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Pânico 15/11/09: “Dar porrada” não é mais tão engraçado quanto já foi antigamente

Neste programa, aconteceu de novo: eu programei o videocassete só pra gravar o Didi (it’s the Didi, stupid) e achava que iria voltar pra casa à tarde para programar o Pânico. Mas não voltei, tive de ficar direto no servicçcço e só pude assistir de O Impostor(*dá play em sua música mega-favorita  de todos os tempos no Winamp só pra relaxar*) em diante.
Então, a partir de agora, com o auxílio do portal RedeTV!i, mais uma vez, o que rolou no Pânico na TV. Por isso, as matérias não estão na ordem. Continuar lendo

Pânico na TV, 8/11/2009: longa-metragem?

Superrr Pânico na TV, tanto no pessoal quanto no profissional, bicho!Há 2 semanas estou fazendo posts horrendos e tendo zero comentários em todos os meus blogs – nem mesmo o pessoal que quer passar na passarela do Vildomar Batista aparece mais, nem mesmo os spambots gringos me elogiando laconicamente pelo conteúdo das postagens. Profissionais querendo desenhar os meus personagens, menos ainda… Mas agora é diferente, isto falo a toda gente, pois chegamos ao nosso divisor de águas de cada semana, e vamos mostrar o que rolou no últimoooo… Pânico na TV! Continuar lendo

Neste domingo na TV: Silvio Santos e Ronaldo

Sei lá em que hora, neste domingo, Silvio Santos (o do SBT, não o da RedeTV! que irrita o Polvilho) se encontra com Ronaldo, jogador de futebol que possivelmente vocês conheçam, para uma conversa phranca y sincera que promete dar audiência… na Internet, duvido que alguém consiga acertar o horário disso no SBT, mas enphim…
Uma outra coisa. No Pânico da Jovem Pan, o intérprete do Impostor e ex-Xupla começa aos poucos a emplacar um novo personagem, Danny Crazy. Que em 7 de outubro chegou até a APRESENTAR o programa – por decisão de Emílio, claro, mas não deixa de ser curioso. Uma vez que o Impostor já começa a estar manjado a ponto de contar com ajudantes, quem sabe no final deste ano ou no próximo eles coloquem Danny Crazy no Pânico na TV – sobretudo com o assédio da Record/Marcos Mion a alguns do elenco. Evandro Santo já renovou, mas notícias dão contas de que Edu Sterblich também recebeu propostas da Record.

Tipo assim, HÃ?!

O Pânico na TV foi receber o Troféu Imprensa (em 57096 d.C., na tela da Cover) no SBT (d’oh, na Record) com um Sílvio Santos muito estranho… com uma máscara, à la Orival Pessini! Dizem eles que é um “novo Sílvio”. Você acredita? Pois é, eu também não.
Tá, eu costumo cair do cavalo feio, à la Christopher Reeve, nessas questões de acreditagem, mas paciência…

O chato é que Wellington Muniz está praticamente cristalizado nesse personagem, ele que imitava todo mundo… e atualmente, quem está sendo o pau-pra-toda-obra é o antes “desprezado” Carioca, que está jogando nas onze, e em breve nas vinte e duas…
Vi isso no blog oficial do Pânico – um blog incrivelmente ainda com Carlinhos e Vinícius na foto principal. Tutinha, “isso não te pertence mais!…” Poderia ter pertencido se o seu avô e o Abravanel não tivessem vendido a Record!…
O programa eu estou tendo um azar desgraçado pra tentar gravar, mas hoje tem a reprise, meu fi’!!!

Nick at Nite: o canal brasileiro da desinformação

Ontem o Nickelodeon em seu bloco noturno de séries, o Nick at Nite, estava exibindo um seriado de TV de 1977 ou 78, pelo pouco que eu pude ver pelos algarismos romanos. O seriado era protagonizado por Robin Williams, e não era ruim não! Willams era um extraterrestre em forma humana que se metia em muitas confusões por ser ingênuo, e morava na casa de um empresário dono de uma loja de discos e instrumentos musicais. Williams, inclusive, era dublado por uma voz pouco ouvida ultimamente, Garcia Jr., que passou a dirigir dublagens mais do que atuar em frente aos microfones.
Só que… cadê o nome da série? Pois é, o Nickelodeon providenciou “vinhetas genéricas” para casos como esse, e até agora estou sem saber o nome da baghassa.

ENTÃO VÁ PESQUISAR NA INTERNET, SEU VAGABUNDO!
Segundo o site IMDB, possívelmente a série seria Mork & Mindy, de 1978 [PS: é!] – Mork é o nome do extraterrestre em forma humana que eu falei. A propósito, na série, Williams já usava e abusava de sua capacidade de fazer imitações. O personagem seria retomado depois, dentro de outro seriado: Happy Days, inédito no Brasil (mas que a música de abertura é sensacional, um dos melhores temas de seriados que eu já ouvi!) E em 1980, Williams faria seu primeiro papel que chamaria a atenção: Popeye, no filme do então desconhecido Robert Altman.
M&M é uma série gravada em película, e curiosamente tem todo aquele clima do SBT dos anos 80, não sei por quê. De repente poderia ter passado na emissora del Hombre del Baúl, junto com “O Homem que veio do céu”, “Boomer”, “Motolaser” e outros clássicos da emissora. Se é que não passou – na época, Sílvio já tinha a TVS canal 11 do Rio de Janeiro, que exibia um mesmo episódio de uma série quatro vezes por dia, entre outras excentricidades.
[EDIT e BUEMBA: Esta série NUNCA passou no Brasil, a ponto de a HrRrRrRede Glóbulo de Televisão até mesmo criar um clone desta, a série Super Bronco (1979), com Ronald Golias e Lisa Vieira, um programa do qual eu JAMAIS vi imagens! Por quê será?… Lembrando que o personagem era aquele tipo mesmo do Ronald Golias, também presente em Bronco (1987), A Praça é Nossa e Meu Cunhado (1998-2004). Só que como extraterrestre, coisa que ele nunca mais foi. Não sei se o acervo José Marques Neto cobre áreas tão remotas da história da humanidade, mas enfim… Os nossos leitores na Band devem estar chorando agora, eles que foram obrigados a gravar A Guerra dos Pintos (1999-2000) seguindo uma receita de bolo, em vez de fazer uma imitação livre como essa…]

A piada do título é que o canal 16 UHF de São Paulo, a TV Jovem Pan, inaugurada em 1990, tinha como slogan “O canal brasileiro da informação”. Mas em 1993, quando eles começavam a reprisar jogos de futsal gravados em 1991 pra preencher a programação, pensei que eles viraram o Canal Brasileiro da Embromação.
Depois de alguns problemas com a Justiça que eu não entendi muito bem, a emissora deixou de pertencer ao grupo Jovem Pan e passou a se chamar CBI, que significa exatamente Canal Brasileiro da Informação, isso até 2005, quando passou a se chamar MixTV, acompanhando o nome da rádio FM do grupo. A TV Record comprou em 1995 os equipamentos da antiga Jovem Pan, e inclusive passou a funcionar no prédio daquela emissora desde então até hoje, e a CBI passou a ser “mais uma” emissora com sede na Avenida Paulista, número 900 (além da MixTV, as redes NGT, Gazeta e TV Globo também funcionam ao todo ou em parte nesse prédio.)

EDIT: Mais desinformado, no entanto, fui eu: chamei a Nickelodeon de Boomerang na versão anterior deste poste. Obrigado ao sr. Nin Gen, pelo Tóquio. Valeu, gente…

Tamos cheios! De assunto, também…

Texto publicado no blog oficial do Pânico (por enquanto) no site da Jovem Pan 2:

ARTISTA FOLGADO DEVE SER ESCRACHADO NA TV!
A última semana foi marcada por mais uma polêmica envolvendo os integrantes do Pânico na TV. Durante gravação do quadro “Sandálias da Humildade”, em que perseguiam a atriz Carolina Dieckmann, o repórter Vesgo e Ceará foram detidos pela polícia do Rio de Janeiro e encaminhados para a Delegacia da Criança e do Adolescente, por terem supostamente gravado imagens do filho da atriz. Mas o pior ocorreu na sequência. Na manhã de domingo, uma juíza do Tribunal de Justiça do Rio, concedeu uma liminar impedindo a exibição da reportagem e proibindo que o nome da atriz fosse citado no Pânico. Essa juíza poderia estar dormindo, fazendo cooper, lendo jornais… mas ela preferiu dedicar a sua manhã de domingo para CENSURAR um programa de televisão. Sim, pois não existe outra palavra para definir esta atitude a não ser CENSURA. E o pior é que tem um bando de jornalistas cretinos, idiotas, falsos moralistas e intelectualóides que ainda defendem a atriz Carolina Dieckmann como se ela fosse a grande vítima da situação. Quem é Carolina Dieckmann? Ou melhor, quem ela acha que é para querer exigir alguma coisa? Pra início de conversa, ela é uma péssima atriz. Depois, foi ela quem provocou toda esta situação ao destratar a equipe do Pânico durante uma festa. Portanto, ela está colhendo o que
plantou. Tem mais é que ser escrachada e infernizada pela equipe do Pânico. O que será que alguns artistas da Globo têm na cabeça? Será que pensam que são imortais? Por que não são humildes e simpáticos com equipes de outras emissoras? Além do Pânico, outros programas também deveriam abrir espaço para escrachar estes artistas que se acham “a última bolacha do pacote”. Torço para que o número de papparazzi se multiplique, para que cada vez mais estes artistas sejam flagrados em diversas situações e tenham suas imagens estampadas em revistas, jornais e programas de televisão. Outra coisa importante que deve ser lembrada é quanto aos espaços públicos. A equipe do Pânico fez suas gravações na rua. E a rua é pública! E daí que mostraram o prédio onde mora Carolina Dieckmann? É um prédio como outro qualquer. É a mesma coisa que acontece quando um repórter de tv está fazendo uma gravação na rua e o proprietário de uma casa ou estabelecimento vem perguntar o que está sendo gravado. A resposta que deve ser dada é: “Não interessa!”. Ele que assista o programa e, caso sinta-se lesado de alguma forma, vá atrás de seus direitos. Mas voltando aos artistas, o que aconteceu no último domingo foi um verdadeiro absurdo. Por que o senhor deputado responsável pela insignificante e estúpida campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Baixaria?” não intervém agora, para impedir este caso de CENSURA? Porque provavelmente ele concorda com a juíza que fica do lado dos mimados e orgulhosos artistas globais. Como forma de protestar contra esta situação, o Pânico exibiu, pela primeira vez, a imagem da agressão que o repórter Vesgo sofreu do ator Vitor Fasano, há um ano. Na ocasião, Vesgo gravava uma matéria em uma festa e, quando dirigiu-se ao ator para lhe entrevistar, este respondeu com um soco. Achei que Rodrigo Scarpa (o repórter Vesgo) ficou muito calmo. Se eu estivesse no lugar dele, pegaria uma das cadeiras do local e arrebentaria a cara deste tal de Vitor Fasano. Depois, chamaria a polícia e moveria um processo nas costas dele. Só assim pra deixar de ser folgado. O Pânico veio para inovar a fórmula dos programas de televisão e, por esse motivo, muitos artistas ficam com inveja do sucesso que eles estão fazendo. Por isso estes artistas merecem ser escrachados. Tomara que o Pânico continue perseguindo Carolina Dieckmann até que ela se renda e calce as “Sandálias da Humildade”.

Faço minhas as palavras do anônimo redator – que com certeza não é do blog oficial do programa, kostumeiramente rexeado de herros de torpuguès, mas tudo bem…

PÂNICO NA INTERNÊ: CURVANDO-SE AO VIL METAL
E já está no ar o polêmico site http://www.paniconainterne.com.br – e no caso é “internê”, não “interné” como eu já escrevi aqui. Um site muito bem feito, mas vamos ver como é que ele vai funcionar direito, pra ver se esse aí merece fazer parte dos nossos links-lhes. Para ter acesso a áudios e vídeos além da transmissão ao vivo dos estúdios da rádio precisa ser cada$trado, entende?…

MUDANDO DE ASSUNTO…
Alguém aí põe fé nos novos programas da RedeTV, como a nova versão de “A Casa é Sua” com uma apresentadora desconhecida, “Video Adrenalina” com o ex-Shop Tour Duda Leite, e “Encontro Marcado”, com um rapaz de sobrenome Gasparetto mas não é o Luiz Antônio?
[Mancada feia nossa, é ele sim, Luiz Gasparetto.]
O único desses programas que tem ALGUMA CHANCE de fazer sucesso seria o Top Report, com o Álvaro Garnero e a Caroline Bittencourt, mmãns ele é redundante com o programa Amaury Jr.! Será que o Amaury vai sair da emissora?
Tudo isso, fora a nova configuração da Vila Maluca (com a “invencível” Morgane que acaba simplesmente TRAVANDO os roteiros) me faz só ligar a TV no Tarde Quente (com o pouco de humor que restou na emissora) e no Jornal da TV, onde Marcelo Rezende vai se tornando a estrela principal. Quem diria que eu iria parar na frente da TV pra ver jornalismo político… Sou um dos que vibrei quando o Jornal Nacional, a partir de 1995/96 passou a ter matérias de comportamento, mais parecidas com as do Fantástico. Claro, eu era um adolescente, não entendia e nem queria entender nada daquilo, queria mais era ver os tokusatsus e super sentais da época. E não me arrependo, a minha sina é ter atitudes incompatíveis com a minha idade, seja em que estágio for da minha vida…

VAMO RÍ, TACA AÍ!
A propósito: o Tarde Quente está empatando com o programa do Ratinho no Ibope!!!. A audiência que antes assistia Chaves nesse horário está migrando para a RedeTV!. Sílvio já pensa em pôr Chaves de volta as 18:00. E eu, se fosse o João Kleber não perdia tempo e tentaria fazer alguma coisa nova, produzida em 2005 (não precisa ser 100% inédita, mas pelo menos pra aposentar aqueles programas péssimamente arquivados de 2000 a 2002), em matéria de pegadinhas.

Em 1999 as pegadinhas (na época com Wesley Crespo, Aílton e alguns atores desconhecidos) eram gravadas em Betacam SP, exatamente como as do rival Topa Tudo por Dinheiro, ainda na ativa nessa época. A RedeTV! se virava com equipamentos alugados. Mas em 2000 a qualidade de imagem da emissora despencou (programas como os de Fabiana Saba eram exibidos com uma qualidade próxima a de VHS), e eu só tenho uma explicação: a compra dos primeiros equipamentos próprios, que só novas aquisições no final de 2002 conseguiriam melhorar a situação.

SBT, na nossa frente só você

– Alguém aí notou que o SBT trocou os cubos dos microfones? Agora eles tem quatro faces de formato redondo com elementos tridimensionais. A última vez que isso aconteceu foi em 1992, quando os cubos, então brancos, viraram azul-claro. O chato é que estes eram IDÊNTICOS ao da emissora da qual o SBT sempre chupou o logotipo, a ABC, por isso eu queria saber como estão os microfones da ABC hoje em dia…
E outra coisa: os microfones da TV Cultura também eram assim no ano passado, mas parece que descascaram e caíram todos os logos em 3-D da emissora e agora eles estão usando versões normais, sem nada em relevo. É que é uma dura rotina a dos equipamentos de reportagem das emissoras de televisão, já vi uma equipe de reportagem do Fantástico na rua (só pode ser, o microfone era da Globo e um adesivo na câmera dizia “FANT-1”), e a câmera estava toda arranhada nas laterais, nenhuma câmera que eu já usei até hoje chegou a ficar assim.

– Falando em Fantástico, o SBT Brasil tem uma super-hiper-mega correspondente no Pará: Úrsula Vidal, que já foi locutora desse programa em 1996, uma época em que o programa era realmente fantástico. Úrsula é dona de uma voz que “salta” aos ouvidos – aliás, curiosamente uma das primeiras matérias que ela narrou falava sobre o novo fenômeno da época, Tiririca, quando este ainda frequentava programas da Globo.
Mas se em 1996 ela chamou a atenção, hoje nem tanto: Olga Bongiovanni (que surgiu em rede nacional a partir de 2001) e Luciana Camargo da Band News (além de algumas esperas telefônicas) conseguem ser páreo forte para Úrsula, que, vejam vocês, segundo uma reportagem do Video Show, era pra ser arqueóloga… É demais, né? Pelo jeito é a confirmação de uma teoria que eu tenho na minha cabeça, que diz que as pessoas mais bonitas são aquelas que não se acham assim…

– Falando nas esperas telefônicas… A empresa Radiofone do Brasil é responsável por algumas das melhores esperas telefônicas do mercado e é anunciante do Shop Tour, mostrando que as vezes uma espera telefônica pode tirar uma simples dúvida que o cliente iria perguntar para algum funcionário da empresa, e fazendo desta um verdadeiro “spot” radiofônico, ou melhor, telefônico. Muito bem. Recentemente precisei ligar para o Shop Tour por causa de um assunto muito legal, mas o negócio é que… vocês me acreditam que eles mesmos não usam esse serviço?… A espera telefônica que eu ouvi era justamente a criticada música ambiente de rádio FM. Que cosas, no?…

– E pra não dizer que não falei das flores, digo, do Pânico, vamos falar do programa de rádio deles… O programa de hoje, segundo o Blog dos Ouvintes do Pãnico, terminou com Estopa (um comediante que, assim como Rodrigo Scarpa e Nestor Neto, também apareceu no programa Sobcontrole da Band) cantando a música de Dragon Ball Z.
Estopa é um cara considerado “chato” – digamos assim, um Reporter Vesgo multiplicado por 5 – que estava meio deixado de lado pela turma do Pânico no rádio e na TV, desde que foi simbolicamente “demitido” por Roberto Justus.
Mmmãns todos os comentários foram unânimes em dizer que,.atualmente, ele conseguiu ser muito mais engraçado que o atual xodó do programa, Senna, um rapaz que fica gaguejando por ouvir o seu retorno com eco – igual a nutricionista Ruth Lemos.
A especialidade de Estopa, no entanto, era algo bem mais antigo que DBZ – bom, da mesma época, vai, a série começou em 1985 – ele ficava cantando o tema de “Ghostbusters” imitando o Geléia… E isso bem antes da onda “anos 80”! E pra não dizer que eu não falei de novo do homem, eu pergunto, porquê Djalma Jorge não phaz parte dessa onda?… É, estou começando a ficar repetitivo, preciso arranjar novos assuntos… Té+, pessoal…