegamos à novela das sete do Pãnico, o Rebolation dos Presidenciáveis. Sabrina (putz, de novo? Bem, podia ser o Christian Pior…) vai atrás de Serra tentando perguntar se ele gostaria de ter umas aulas de rebolation com ela, ve se po… o quê, ela consegue falar com ele logo de cara? Vai ter sorte assim sei lá aonde! Gaviões da Fiel, te cuidem, cês vão desfilar no carnaval do Rio agora!
A entrevista é até generosa, os demais passageiros também desembarcam… E a edição perdeu uma piada sensacional, podiam botar a música “Padroeiro do Ceará”, do Tiririca! Mas tudo bem.

– E agora a novela das oito do Pânico, Procurando Antônio Nunes! Com Vesgo e… Bola?! Pois é, Marcos Chiesa também está em dose dupla neste programa. O Spring Break já acabou [EDIT: na verdade ainda tem Spring Break neste programa] , mas eles deram uma esticadinha pelo nordeste do Brasil, onde eles haviam encontrado o homem do short amarelo. Jabbashow, um videomaker cearense, gravou um pequeno flagrante ao lado do “Antônio Nunes” original, mas não conseguiu saber mais nada.
E assim, lá vamos nós para um meio que Spring Break Fulerage Version, com mais um desfile de figuraças que só aqui no Brasil mesmo. E uma nós já conhecemos, Morango, aquela que assovia pras moças que passam na frente da obra. Depois de um lance sem muita graça em relação à beijos (“Beijo na boca é coisa do passado”, já dizia um saudoso cantor), voltamos aos figuraças, como o Gilberto Barros anglo-saxônico e o homem da cabaça. E antes de ir embora, uma pegadinha que… Deus me livre de pegar em um negócio desses, blëargh!! A matéria termina sem pé nem cabaça (o’river essa) com uma phiguraça que já havia aparecido no mesmo quadro, fazendo um libelo contra o anti-americanismo:

“Estados Unidos! Estados Unidos! Estados Unidos! Estados Unidos!…”
– Mulher com uma Garrafa na Cabeça

Charles HenriquePédia está virando setorista… Ele não é “Pássaros Feridos” ou “Carrossel”, mas volta à atazanar os globais no lançamento da novela Escrito nas Estrelas (Putz, Charles, cover de Tetê Spíndolla ninguém merece! Ah, Freddie Mercury Prateado, isto inclui você!)
Opa, e Charles já melhora mais o toque de bola, e já entrevista bem mais atores do que da outra vez.
Enfim, Charles sai dando a ficha técnica de todo mundo. Mas alguns artistas ainda dão o drible da vaca (e, rapaz, André Gonçalves tem antecedentes, Charles Henrique!). Porém, o diréctor Jayme Monjardim, o ator e filho deste Jayme M. Filho e a esposa deste e não-mãe daquele Tânia Mara atendem Charles e se surpreendem com os conhecimentos do nosso HrRrRrepórter.
Charles aproveita e pede um CD do Tchakabum, cujo vocalista se encontrava no evento. Se bobear ele lê até o “Proibida a radiodifusão ou execução pública, CD é cultura, (P) 2008 NãoQueroNemSaber Discos Ltda.”

– Peraê!! The Best of Spring Break? Pânico na TV, que insegurança é esta? Os trechos inéditos deste programa estavam sensacionais, não precisavam recorrer á isso, não! FF!
Depois de uma pequena falha técnica, vamos à um trecho inédito com Vesgo, Boleta e Nicole Bahls. Como você soube faz mais de 2 semanas, aconteceu um show de Akon em Cancún. E parece que o senegalês conhece a nossa panicat. Será que ela consegue uma entrevistazinha com ele? Enquanto isso, rolem de rir com o showzão do Akon… Depois do show, os cancunenses dão uma esticada na night e é nessa que vai rolar a entrevista! Maré de sorte! Se corta, Mion!
Só que tem um negócio: Finalmente surge alguém com um inglês pior que o da Sabrina!! A ponto de, em alguns momentos, Akon se auto-entrevistar olhando a pauta… Mas a entrevista flui, ao contrário da phamosa entrevista de Freddie Mercury (o Bulsara, não o Prateado) com Glória Maria. Alô seu Richard, olha aí, bolsa de estudos pra Ms. Bahls, urgente!

– Começa o… Peraí, eu estava vendo a RedeTV!, o que o Rodrigo Faro está fazendo aí? Rapaz, acho que teremos um pouco mais de Pica-Pau nas tardes da Record. Não sem antes vermos o inesperado romance dos prateados! Bei-já! Bei-já! Bei-já!
Tsgrila, eu fiquei sem palavras agora. Ah, agora sim, começou o Amaury Dumbo, na festa do alfaiate João Camargo e Luciano.

– Quando que você vai voltar pra Globo? – Freddie Mercury Prateado
– Até 2014 eu tenho compromisso com a Rede Record de televisão! – Juán Alba

Bem, é bom Juán pôr as barbas de molho, porquê o programa dele acaba de sair do ar na Record… Helen Ganzarolli, por outro lado, desmonta Freddie Mercury Prateado só com o olhar (mas caramba, ele não tava beijando o outro lá? Vai entender esses extraterrestres.) E depois de uma curta entrevista com Amaury, o Júnior, Freddie repete o seu premiado monólogo “Papai Fugiu” para mais um segurança. (Zoei, o cara improvisou legal, parabéns, Freddie!). Eles encontram o dono da festa, e rola uma pequena discussão a respeito deles não poderem entrar.
E, opa, Chico Pinheiro evita o Pãnico… ao contrário de Carlos Tramontina. Paulo Goulart revela um parentesco desconhecido com Freddie (será que é por isso que este quer levar todo mundo pra Globo, inclusive Emílio Surita, Silvio Santos e Edir Macedo?…)
Os presentes do Dumbo Eletro voltam em grande estilo. Digamos que o presente veio bem a calhar… E na hora do rango, um prato básico e rápido: pão com ovo! Só que o modo de preparar é que faz toda a diferença. Olha a salmonelose aí, geeeente!

“Pão com ovo é assim! Festa, alegria e pirraça, entre outras coisas!” – Amaury Dumbo

Até o editor preferiu subir a tarja. O pão com ovo literalmente DESMONTOU o Amaury… E pra terminar, é hora de tomar! Ypir%ca, o sabor que toca! Aprecie com moderação, chame os moderadores do fórum.
PS: Esse bigode novo do Freddy parece o do cara do comercial do Doritos, quando lançaram o negócio no Brasil.

O DIA DA CAÇA, NO CLUBE DO BOLINHA!  BELEZA, BRASIL!

Rapaz, aperte REC no videocassete e se segure na cadeira. Essa foi DUCA. Melhor quadro do Pânico da era pós-Kaiser!!!
O lance é o seguinte: Marcelo Picon, o nosso qüérido Diretor Bolinha, quebrou o nariz e foi fazer uma cirurgia. Marcos Chiesa foi acompanhá-lo ao hospital, mas há algo estranho no ar… porquê a equipe de TV estaria indo junto?
Logo de cara, Emílio Surita chuta no meio das pernas e chama Bolinha de argentino – logo a única palavra que eu vi deixar ele nervoso de verdade! (Na real, o cara é descendente de espanhóis – e de Madrid, torcendo inclusive pelo time de futebol que não fala em catalão. A propósito: ¡Hala Madrid! [“Se o senhor espirrar, saúde” em espanhol])
O nosso qüérido diréctor parece meio pessimista e já começa a fazer um testamento… Calma, rapaz! Eeeepa, que #$%¨ é essa de exame de toque retal, se ele vai operar EL NARIZ? Essa eu não entendi!!

A sacanagem começa a tomar forma: Paulinho Ròla surge na área – afinal, o Big Biba Brasil, como todas as externas, também foi dirigido pelo Bolinha. Pra tomar conta do paciente. (Ah, mas nem!)
No dia seguinte, é hora de voltar pra casa, porém somos premiados com um ângulo um tanto desnecessário do nosso herói, digo, vilão da vez. Enquanto isso, a produção do programa traz de volta o sr. Ronald, mais conhecido como “Noooosssaaaaa”, desta vez encarnando Kyu (mistura de Ken com Ryu) e… só vendo pra crer as altas confusões que essa galerinha muito louca vai aprontar na casa do Bolinha! Ronald “limpa” a sala, para entrar em cena um galinheiro, inspirado no teste que o produtor Thiego fez em 2003 para um quadro que a Sabrina iria fazer, um lance de colocar galinhas para comer nas costas dele (Bola também fez isso no 5 maneiras). Enfim, a sala dele “nunca mais será a mesma outra vez”, como diz uma canção gospel que tem por aí.
O pior foi Bolinha ficar nervoso sem poder externar isso normalmente por causa da cirurgia. E agora eu me pergunto: o que o diretor de raízes ibéricas fará da próxima vez em que se encontrar com Marcos Chiesa?… Hagan sus apuêstas! Eu imagino que talvez tenha algo a ver com um papel memorável que ele fez em 2009, o de Joseph Jackson, pai do Michael…
PS: Vilões também tem fâs! No Twitter tem o @fasdobolinha !

Chega de Betty, a Feia! Agora é na real!
– E chegou a hora de conhecermos o novo reality show do Pânico na TV.  Tudo começa com uma reunião de pauta do Pânico, com Alan Rapp, el diréctor en general, e todo o elenco e produtores. Enquanto eles pensam nos presentes do Dumbo Eletro (foi o que eu entendi), Sabrina mostra uma carta que ela recebeu de Gorete, a “Paula Veludo” do Amaury Dumbo, quando ela, fora do serviço, encontrou Sabrina em uma gravação. E eles ficam sabendo que Gorete, que geralmente é chamada pra fazer papel de mocréia no programa, tem o sonho, na vida real, de ser menos baqueada.
Sabrina vai à casa dela e conhece a vida real da participante do elenco de apoio. Uma vida difícil: o pai dela DEU ela pra outra pessoa cuidar, é mole? E ela precisa tomar uma decisão! Ou ela permanece como está com o papel fixo de Paula Veludo… ou ela participa do reality show, se torna bela e sai do programa! (PS: Quem é esse imitador do Gugu dirigindo a externa?!)
Como ela já perdeu emprego por causa do seu 1001, ela aceita o reality show. Então, nas próximas semanas, veremos a epopeia de uma ex-mocra profissional rumo à uma nova vida! Enfim, é tipo aquele quadro da Márcia Goldschmidt (que também já pegou umas vintage, que estavam mais pra lá do que pra cá), mas sem o lance da pessoa ficar mascarada durante o processo.
Este quadro promete. Que nem os presidenciáveis, mas… cês acreditam que o programa ainda não acabou?…

Alfinete e Vovó levam Biro-Biro, o cachorro “palmeirense”, “santista”, sei lá, para uma, digamos, lanternagem, e umas aulas de corinthianagem, cerrrto, mano? O dono fica zoando ainda com o cachorro amarrado e ele continua pisando no acelerador cada vez que ouve a palavra “corinthiano”. Me lembra o Bolinha no dia em que  o Bola chamou ele pela nacionalidade errada.
QUÉ ISSO, o cara entrou na secadora de cachorro?  O Twitter da Vovó é respondido pela mesma como Olavo de Carvalho respondendo à esquerdistas:

– Você é a vovó mais sem-graça que eu já vi na minha vida – alguém, no Twitter
– Porquê, seu FD#$*, quantas avós você teve? – Vovó

Rapaz, tá brava a situação (enquanto isso, em um certo túmulo em Santa Maria Madalena, se ouve “É isso aí, po#@!”) E Biro-Biro, já de visual repaginado (ouço nomes de equipes de futebol sediadas no Morumbi, por acaso?) vai para um adestrador e se mostra esperto pra caramba. Mas a solução para o enigma do anti-corinthianismo dele (já já os latidos dele seriam traduzidos como “Num oferrecimento de Pilhas Panasonic, Aidías for Laife! Calma, Dr. Osmarr, já já o srr. fala!”) é meio inusitada: ele arrumar uma namorada! E surge em cena uma cadela palmeirense. O resultado é, no entanto, inesperado…

O Famosão! Você conhece a triatleta Alessandra Ferreira? Pois é, nem eu! A CBTri, muito menos! Mas isso não é problema para os fãs e a mídia que a cercam…

Arroto com as Estrelas! Mulher-Arroto e suas elegantééérrimas entrevistas.

– Emílio Surita começa a rir durante o merchã da Sawary. Sei lá se eles vão gravar de novo e passar outra coisa na sexta, mas… Eeee chegamos no hall de saída, aquela hora de discussão ao vivo. Eles discutem com os twitteiros a respeito do caso Gorete, ex-Paula Veludo. Entremeado aos merchãs, a discussão também abrange o resto do elenco, como Carioca. Um momento em que o Pânico na TV vira um Pânico da Jovem Pan com imagens (aliás, cada vez mais raras e pelo que eu ouço por aí, difícies de serem assistidas!)
Emílio diz que o caso está nas mãos de Sabrina!

Matéria Fakeeeee, abigoooo! Amaury Dumbo e Freddie Mercury Esbranquiçado no Skol Sensation. Se a gente fizer uma força sobreumana e tentar ignorar os merchãs, dá até pra rir. Façam propaganda à vontade, mas como o guaraná Skol não tem mais, meus qüéridos.

– Mais discussão twitteira:  Paula Veludo vs. Gorete 2.0, sem sorriso 1001? As Panicats entram na discussão. Emílio, como é de praxe, polemiza, ele acha que Gorete é apenas “zoada”, malcuidada, não feeeeeia de doer. Após o trailer da Daniella Albuquerque, a RedeTV! vira uma espécie de Band, porquê eles demoram pra caramba pra colocar os comerciais, que nem já aconteceu no CQC… Comerciais a granel, e no minuto final, Bola e Sabrina riem por motivos desconhecidos. Ao contrário de mim, que ri MUITO com este programa (tá, não com as matérias fake e meio raramente com a do Alfinete). Programa muito bom, hoje! Parabéns aí, pessoal, e até o próximo Pânico na TV!

Ô, peraí, Brasil! Calma! Pára de acontecer!

Foi só eu dizer que eu ficaria phora do ar alguns dias para Datena e Gilberto Barros se estranharem em uma churrascaria (o Pânico na TV de 2003 não perdoaria essa, talvez o Pânico de agora deixe passar batido) e uma juíza suspender o quadro Pergunte pra Maísa do programa Sílvio Santos por causa do que aconteceu nas últimas duas semanas.
Antes que o Papa anuncie o início do Apocalipse (1, 2, 3, valen-!!), não se preocupem, terráqueos, cá estamos nós de volta, aêêê!

Só tenho uma coisa a dizer:
MAÍSA, MP??? E a GALISTEU, que sofreu 15 vezes mais nas mãos de SS, vocês não vão fazer nada??:?????::???….

Ah sim, a briga entre Datena e Gilberto Barros foi justamente por causa daquela edição do programa Hoje em Dia que deu recorde de audiência para a própria emissora e para este blog, com 45 page views logo de cara (seriam funcionários da Record? É verdade que regulam a água nos bebedouros?…)
Pois é. Datena não teria gostado da nota 5, dada no programa, embora Gilberto Barros diga que elogiou o apresentador pra caramba. Pena que eu liguei a televisão depois de ele ter dado essa nota. E assim, de repente, os acontecimentos resolveram acontecer. Brasília, por favor, brinque de estátua.

[EDIT URGENTE: E pra completar tudo isso, o site O Fuxico teria noticiado a suposta morte de Sílvio Santos, possivelmente por causa dos revéses no caso Maísa. Não é verdade, o apresentador encontra-se nos Estados Unidos, e alive. Veja esclarecimento do site , que é um dos principais sobre o assunto e goza de muita credibilidade no setor. Só o que me incomodou mesmo nessa notícia da Folha Online é que tem cheiro de PiG no ar. Piratas virtuais? Não seriam hackers, ou até mesmo o termo preciso, crackers, que eu já vi em notícias por aí?… ]

Peça publicitária da Apple diz…

Aê, YouTube! Tira esse cartaz do ar, agora!…

As seen on Treta, o blog que nos torna homens de muita suerte.

Sacanagem com a gente, aê…

No episódio de hoje de “Toma Lá Dá Cá” a personagem de Arlete Salles grava algumas coisas com uma câmera. Uma câmera profissional: a DSR PD-170, da Sony.
É essa que o pessoal do meu trabalho usa. Custa mais de 11 mil e foi comprada depois de muito sacrifício… E está aí, fazendo papel de câmera amadora na tela da Globo. Será que eles querem dizer que nós somos amadores?! (e muito pelo contrário, a pessoa que opera essa câmera é um cinegrafista profissional!)

Outra coisa: o microfone que eles usam parece surrupiado do palco do Caldeirão do Huck, tem até fita adesiva pra diferenciar o canal… Mas o episóido está melhor que o da semana passada.

Excesso de "branquinho" está deixando este blog mais pesado, mas vamos lá: The Diarist e Sirizinha rides again

No próximo dia 31 deve exibido o último episódio de A Diarista em sua fase atual. 3 episódios acabarão inéditos e só deverão dar as caras em DVD.

Contrariando texto escrito agora há pouco por este blog (que não é uma revista de celebridades, apenas um amador comentando a televisão que assiste e que ouve falar – portanto, somos como o Pânico, temos a credibilidade de um palhaço) e informações de Daniel Castro na Folha de hoje, Cláudia Rodrigues falou ao site El Fujico que o final da temporada foi simplesmente antecipado e que a série deverá voltar em 2008.
Ela deverá fazer parte da nova edição da Dança no Gelo, do Faustão. Os ensaios já começaram, e mais uma vez, Cláudia poderá dar uma lição de vida, à la Jatobá. Bem, buena suerte a todas as partes envolvidas.

E leia em Poltrona.TV: Íris Stefanelli lança a personagem Sirizinha. Corrigindo o texto que estava aqui, há uma possibilidade, por incrível que pareça, dessa coisa dar certo: por trás de Sirizinha estão mesmos autores de Senninha, talvez o único personagem sem relação com MSP e Disney que vem dando relativamente certo em HQ no Brasil, graças ao legado e ao prestígio internacional que tinha o saudoso Ayrton, quem sabe. A maior parte dos cartunistas brasileiros se pherram nas bancas, suas revistas vendem pouco e terminam sem deixar saudades, com raríssimas exceções. Nem mesmo os Simpsons aguentaram! Na verdade, a Turma da Mônica, para as bancas, está para a Rede Globo, na televisão, entende?… E sem SBT nem Record, o que é pior.

TV YouTube extra: Você, por aqui?

Ele já fez ponta na Escolinha do Professor Raimundo, apareceu em programas como Sabadaço, Superpop, Melhor da Tarde, A Casa é Sua, participou do site Humor Tadela e ainda por cima virou notícia por ter contado trocentas piadas em 38 horas seguidas!
Pois é, Bruno Motta está no YouTube… e só tem 4 assinantes?! Sendo que eu, this little piece of crap, que só apareci em um programa da AllTV pra falar de Chaves, tenho 15?! Vamos ajudar o cara, aí! Eu já sou o quinto assinante.

Motta conta piadas e faz algo um tanto raro, mas que começa a crescer em língua portuguesa, que é a stand-up comedy. Ok, ok. Mãns, no YouTube, Bruno revela seu lado mais desconhecido… o de animador! E animador trash! Confira agora, em “A Fuinha Feliz”!
http://www.youtube.com/watch?v=Z5E2wu1amdI

Por essa eu também não esperava…

Grandes momentos da TV… quer dizer, nem tanto

Dentro de alguns meses, o horário político invadirá as nossas casas. E com velhidades: assim como nas eleições de 1994, voltam a ser proibidas imagens externas, vinhetas de computação gráfica e somente os candidatos podem aparecer. O caso é que tudo isso não impediu FHC de se eleger no primeiro turno em 1994 – torcia como nunca por Lula, naquela época, mas com 17 anos, sem chance. Apesar de já ser permitido o voto aos 16 anos, nem me lembro se votei naquela época.
Essa legislação para regular o nível das campanhas televisivas por baixo caiu a partir de 1996, e foi ressuscitada ano passado – e curiosamente, seu autor (e disso ninguém lembra) foi José Serra. O objetivo secundário era neutralizar a grande arma do PT, que era o apoio da classe artística, que naquela época estava toda com Lula.
[Aparentemente a lei atingiria somente as eleições de 2008 ou de 2010. O horário político foi praticamente normal, sem alguns exageros de outrora, mas não irritante pela ausência dos mesmos.]

Não sei se isso tem que ser necessáriamente um padrão de agora em diante ou não – por causa daquela história de se regular os gastos das campanhas. Tá certo, produtoras e seus equipamentos podem custar milhões de dólares, mas há outros motivos para se gastar em campanhas, como o preço das gráficas. Pegue qualquer gibi da Turma da Mõnica que você lerá na última página: Impresso na gráfica Cochrane em Santiago, Chile. O Chile tem o melhor parque gráfico da América Latina, e as grandes editoras mandam imprimir lá suas publicações porquê os preços das gráficas brasileiras triplicam sempre que é ano de eleições – inclusive nas empresas que nada tem a ver com o assunto!

E o que isto tem a ver com “momentos da TV”? Vamos relembrar os menos piores momentos da TV no… horário político!
– 1994 foi o ano das pragas. Primeiro: Qualquer filmagenzinha sem importância dentro do estúdio passou a ser feita em película. Não sabia que película dava em árvores. Segundo: A praga dos candidatos que vestem camisa azul e aparecem falando ao telefone, escrevendo alguma coisa em uma mesa de escritório com fundo preto, copiada da campanha eleitoral de Bill Clinton. Terceiro: mãos. Uma coisa para se burlar a ausência de computação gráfica e imagens externas foi o uso delas, como as “cinco metas” de FHC – além de com isso se alfinetar Lula de uma forma extremamente maldosa. E este ano, possivelmente, elas estarão de volta, já que seu precursor, Guilherme Afif Domingos, está de volta à política e se tornou conhecido justamente em 1989 com uma campanha que envolvia mãos e gestos.
[Afif Domingos se candidatou ao senado, não conseguiu. E em sua campanha não tinha nada de mãos, não…]

– Podem falar o que quiserem sobre as baixarias do horário político, mas nenhum foi tão longe quanto o horário eleitoral para governador de 1987. Em São Paulo, Paulo Maluf (PDS) e Antônio Ermírio de Moraes (PFL) travaram uma batalha homérica, onde sobrava até para as empresas Eucatex e Votorantim, ambas acusadas de poluir a natureza e deixar os funcionários doentes sem assistência médica. Muitos trechos do horário político chegaram a ser censurados – ainda havia isso, na época.
Mas o pior vem agora: Antônio Ermírio passou, a partir de um certo ponto, a ser apoiado por… ROBERTO CARLOS!!! O Braga! Que é capixaba e não tem nada a ver com o peixe!! Aaarghhh! O dia em que isso cair no YouTube vai ser uma bomba atômica para todo o Brasil, que nem imagina que isso já possa ter acontecido algum dia. Acho que nem em “Roberto Carlos em Detalhes” deve ter isso escrito.

Em compensação, essa campanha teve um dos lances mais engraçados que eu já vi na minha vida. O slogan de Antônio Ermírio era Novo São Paulo, assim, sem artigo indefinido. E o programa de Maluf, satirizando o horário do adversário, fez um coral desafinadíssimo cantar “Velho São Paulo…” enquanto surgia um logotipo semelhante, um tanto difícil de se fazer naquela época. Mas eu rolava de rir com aquilo que é uma coisa. Essas coisas precisam vir pra Internet, gente…

– Essa é de anteontem: em São Paulo, na última campanha política, o único candidato a vereador cuja imagem não aparecia se chamava Russomanno. Só que Celso Russomano é deputado federal. Não deu outra, e esse outro membro da phamília acabou sendo eleito vereador, repetindo o que acontece no filme “Um Distinto Cavalheiro”, com Eddie Murphy, que interpreta um político que adota um nome conhecido e acaba sendo eleito como deputado nos EUA. [O político em questão é Átila Russomanno.]

– FHC em 1994 teve dois locutores totalmente opostos: Ferreira Martins, o locutor mais bem pago do Brasil (e cuja voz me dá raiva), e Ciro Jatene. Um extremamente sério (é a experiência, de tantas campanhas contra a pirataria, o uso de gás de cozinha em automóveis, etc e mais etc), e o outro… extremamente engraçado, Ciro era quem fazia a locução do programa TV Pirata!!
[PS: Tá na hora de surgirem novos locutores de comerciais neste meu Brasil, acho que o mais jovem já tem uns 25 anos de locução… Palavra de um ex-locutor frustrado.]

– Em 1989, o candidato Paulo Gontijo adotou como arma o mistério: seu nome de guerra era “PG” e seu rosto só apareceu no horário político já na metade da campanha. Adivinha o que aconteceu? Exatamente, só eu me lembro dele… Seu slogan era “100 anos em 5”, de deixar a promessa de tirar as crianças das ruas de São Paulo em 25 dias, feita por Francisco Rossi em 1996, no chinelo. Mais realista seria “Para o alto, e avante!…”

– Ronaldo Caiado, da UDR (até hoje o único partido que se tem notícia no Brasil desde os anos 80 que não começa com P) foi resposável por uma das maiores forçações de barra do horário político, em 1989. Um texto, atribuído a um brasileiro do século XVII, antecipava vários acontecimentos da história mundial no maior estilo Nostradamus, e dizia que no futuro, a nação seria salva por alguém que montava um cavalo branco… e eis que do nada surge RC em um cavalo branco, em uma cena que só faltava se dizer: Venha para onde está o sabor… (e a propósito, Collor phoi o desastre, mas Caiado, se eleito, não ficaria atrás!)
[Em 2007 cai a lei que dizia que as siglas dos partidos tinham que começar com P, e o primeiro a adotar um novo nome é o PFL, que passa a assinar DEM, de Democratas. Coisa que eles não tem lá muita intimidade, mas enfim… E Fernando Collor se elegeria senador em 2006, depois de uma entusiástica campanha em Alagoas. Acredite: ainda não ouvi seus argumentos a respeito do que aconteceu com sua carreira política nos anos 90, mas ele já disse a Clodovil que, atualmente, já ouviu muita gente lhe pedir desculpas por ter pintado a cara e saído às ruas!…]

– 1996: Duda Mendonça era o marketeiro de Celso Pitta, candidato de Maluf. E no horário do PPB (atual PP) houve uma “campanha” contra a baixaria nas campanhas políticas. Foi um retumbante fracasso e só resultou em ainda mais baixaria, que acabou sendo correspondida enfim pelo partido de direita. Entre as acusações, textos idênticos em propagandas políticas em vários locais do Brasil, fora o caso de um candidato paranaense do PSDB que prometia fazer programas chamados Leve Leite e Cingapura – pra quem não sabe, inventados por Paulo Maluf, quando foi prefeito de São Paulo em 1992.
Uma curiosidade curiosa: as campanhas de Maluf quase sempre trouxeram alguns rostos um tanto conhecidos da TV brasileira, seja antes, seja depois de aparecerem nos programas. Cévio Cordeiro narrou um dos últimos VTs a ir ao ar pela TV Tupi do Rio de Janeiro. Helen Helene já era uma atriz relativamente conhecida e começou a chamar a atenção após ela própria ser vítima de ataques de políticos adversários (curiosidade, além de atriz, ela também entende pacas de gastronomia, recentemente ela lançou um dicionário de termos franceses do ramo!). Carminha (não sei o nome completo) era apresentadora do programa Revistinha, da TV Cultura (que eu gostava paca, aliás) e apareceu vários anos depois no horário político de Maluf. E Cláudia Spinelli, recém-saída de uma campanha publicitária (Café Torrefacto, incrível como eu não me esqueci disso) foi a principal apresentadora do horário político de Celso Pitta, e se tornaria anos depois apresentadora do Shop Tour, onde está até hoje.