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Será que sou SÓ EU que vejo vídeos no site da RedeTV!?

O nosso télespéctador Hamilton diz que eu sou a única pessoa que ele conhece que assiste frequentemente a RedeTV!. Então, no site, deve ser mais ainda. Olha só o flagra: Um vídeo de Amaury Jr., datado de 1985, em preto e branco, que no YouTube poderia quem sabe ter no mínimo, algumas centenas de acessos (ou muito mais se tivesse um uploader conhecido, como o José M. Neto), teve, hoje, a sua SEGUNDA exibição para nós!
E, detalhe: se fosse via MofoTV, seria um original em VHS. Aí, nesse caso, é um original em U-Matic, que tem qualidade melhor (mesmo que as cores tenham se perdido). Amaury Jr., inclusive, usou os serviços da empresa Procimar para converter todo o seu arquivo de fitas U-Matic e possivelmente algumas Betacam em DVD.
Amaury Jr., com um flag desconhecido da TV Gazeta, entrevista João Dória Jr., o então governador José Maria Marin (falando sobre o avanço do hoje DEM em São Paulo), Marta Rocha, o casal Bruna Lombardi e Carlos Alberto Ricceli, Tavares de Miranda (que tinha um programa na TV Gazeta anos antes), Roberta Close, Goulart de Andrade, Walcyr Carrasco e Terezinha Sodré. Se alguém mais além de mim tem curiosidad, o link é esse aqui.  Na época, o programa se chamava Flash e tinha uma abertura até que bastante caprichada para os padrões da época. Talvez o máximo de sofisticação que havia era o insert – e um a cada 5 minutos. E nem sempre bem escolhido!… Mas, taí.
E detalhe, estamos falando de Amaury Jr, que faz um programa classe AAA Machado de Carvalho platinum plus, não de outros tipos de programas que passam na mesma emissora horas antes……

Há Carolinas e Carolinas…

Um ano antes da primeira novela protagonizada pela “musa do CQC”  (Tropicaliente, de 1994, que também lançaria o at… digo, apresentador Márcio Garcia), ia ao ar a novela Sonho Meu, que chamava ligeiramente a atenção por algumas novidades. A trama se passava na cidade de Curitiba, o co-protagonista era russo (interpretado por Elias Gleiser – muitos familiares meus curtiram pra caramba), e a protagonista mirim, Laleska, era Carolina Pavaneli, que só voltaria à mídia alguns anos depois, tendo lançado um livro. O Ego a encontrou novamente, agora aos 22 anos ela está formada em cinema, e um monte mais de coisas, ou seja, está chegando mais uma atriz séria, de primeiro escalão, no pedaço.
Me chamou a atenção uma coisa que ela disse:

Nunca fui deslumbrada porque meus pais não deixaram. Quando eu começava a me ‘sentir’, eles me davam bronca e diziam: ‘Um dia você está por cima, outro por baixo e, depois, por cima de novo’. É uma lição que levo até hoje. Começar a carreira cedo me deu maturidade e compromisso. Não quero ser famosa, quero ser reconhecida.

Vejam como são as coisas. Primeiro, parabéns aos pais dela, craro.
Segundo, bem diferente de outro artista que eu conheço e que vocês conhecem! Roberto Gómez Bolaños, o “Chaves” da série homônima e autor dos roteiros, começou a interpretar o personagem aos 45 anos, depois de ter passado por várias profissões. Ele começou um tanto tarde sua carreira na TV (mas participou de um filme em 1968, ao lado de outros comediantes), e diz ele mais ou menos assim, que ele gostou de ter começado tarde, o que o ajudou a não se deslumbrar com o sucesso. E olha que em sua própria época (o Chaves que se vê no SBT vai de 1972 a 1979) ele fez MUITO sucesso, no México e diversos outros países de língua espanhola.