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As piadas viram realidade: Americanos que passam o carnaval no Brasil agora podem entender o que os brasileiros estão cantando

Deu no Jornal da Globo. Um professor de inglês virou sucesso no YouTube com uma versão do hino do Flamengo em inglês. Depois uma ou outra marchinha de carnaval. Agora ele toca para turistas, fazendo o carnaval de “Nova Orleans e Bragança”… Onde o samba fica mais ou menos em segundo plano, a menos que ele cantasse Arthur’s Theme, de Christopher Cross (sai tocando a bateria que vira um pagode de primeira.)

Mas antes das versões a sério surgirem, haviam as versões “à engraçado”, feitas em piadas do Charges.com.br e do Humor Tadela (por enquanto só achei esta). E isso também depois daqueles comerciais de uma montadora de carros, não sei se a Volkswagen, onde músicas brasileiras como Samba da Minha Terra eram cantadas em alemão.

Aliás, é curioso que de repente a mídia começou a aproximar o carnaval brasileiro do Mardi Gras estadunidense. Eu ouvi a expressão “Terça-feira gorda” pela primeira vez ano passado, no Pãnico na TV, quando Vesgo e Bola (que fala inglês muito mais do que o Silvio) foram à New Orleans mostrar as confusões do Mardi Gras, como diria o Narrador da Sessão da Tarde. E este ano eu já a ouvi na Rede Globo, referindo-se ao carnaval daqui, do samba, frevo, axé, essas coisas verdeamarelas.

Chama o síndico! Silvio Maia

A seção de E-Mails Comentados do Charges.com.br é tão visitada quanto as próprias animações do site. E no dia de hoje ela destacou Silvio Maia.

Até então, só havia esbarrado com Silvio Maia em alguns sites apologéticos. Apolo o quê? É um lance aí do protestantismo, onde uns são diferentes dos outros. Assim como no catolicismo, onde existem as diferentes ordens sacerdotais com características distintas (vide os atritos entre franciscanos e beneditinos em “O Nome da Rosa”). E alguns são bem diferentes MESMO. Tem os que consideram a bateria um instrumento do inferno (bateria, usada em músicas hardcore como as de George Benson e Celine Dion……), e tem outros que até são tatuadores, pra vocês terem uma noção da amplitude a que isso chega.  Apologética seria a análise de algumas dessas coisas, dessas possibilidades, que acabam se revelando, digamos, não muito legais… (isso pra evitar ao máximo os jargões do gêner0). Não é o caso nem de uma coisa, nem de outra que eu citei como exemplo acima.
Bem, Silvio Maia é um desses casos. Ele canta forró mas em um estilo hiper animadaço, dançando no palco com uma vontade rara de se ver, que às vezes lembra até Michael Jackson. Primeiro, não é comum cantores evangélicos das Américas sequer dançarem, quanto mais desse jeito (na África é outra história). Pois é, e dos sites e blogs evangélicos, foi parar em um site laico, o Charges.com.br… A pessoa que indicou o vídeo disse: cuidado, que ele pode disputar o próximo VMB como webhit… Quem sabe se ele produzir videoclipes, de repente… (tudo o que se vê são gravações dentro de igrejas).  Por enquanto, ele tá mais pra Top Five do CQC.
Silvio Maia, em várias de suas músicas e performances, é facilmente encontrado no YouTube. É, isso mesmo que você leu, você não está bêbado. Acho que este é o primeiro post com esta palavra-chave em mais de 2 anos.