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Só mais umazinha: O(s) livro(s) de William Bonner

– Em seu blog, no R7, Gugu Liberato hRrRrecomenda o livro Jornal Nacional, Modo de Fazer, de William Bonner.
O que lembra uma curiositê que eu nunca pus neste blog. Em 2001, William apresentou uma matéria bem esquisita: Carlos Dornelles (hoje na Record) entrevistava um membro das FARC, parece que era isso, que adotou Bonner como nome de guerra, “por causa de um livro escrito por um jornalista brasileiro”. Esse guerrilheiro disse que escolheu por acaso o nome que lhe parecesse mais feio… Será que era o mesmo da bancada, ou era outro? Isso eles não disseram. Talvez o apresentador só tenha respirado um pouco mais aliviado porquê seu verdadeiro nome seja William Bonemer. E, que eu saiba, a Desciclopédia descobriu, pra tirar sarro no artigo correspondente, que há um autor americano homônimo, mas parece que realmente o primeiro livro dele seria esse, do Jornal Nacional.
E logo mais, tudo o que rolou no Pânico na TV, esse programa que já está virando um longa-metragem. Na semana passada, gravei desde as 21h, direto, e ainda tive a impressão de ter perdido alguma coisa…

Didi e Dedé viram mexicanos

Em um quadro da Turma do Didi de hoje, Dedé é um diretor de claque, dessas que riem ao fundo de Zorra Total, Toma Lá Dá Cá e similares.

Logo da Televisa até há algum tempo atrás.O que eu achei extremamente estranho foi que Dedé e Didi, no papel de funcionários de uma emissora de TV – que poderia muito bem ser a Globo – ostentavam crachás com um símbolo muito parecido com o da Televisa. Parece que eles foram no Tinha que ser o Chaves e pegaram a imagem que ilustra este parágrafo – que nem é mais exatamente o símbolo da emissora (veja o símbolo atual no site deles, dãrdy).

Alguns podem me perguntar porquê eu assisto a esse programa tão criticado. It’s the Didi, stupid. Só pude vê-los pra valer a partir de 1992, e ao contrário dos próprios, sempre gostei muito mais dos quadros sem auditório…
Mas bola pra frente! Dentro de algumas horas, neste blog, tudo o que rolou no Pânico na TV. Estou pondo pra gravar uma fita inteira desde as 21h, não é possível eu ainda perder alguma coisa!

Diga-me onde moras e eu te direi quem és…

Há algum tempo, como curiosidade, pesquisando aonde seria exatamente o Teatro Silvio Santos, o local onde o SBT fazia seus programas de auditório até a construção do Projeto Anhanguera, eu recorri ao Google Maps. Agora há pouco, enquanto escrevia sobre a fonte Rede Rounded, procurei pelo endereço da Rede Globo do Rio de Janeiro, antes de existir o Projac, e que hoje é a Central Globo de Jornalismo (além de o escritório do Hans Donner ser lá, até hoje. Vai que alguém lá tem um Letraset sobrando e… ram-ram, contenha-se, rapaz, vamos ao texto Falabella!). Fui no Google Maps, e, badabim, badaboom, bada-Beakman, tava lá.
[EDIT: Os links phornecidos não funcionam!! Entre com os nomes das ruas e cidades manualmente em http://maps.google.com.br. Desculpem a nossa Minnie Mouse!]

O curioso é saber quem são os grandes vizinhos de cada um deles.

O Teatro Silvio Santos (programas de Sílvio Santos, Gugu, Hebe, A Praça é Nossa) fica na Rua Azir Antônio Salton, na Vila Guilherme [mais precisamente na Av. General Ataliba Leonel, ponto final das paradas do Dia das Crianças.]
No Google Maps, vá em direção sudoeste, e mais ou menos a uns 500 metros está a Penitenciária do Carandiru! Hoje ela não existe mais, mas na época em que o Teatro Silvio Santos funcionou, ela estava lá, tocando o terror…
Os estúdios do SBT (telejornais, Programa Livre, programas sem auditório aparente) que viviam alagando, por outro lado, são quase vizinhos do Shopping Center Norte, ficam duas quadras atrás do Lar Center. Caramba, estou decepcionado, já estive tantas vezes lá perto… poderia ter visitado o Patrão, o Salcy Fufu ou o dublador do Chaves, que trabalhava lá. E não era por acaso, também, que eu me lembro do Bozo já ter ancorado uma das edições de seu programa a partir desse shopping. [EDIT: São 6 estúdios, totalizando 11 mil metros quadrados. Segundo Elmo Francfort, durante 23 anos, foram os maiores do Brasil, quando eram da TV Excelsior de São Paulo. Muito embora, parece que o Programa Livre era gravado em um local que não parecia ser um estúdio, eu me lembro de ver um corredor com muitas pessoas andando, por trás dos cenários do programa…]

Já a Central Globo de Jornalismo, onde antigamente eram gravadas também as novelas e todo o resto, fica na Rua Von Martius. Eu pensava que era no “bairro do Jardim Botânico”, mas não, fica na fuça do próprio! Não é a toa que tantos programas, cenas de novelas e videoclipes eram gravados lá, se bobear, aquele famoso corredor de palmeiras imperiais não fica nem a 200 metros da emissora. Um pouco menos e era só estender um cabo e ligar o cable comp* da CCU no máximo. [Aliás,  esse corredor acabou de aparecer no Casseta & Planeta.]
E nem precisa do número: a rua é curtinha, o que dá a impressão da empresa ocupar todo o quarteirão (ruas Quintas, Lopes Quintas e Visconde de Carandaí). De repente essas ruas também foram cenário de novelas, Trapalhões, e o caramba a [canal] quatro. A uns 500 metros de lá está a Lagoa Rodrigo de Freitas, de saudosa memória para o programa do Faustão. Imagino que cariocas caçadores de autógrafos conheçam esse lugar de cor e salteado…
Estou tentando localizar o Projac, mas era mais fácil no Google Earth do que no Maps. Não parece ser muito longe dali.

E se você é hipocondríaco, a TV Bandeirantes (Rua Radiantes, 13 – só pode ser particular, isso) é pertim, pertim do Hospital Albert Einstein, o melhor e mais avançado hospital do Brasil. Ah, se Mussum trabalhasse na Band… (tenho implicância com o Beneficência Portuguesa, meu pai, Mussum, Jorge Lafond e mais uns 2 artistas que entraram lá não saíram vivos… Mas uma curiosidade que me disseram é que eventualmente, pacientes poderiam ser abordados por um senhor perguntando se eles estavam sendo bem atendidos, e que este seria Antônio Ermírio de Moraes, presidente da R.B.S. Portuguesa de Beneficência.)

* Cable Comp. é abreviação de Cable Compensation, comando que fica na CCU, uma unidade que controla as câmeras do tipo EFP, isto é, aquelas que não gravam sozinhas, como as das novelas, programas de estúdio em geral, futebol, etc. Dependendo do comprimento do cabo, a qualidade da imagem pode ficar prejudicada, e esse comando aumenta a intensidade do sinal para cabos de 100 a 200 metros, dependendo do fabricante da câmera. Esse inconveniente não existe mais nas câmeras modernas, que tem cabos digitais de fibra óptica.

Malhação inovou demais desta vez…

Não assisto a novela, afinal nesse horário eu estou trabalhando. Mas me chamou a atenção da manchete da Globo.com: a de que uma personagem, que foi rejeitada por outro e precisa por algum motivo assistir, extremamente contrariada, ao casamento deste com outra pessoa, vai contar seu drama na TV, em um “programa sensacionalista” – palavras do próprio portal. Quem diria, a Globo vai reproduzir, dentro de uma novela (série, sei lá) o procedimento da maioria de seus rivais para subir no Ibope…
Só quero ver o que o pessoal do A Tarde é Sua (que sempre está por dentro do que acontece nas novelas) da Márcia e do Superpop vão achar disso… Até então, só tinha visto algo semelhante (por acaso, ao esperar pelo programa “Meu Cunhado”) em uma novela do SBT, se não me engano, A Pícara Sonhadora (inclusive foi gravado no estúdio do Ratinho), e não tinha esse tom de vingança que vai ter nesse programa ficcional.