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Agora pode rir, Raymond

No programa especial Stand Up to Cancer, Brad Garrett fez um exame de toque retal ao vivo. Talvez você não ligue o nome à pessoa, mas trata-se de um dos maiores comediantes da atualidade, literalmente: Brad é o Robert Barone, da sere Everybody Loves Raymond, e protagonista da série ‘Til Death. O que só torna a notícia mais curiosa ainda. Bom, mas a rede formada por NBC, ABC e CBS não é a RedeTV!, por isso o público viu Brad de frente… E está aí mais uma idéia de algo que, QUEM SABE, o Pânico na TV possa querer phazer no palco, uma vez que esse exame é algo normal, ao contrário de algumas coisas que eles andam aprontando ultimamente.

Lá é assim

A Fox News está transmitindo um programa muito curioso, chamado Saddleback Civil Forum, no qual estão sendo entrevistados, um de cada vez, os candidatos a presidente dos EUA, John McCain e Barack Obama.
O curioso é que esse programa é feito a partir de uma igreja evangélica, e o entrevistador é o pastor Rick Warren (autor deste livro aqui, que vendeu feito água há uns 2 anos). Rick conhecia ambos pessoalmente… e o meu querido rréfe , que paga o leite das crianças, já esteve lá nesse lugar.O evento, como se não bastasse, é também transmitido pelo canal rival, a CNN!  É, lá, Universal é apenas uma produtora de cinema…

*PS: O Google deve estar tendo algum problema com a produtora Universal Pictures. Ia colocar o link do site oficial brasileiro deles aqui, mas o Google diz “este site pode danificar o seu computador”… vai entender. Pela quantidade de processos que ambos tomam, o Google devia mesmo era comprar o Pânico na TV.

Obrigado, professor Chorrond!

Eu não sei nem como se escreve. Mas em 1991 eu vi na televisão algumas das sacadas de humor mais bem boladas que eu já vi.
O programa Dóris para Maiores era muito diferente do Casseta & Planeta Urgente, que o substiuiria no ano seguinte. Boa parte do tempo do programa era preenchida com vídeos retirados de emissoras em vários lugares do mundo. Um balé japonês com oito câmeras de televisão, por exemplo, ou a abertura de um obscuro programa de TV peruano, simplíssima, sem efeitos especiais, só pessoas cantando no estúdio. É engraçado, esse programa vivia em 1991 um conceito que nem existia naquela época: o da globalização.
E um quadro que apareceu acho que só em duas edições era um quadro de humor francês que… digamos que até mesmo a RedeTV! conseguiria fazer, de tão simples.O Professor Chorrond era um sujeito careca, de óculos e bigode (lembrava um pouco o Michel Serdan), e que ensinava as pessoas a fazer algumas coisas das quais elas nunca iriam precisar… Por exemplo, um cortador de legumes feito com uma foice e um martelo, igual ao símbolo do comunismo. Ou uma forma de cortar batatas fritas usando uma raquete de tênis! O quadro terminava de uma forma que não tinha absolutamente nada a ver com o programa “Dóris”, e por isso era tão engraçado: A câmera fechava na nuca do ‘professor’ com sua cara desenhada nela e os óculos postos ao contrário, e o texto: “Muito bem, crianças, e como é que se diz? Obrigado, professor Chorrond!”
O quadro era narrado por Francisco Milani, que começava no Dóris sua carreira como “o locutor do Casseta”.
Não sei daonde veio esse quadro, quem o fez, e nem sei como se escreve o nome dele. Mas que foi algo sensacional e se destacou do resto do “Dóris”, foi esse quadro aí. O cara consegiu ser praticamente um Chespirito francês.