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Pânico na TV 01×10 (21/02/10): Pense no que vai fazer! 99,5%

Demorou, mas chegou! Antes do CQC, do Casseta e dos Legendários! Quem diria que aquele programa que era tão sempre o mesmo (um pouco mais e se tornava um novo Chaves ou um novo “comerciais das lojas DIC”) finalmente se renovou, assim, PRA CARAMBA! Abertura nova e caprichada, nova música tema e novas vinhetas. E uma boa sacada continua, a de ter aposentado a amadorística fonte Arial Black em favor da Lythos Black. E vamos ao que interessa, o resto não tem pressa, ieiéé!!

[OBS: “O resto não tem pressa” – eles levaram isto a sério. Como vocês lerão a seguir, o programa demorou para começar de fato, pra dar aquele start de… “Como é que chama mesmo esse programa? Ah, Pânico na tevê!”
Outra observação importante: lamentavelmente, não consegui gravar o programa inteiro, foi só até uns 3 minutos da matéria do Zina, que creio ter sido a última. Como o site da RedeTV! ainda não foi atualizado, não dá pra saber ainda a que conclusões a matéria chegou]

All right, everybody. Pega as pipoca, os refrigerante, clique em Manter a Leitura e simbora! Continuar lendo

Big Beyoncê Brasil

Ana Maria Braga levou ao seu programa uma Mega-Beyoncè para se lembrar que a original está no Brasil. Sei não se superou o dia em que AMB se vestiu de Madonna… O programa tentou levar a original, só que ela teria cobrado um cachê alto demais. Aliás, ouço dizer que os ingressos para os shows dela também são caros pra dedéu. Não sei por quê, acho que Christian Pior vai se manifestar longamente sobre o assunto no dia 21, quando o Pânico na TV voltar com edições inéditas.

Mas a história se repete. Em 1983, na Rede Manchete, um cover de Michael Jackson foi apresentado no Clube da Criança como sendo o original. Ele dançou Thriller, junto com outras pessoas, de casaco vermelho e tudo. Na época deu certo, porquê esse lance de covers estava engatinhando. Na época o programa era apresentado pela futura “madrinha” de AMB, Xuxa Meneghel.
Só me dei conta disso depois, quando MJ enfim veio ao Brasil dez anos depois, em sua carreira solo – ele já esteve antes, em 1974, com os Jackson Five. “Ah, mas como você não percebeu que não era ele na época?” Eu era um alienadaço total e absoluto, e com apenas um único televisor em casa (até 1989), só via o Jornal Nacional. E não comentei o caso com os colegas de escola no dia seguinte. AINDA BEM, se eu comentasse era capaz de eu nem estar aqui hoje…

Metrô global

Este blog não fala sobre transportes públicos, mas é uma coisa que eu notei nos mapas à disposição do telespéctadohrrr no site do Metrô de Sâo Paulo. E “global” não se refere ao planeta dos terráqueos, mas sim, à HrRrRede Glóbulo de Telèvisão.

Há muitos anos escuto aquela história de que eles querem fazer em São Paulo uma estrutura semelhante à do Rio no que se refere a novelas e todo o resto. Programas importantes já são feitos em São Paulo há muitos anos, como o Globo Rural, Programa do Jô e, às vezes, o Domingão do Faustão. Mas, no que depender do poder público, o pessoal do Channel Five pode se preparar para receber uma galera da pesada.

A linha 17-Ouro do metrô, que ainda não começou a ser construída, começa com três estações que tem nomes redundantes: Chucri Zaidan, Roberto Marinho e Vila Cordeiro.
Em São Paulo, a Rede Globo fica na Avenida Chucri Zaidan, esquina com a Av. Roberto Marinho, no bairro da Vila Cordeiro. Quer dizer: é provável que ao menos uma dessas estações atenderá às “colegas de trabalho” de Faustão, Jô (futuramente Luciano Huck, quem sabe) e por aí vai. Ou até mesmo duas, sei lá.
O objetivo declarado da Linha 17, no entanto, é ligar o metrô e a CPTM diretamente ao Aeroporto de Congonhas (habitat do nosso querido “O Fã”), próximo (uns 3 km, “muuuuito” próximo) da estação São Judas, da linha 1-Azul. (Para você de Sâo Paulo isso pode parecer redundante, mas no Rio de Janeiro a linha 1 é verde, em Belo Horizonte é cinza, e em Recife é vermelha…)

É, tem essa também: ao contrário dos vizinhos de lá, o poder público ainda aposta no taco do nostálgico aeroporto daonde partiam os Electras para o Rio de Janeiro. Só se construírem aquela história que eu ouvi falar, uma espécie de mega-viaduto prolongando a pista do aeroporto.

Em breve posts melhores.

Balaaaança, Globo!

Segundo Fabíola Reipert, desde esta última segunda o RJTV está diferente. Diferente do que a Globo costuma phazer, e bastante parecido com o que faz a Record! O mais visível é o apresentador falar sem teleprompter, de forma mais informal. Mais ou menos como o Globo Esporte já fazia em São Paulo.
O outro lado: O próprio site do RJTV explica as mudanças, com câmeras a mais e grua no estúdio (dá-lhe Jardim Botânico). Para você, que assim como eu, não assiste a esse programa mesmo sintonizando na Globo, veja este e este outro vídeo – neste último aparece o novo comentarista do RJTV, o ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel, e compare o tom do programa com os da Record. Fabíola disse que as pessoas se confundiam, eu não concordo, a acústica dos estúdios da Globo é muito melhor, mas o resto realmente está bem parecido.

Ê, trem bão: TV Xuxa reúne integrantes do Trem da Alegria

Aposto que o nosso leitor Hamilton já sabia dessa. Atenção, meus contemporâneos: no próximo TV Xuxa, o reencontro dos ex-integrantes do Trem da Alegria. Vi através da Globo.com que Amanda já esteve nesse programa (ela cresceu e virou uma cantora of the caramba, deixando Xuxa meio desconcertada com seu talento), e agora é a vez de todos os outros. Não costumo ver esse programa, mas está aí a dica.
Xuxa é extremamente famosa, mas duvido que ela torne este post mais lido que o post do Zina, aí embaixo…

Só mais umazinha: O(s) livro(s) de William Bonner

– Em seu blog, no R7, Gugu Liberato hRrRrecomenda o livro Jornal Nacional, Modo de Fazer, de William Bonner.
O que lembra uma curiositê que eu nunca pus neste blog. Em 2001, William apresentou uma matéria bem esquisita: Carlos Dornelles (hoje na Record) entrevistava um membro das FARC, parece que era isso, que adotou Bonner como nome de guerra, “por causa de um livro escrito por um jornalista brasileiro”. Esse guerrilheiro disse que escolheu por acaso o nome que lhe parecesse mais feio… Será que era o mesmo da bancada, ou era outro? Isso eles não disseram. Talvez o apresentador só tenha respirado um pouco mais aliviado porquê seu verdadeiro nome seja William Bonemer. E, que eu saiba, a Desciclopédia descobriu, pra tirar sarro no artigo correspondente, que há um autor americano homônimo, mas parece que realmente o primeiro livro dele seria esse, do Jornal Nacional.
E logo mais, tudo o que rolou no Pânico na TV, esse programa que já está virando um longa-metragem. Na semana passada, gravei desde as 21h, direto, e ainda tive a impressão de ter perdido alguma coisa…

Didi e Dedé viram mexicanos

Em um quadro da Turma do Didi de hoje, Dedé é um diretor de claque, dessas que riem ao fundo de Zorra Total, Toma Lá Dá Cá e similares.

Logo da Televisa até há algum tempo atrás.O que eu achei extremamente estranho foi que Dedé e Didi, no papel de funcionários de uma emissora de TV – que poderia muito bem ser a Globo – ostentavam crachás com um símbolo muito parecido com o da Televisa. Parece que eles foram no Tinha que ser o Chaves e pegaram a imagem que ilustra este parágrafo – que nem é mais exatamente o símbolo da emissora (veja o símbolo atual no site deles, dãrdy).

Alguns podem me perguntar porquê eu assisto a esse programa tão criticado. It’s the Didi, stupid. Só pude vê-los pra valer a partir de 1992, e ao contrário dos próprios, sempre gostei muito mais dos quadros sem auditório…
Mas bola pra frente! Dentro de algumas horas, neste blog, tudo o que rolou no Pânico na TV. Estou pondo pra gravar uma fita inteira desde as 21h, não é possível eu ainda perder alguma coisa!

Mais novelas gêmeas

Não basta ter crianças no elenco, a protagonista se chamar Helena, e a história se passar no Leblon ao som de bossa-nova… Viver a Vida termina extremamente parecida com Páginas da Vida, com três telas ao mesmo tempo, que entregam para um depoimento – só que, desta vez, gravado em estúdio. Não sei se já aconteceu o lance do telejornal apresentado por uma das personagens, que é o grande lance inédito de VaV.   Bem, mas pela audiência que essa novela está rendendo, acho que pouca gente liga pra essas coisas aí.

Rápidas… (Tá, nem tanto)

Parece aquelas colunas de revistas de fofalhas da gentoca, mas este blog às vezes vira isso mesmo, entonce…

– Tem gente aqui e ali mostrando, por A+B que teremos que engolir Dado Dolalabalella pelos próximos meses ou anos na tela da Record. Amanda Ramalho, do Pânico, diz que Dado vende revista Caras muito mais do que Carlinhos ou Danni Carlos. Consulado do Uruguai, me espera que eu já vou aí…
– Aliás, até Carlinhos, que não é evangélico, cantou ao violão, no Geraldo Brasil, aquela música que o pessoal do Canal 21 vive cantando, aquela que começa assim: “Como Zaqueu, quero subir, o mais alto que eu puder…”. Régis Danese, o cantor original desse novo hit (parece até o Morango do Nordeste, que só o Michael não gravou…) apareceu recentemente no Raul Gil no Homenagem ao Artista – embora seja estranha uma homenagem dessas a um one-hit wonder.
– Estou trabalhando às pampas hoje, e não sei se já aconteceu, mas o fato é o seguinte. A mãe de Carlinhos, e ainda por cima, as mães de Dado Dolabella e Danni Carlos foram convidadas à passar pela… adivinha. Exatamente, a passarela da Record. Que ganhou inovações de alta tecnologia, agora as gaiolas são iluminadas por LEDs. Se elas aceitarem, vai ser um escâãããndalo, como diria aquele radialista carioca.
Xi, Marquinho. Notícia reproduzida pelo blog De Cara pra Lua mostra que uma empresa de telemarketing favoreceu “um dos candidatos” de O Impost (engole em seco) A Fazenda. Não é dito em qual votação nem qual seria o candidado, digo, candidato (cala-te, boca!). A Record está investigando o caso. Bem, o Senado dizia o mesmo, e vejam o que aconteceu…
– A Escolinha do Barulho poderá talvez ganhar alguns pontinhos entre a galera pré-adolescente. Lola Melnick, dançarina russa que foi entrevistada pelo Programa do Jô, fez teste para entrar no programa, e dizem que se saiu muito bem. Ela entraria no lugar de Adriana Bombom, segundo nos inphorma Flávio Ricco. E oláááááá, Enfelmeila!… Ou, melhor dizendo, Привет, сестричка!
– Essas frases curtas que pegam, como “Ronaldo!”, nestes meses agora tem a companhia de outra que permaneceu na boca do povo: “Toca Raul”, que acho que só o pessoal de gospel e música erudita nunca ouviu em shows. Aliás, Gospel é o nome de uma música de Raul Seixas, ressuscitada faz umas duas semanas com sua letra original, que foi censurada, pelo Fantástico.
– E na Folha impressa de hoje. A Record comprou os direitos do documentário do Channel Four britânico Brazil: Beyond the Citizen Kane, famoso por criticar a Rede Globo. Só que ela só vai exibir o material original captado pela equipe do programa, não as imagens da Globo que ilustram o original – embora estas tenham aparecido à granel faz tempo, já, em programas como aquele histórico 25a. hora de 1995. Na verdade, tem até vinhetas que os nossos manos do YouTube ainda não conheciam, mas é tudo da fase CGI antes da fase cromada, não sei se interessa muito… E uma curiosidade que surgiu agora: não havia nenhuma proibição da exibição de Beyond no Brasil! Essa eu não entendi.

O que eu não sabia é que em 2002, um canal católico francês fez um documentário à respeito (ou à desrespeito, como eles dirão) da IURD: L’Universelle: Une menace àu pays dus croyants. Além de pegar pesado à moda global, o documentário diz que 1000 pastores fizeram vasectomia por ordem de Mr. Maced. Então. Dizem – a Folha quase diz, mas não diz – que a Globo estaria interessada nesse documentário… Será?
[EDIT: Não – a Rede Globo tem uma cópia desse documentário, assim, por esporte, uma cópia amadora, mas não tem interesse em sua compra, segundo informa a Folha Online. Mas a Globo tentou comprar Beyond e foi aí que descobriu que os direitos haviam sido vendidos à Record.]

Aliás, foi bem esquisito ver Celso Freitas falando mal da Globo, e no YouTube, uma comparação  mostrava ele narrando a chamada de um Globo Repórter de 1990 falando sobre a IURD… e Marcos Hummel, no Repórter Record falando que a Globo escondia o movimento Diretas Já, quando ele mesmo apresentou a notícia da “festa de 450 anos de São Paulo” no Jornal Nacional (reprisada pelo próprio JN algumas vezes, inclusive para eles afirmarem o contrário).

– A propósito: o Jornal Nacional estreou em 1º de setembro de 1969. Daqui a duas semanas, ele fará 40 anos, e para a ocasião, o cenário vai mudar. A mudança está sendo mantida à sete Chaves (embora estes não trabalhem na Globo), para, principalmente, a emissora não ser copiada antes do tempo pela Record.
Vazou uma imagem, que parece ser uma computação gráfica – MAS ela pode vir a ser real, se esta imagem corresponder a um cenário virtual, recurso que já vem sendo usado ‘ao contrário’ no JN, com objetos virtuais que mostram os indicadores econômicos e parecem estar ao lado dos apresentadores.
Atrás dessa imagem, um conceito engavetado que estava em estudos para o Fantástico de 1994, que seria uma curvatura do planeta Terra que mudaria de cor conforme fosse dia ou noite (essa não está na Internet, eu vi no caderno de TV do Estadão na época), eles tentaram fazer isso de verdade e não conseguiram, mas pelo visto seria assim o novo cenário do JN. Vamos ver, se bem que “não ver” o Jornal Nacional neste país é um tanto difícil…

Haja metalinguagem…

Deite nessa rede, aff!Na próxima novela das seis da HrRrRede Globo, Cama de Gato, a personagem de Camila Pitanga é uma fã de novelas, que batizou os filhos como Tarcísio Meira, Glória Menezes, Regina Duarte e Francisco Cuoco. É mole? Como  a novela não é do SBT nem da Record (rerere), acho bastante provável que as crianças se encontrem com os ‘originais’ mais cedo ou mais tarde.
Taí, não é uma “Tapa Nakara”, mas estão chegando lá…

* Tapa Nakara: novela fictícia de minha autoria (ou seja, é uma porcaria), da Televisão Salt Cover, que parodia as novelas da TV inserindo nelas uma cultura underground que os novelistas não conhecem – ou fingem não conhecer, sei lá. Entre os personagens de “TnK”, há personagens otakus, cosplayers, nerds, geeks, emos e hikkokomoris. E sempre cabe mais um! Se bobear, nem na EmiTiví você vê toda essa galera. Sonho, algum dia, com uma versão com atores. Quem sabe?…